smARThistory – museu da historia da arte interativo

SmARThistory – museu da historia da arte interativo

referências: Miriam Salles, meiroca.com,

telaarthistory

Pra quem sabe inglês, ama arte e sua historia smARThistory é a propria Historia da arte interativa online em forma de linha do tempo.

É possivel navegar entre os varios periodos historicos na linha do tempo, da antiquidade ate’ a era contemporanea. Já contém imagens de mais de 200 obras de arte. Pode-se navegar por estilo, e artista.

SmARThistory foi concebido por Beth Harris e Steven Zucker para ser um recurso dinâmico para o estudo da História da Arte: uma alternativa aos livros de Arte  que os autores consideravam muito caros e poucos atrativos e aos recursos na web geralmente pouco interativos, que não exploram as redes sociais ou são protegidos por senhas. Continue lendo »

Governo de Minas adota pacote Google educacional

Governo de Minas adota pacote Google educacional

Google App

O Google fez o anúncio oficial (dia 1 de junho) do acordo que foi fechado com o governo de Minas Gerais.  Segundo o Meio e Mensagem, 2,5 milhões de estudantes da rede pública do Estado utilizarão os aplicativos do Google durante o processo de aprendizado.

Na verdade, esses aplicativos são o Google Apps Education Edition. É uma suíte, um conjunto de aplicativos da Google voltado para instituições educacionais. É semelhante a outros conjuntos de aplicativos da empresa de busca voltados para empresas.

Google Docs, Gmail, Google Talks,

ferramenta de fórum online e para criação de sites fazem parte do pacote, além de ferramentas de compartilhamento de vídeos.

Esse pacote de aplicativos foi criado em 2006 com para que permitisse a colaboração entre estudantes,

além da possibilidade de poder acessar o conteúdo educacional de qualquer computador.

Dependendo dos recursos, há versões pagas e gratuitas.

Ademais, existem concorrentes, ainda que pequenos, à vista, como o Wiggio, lançado em 2008 por estudantes da Cornell University.

O Google Apps Education Edition já é utilizado pelas universidades de Arizona e de Utah, entre outras, além de algumas escolas da região de Nova York, nos EUA.

No Brasil, o acordo é pioneiro.

fonte: Blog Tiado Dória

+ link da notícia na secretaria de educação de minas

M-learning mobile learning

Quinn [Quinn 2000] considera que m-learning é o “e-learning por meio de equipamentos computacionais móveis: palms, dispositivos com Windows CE e até mesmo telefone celular”.

Chabra [Chabra 2002] define como m-learning “a habilidade de receber educação a qualquer tempo, em qualquer lugar e por meio de qualquer dispositivo”.

Harris [Harris 2001] acredita que m-learning é o “o ponto no qual a computação móvel e o e-learning se interceptam para produzir uma experiência de aprendizado a qualquer tempo e em qualquer lugar”.

Entre os benefícios já identificados para o m-learning estão a flexibilidade ainda maior, em termos de tempo e espaço, comparativamente ao e-learning. Experiências de aprendizado que podem ser realizadas enquanto o aluno se desloca nos transportes urbanos ou durante o breve tempo de um lanche são constantemente citadas como situações possíveis no contexto do m-learning.

Outra questão sobre o uso de equipamentos móveis no aprendizado é que o estudo sai de locais tipicamente destinados para esse fim – bibliotecas, laboratórios e o cômodo da casa onde a estante e o computador se localizam – e passa a estar em qualquer local no vasto ambiente em que vive e se move o aluno: a cozinha, o jardim, a casa do amigo, a praia ou o consultório médico [InkPen 1998]. Nesse sentido, ao invés de o aluno ir até o local onde se estuda, é o estudo que o acompanha no vai-e-vem.

Com a ampliação do alcance da rede de computadores, a comunicação entre os alunos e deles com os professores pode se dar ainda mais amiúde, já que o período em que se está “fora do ar” diminui. Assim sendo, tanto no tempo quanto no espaço, a distinção clara entre o local e a hora de aula e o local e a hora do lazer ou trabalho se desfaz. Os professores também ganham enorme flexibilidade, além de poderem acompanhar mais de perto o aluno, seja conversando com ele ou mediante monitoração das atividades já realizadas.

Outra vantagem é que alunos e professores podem fazer estudos em determinados locais e transmitir as respectivas anotações e fotos, diretamente, aos demais professores e colegas. Isso pode acontecer de maneira prevista, como numa visita a uma floresta ou a um forte militar, ou de maneira casual, quando um objeto ou situação diferente é observado ao longo de um caminho habitual. Chabra também menciona como vantagem do m-learning a facilidade de uso dos equipamentos e o custo mais baixo em relação aos desktops [Chabra 2002].

você é o que você compartilha – video

Observação
Este blog participa da promoção do Social Media Brasil, um evento sobre mídias sociais que irá acontecer nos dias 5 e 6 de junho em São Paulo. Mais informações no site oficial.

VEJA = http://socialmediabrasil.com.br/Blog/promessa-e-divida-mais-uma-promocao-no-social-media-brasil/

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Pesquisa e livro sobre redes sociais e cibercultura 2in1

O Pew Internet & American Life Project acaba de divulgar um estudo sobre os laços sociais na Net.

Este “The Strength of Internet Ties – The internet and email aid users in maintaining their social networks and provide pathways to help when people face big decisions“, revela que, ao contrário do que poderia pensar-se, o estabelecimento de novos relacionamentos na Net não esmorece laços de proximidade física:

Instead of disappearing, people’s communities are transforming: The traditional human orientation to neighborhood- and village-based groups is moving towards communities that are oriented around geographically dispersed social networks.
People communicate and maneuver in these networks rather than being bound up in one solidary community. Yet people’s networks continue to have substantial numbers of relatives and neighbors — the traditional bases of community — as well as friends and workmates
“.

O ‘individualismo em rede’ alarga o espaço de contacto humano e aumenta as possibilidades de associação – um sinal positivo.

REPORT: COMMUNITIESSOCIAL NETWORKING

  The Strength of Internet Ties

OVERVIEW: The internet helps maintain people’s social networks, and connects them to members of their social network when they need help. 60 million Americans have used to the internet for help with major life decisions.

 

Read Full Report – DOWNLOAD

 

 

Novo livro sobre ciberjornalismo

online_journalism_livro-cd

Palacios, Marcos; Díaz Noci, Javier (eds.). Online journalism: research methods. A multidisciplinary approach in comparative perspective. Bilbao: Servicio Editorial de la Universidad del País Vasco (há também umaversão em espanhol)

É um livro importante, visto que resulta de um projecto de pesquisa em grande escala sobre Cibermeios, juntando investigadores de váris universidades de Espanha e do Brasil. Além da dimensão intercontinental, o resultado reveste-se igualmente de uma característica que muito o valoriza: a dimensão comparativa.

A publicação, em regime de acesso gratuito, estrutura-se em torno dos pontos seguintes:

1. Typology of online media
2. Genres in online journalism: a typological proposal
3. News and database architecture
4. Research methodologies in journalism design on the Internet
5. Narrativity
6. Methods of research in participatory journalism
7. Production routines
8. Media convergence
9. Teaching online journalism and its evaluation.

 

 

MíMESis ou MIMESE – a teoria do “meme”

Grecia Atene
Image by Bricke via Flickr

MíMESis ou MIMESE

Do gr. mímesis, “imitação” (imitatio, em latim), designa a acção ou faculdade de

imitar; cópia, reprodução ou representação da natureza, o que constitui, na filosofia aristotélica, o fundamento de toda a arte. Heródoto foi o primeiro a utilizar o conceito e Aristófanes, em Tesmofórias (411), já o aplica. O fenómeno não é um exclusivo do processo artístico, pois toda actividade humana inclui procedimentos miméticos como a dança, a aprendizagem de línguas, os rituais religiosos, a prática desportiva, o domínio das novas tecnologias, etc. Por esta razão, Aristóteles defendia que era a mímesis que nos distinguia dos animais.


The philosopher Plato
Image via Wikipedia

Os conceitos de mímesis e poeisis são nucleares na filosofia de Platão, na poética de Aristóteles e no pensamento teórico posterior sobre estética, referindo-se à criação da obra de arte e à forma como reproduz objectos pré-existentes. O primeiro termo aplica-se a artes tão autónomas e ao mesmo tempo tão próximas entre si como a poesia, a música e a dança, onde o artista se destaca pela forma como consegue imitar a realidade. Não se parte da ideia de uma construção imitativa passiva, como acontece na diegesis platónica, mas de uma visão do mundo necessariamente

dinâmica. A mímesis pode indiciar a imitação do movimento dos animais ou o seu som, a imitação retórica de uma personagem conhecida, a imitação do simbolismo de um ícone ou a imitação de um acto musical. Estes exemplos podemos colhê-los facilmente na literatura grega clássica. As posições iniciais de Platão, na República, para quem a imitação é sobretudo produção de imagens e resultado de pura inspiração e entusiasmo do artista perante a natureza das coisas aparentemente reais (o que se vê em particular na comédia e na tragédia), e de Aristóteles, na Poética, para

Portrait of Aristoteles. Pentelic marble, copy...
Image via Wikipedia

quem o poeta é um imitador do real por excelência, mas seu intérprete, função que compete ao cientista, foram largamente discutidas até hoje. Em particular, a questão da poesia ainda permance em aberto: seguimos com Platão se aceitarmos que a imitação fica ao nível da lexis, ou seguimos com Aristóteles, se aceitarmos que todo o mundo representado ou logos está em causa e que não resta ao artista outra coisa que não seja descrever o mundo das coisas possíveis de acontecer, coisas a que chamamos verosimilhanças e não propriamente representações directas do real?

Os tratadistas latinos, como Horácio, vão defender o princípio aristotélico, reclamando que a pintura como a poesia (ut pictura poesis), por exemplo, são artes de imitação.

Vários teóricos contemporâneos tentaram recuperar esta questão, que se relaciona com o  conceito de verosimilhança, discutido por autores como Ingarden, Sklovski, Vygotski, Jakobson, Barthes, Genette ou Hamon. O alemão Erich Auerbach traça, em Mimesis (1946), a história da representação poética da realidade na literatura ocidental, analisando a relação do texto literário com o mundo, mas recusando definir o que seja a imitação; Northrop Frye, em Anatomy of Criticism (1957), retoma a distinção aristotélica entre mímesis superior (domínio superior de representação, onde o herói domina por completo a acção das restantes personagens) e a mímesis inferior (domínio onde o herói se coloca ao mesmo nível de representação das restantes personagens); a estética de Georg Lukàcs presta particular atenção às artes não figurativas, que o teórico marxista considerava a exteriorização mais verdadeira da intimidadade do artista; Hans Georg Gadamer retoma a filosofia de Pitágoras, para quem o mundo real imitava a ordem cósmica das relações numéricas, para defender que a música, a literatura e a pintura modernas imitam essa ordem primordial. Em todos os casos, falamos de imitação enquanto forma de representação do mundo e não como uma forma de copiar uma técnica (imitatio, na retórica latina), o que foi prática corrente a partir do Império Romano, sobretudo na imitação da obra de mestres de gerações anteriores. É talvez Jacques Derrida quem propõe uma reflexão mais radical sobre o conceito de mímesis: o real é, em síntese, uma replicação do que já está descrito, recontado, expresso na própria linguagem. Falar neste caso de imitação do mundo é aceitar que estamos apenas a repetir uma visão aprendida na linguagem. A semiótica contemporânea substituiu o conceito de imitação pelo conceito de iconicidade nos estudos literários.

ÍCONE; poética; Ut pictura poesis

Bib.: Erich Auerbach: Mimesis. Dargestellte Wirklichkeit in der abendländischen Literatur (1946; Mimésis. La représentation de la réalité dans la littérature occidentale, Paris, 1968); David Lodge: “Mimesis and diegesis in modern fiction”, in After Bakhtin (1990); Jacques Derrida: La Dissémination (1972); L.Costa Lima: Mímesis e Modernidade (1980); M. Koller: Die Mimesis in der Antike (1954); R. Mc Keon: “Literary Criticism and the Concept of Imitation in Antiquity”, in Critics and Criticism Ancient and Modern, ed. R.S. Crane (1952).

link: e-dicionario de termos literários

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Psicologia e educação – tópicos

Abaixo tópicos de ajuda em psicologia e educação (teoria e prática)

Os termos fazem parte de um ótimo site em conteúdo TIP (em inglês). Nele consta para consulta mais de 50 teorias relevantes para estudo.

As Teorias (algumas aqui – completo no site)

Andragogy (M. Knowles) – andragogia
Cognitive Dissonance Theory (L. Festinger) – teoria da dissonancia cognitiva
Cognitive Flexibility Theory (R. Spiro) – teoria flexibilidade cognitiva
Constructivist Theory (J. Bruner) – teoria construtivista
Contiguity Theory (E. Guthrie) – teoria da contiguidade
Experiential Learning (C. Rogers) – aprendizagem experimental
Genetic Epistemology (J. Piaget)
Lateral Thinking (E. DeBono) – pensamento lateral
Levels of Processing (Craik & Lockhart) – níveis de processamento
Multiple Intelligences (H. Gardner) – inteligências multiplas
Phenomenonography (F. Marton & N. Entwistle) – fenomenologia
Sign Theory (E. Tolman) – teoria dos signos
Situated Learning (J. Lave) – aprendizagem situacional
Social Development (L. Vygotsky) – desenvolvimento social
Social Learning Theory (A. Bandura) – teoria aprendizagem social
Structural Learning Theory (J. Scandura) – teoria aprendizagem estrutural
Structure of Intellect (J. Guilford) – esturutura da inteligencia
Subsumption Theory (D. Ausubel)

por Domínio de Aprendizagem – campos
por Conceitos de Aprendizagem