monografia – como fazer? saiba como utilizando esse modelo

Monografia

    Introdução

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    A escolha do tema

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    Conclusão e apêndice ou anexo

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    Fichamento

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    Início da redação da monografia

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    Início do trabalho monográfico

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    Introdução à monografia

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    As notas de rodapé

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    Tipo de monografia

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    Utilização dos relatórios de leitura

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compro vendo – diploma universitário e tecnólogo – !?!?

hoje me deparei com a seguinte mensagem em minha caixa de e-mails: Diploma Universitário em apenas 15 dias!!!Todos reconhecidos pelo MEC com histórico, trabalhamos com faculdades de todo brasil, tudo no mais absoluto sigilo.
Temos as mais variadas graduações e tecnólogo (DIREITO, ENGENHARIA, ADMINISTRAÇÃO, VETERINARIA, AGRONÔMIA, TURISMO, CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO, Pedagofia, jornalismo, economia etc…)
Maiores informações pelo e-mail: ………….@………….com.br

Inacreditável. Como tem gente corrupta no nosso país. Imagine o tamanho do esquema para levantar um diploma legal para uma pessoa. Esquema de faculdade, pessoal do MEC e sabe-se mais quantos órgãos públicos envolvidos. Imagine você levando seu animal de estimação para ser cuidado por uma veterinária que comprou o diploma. Inacreditável.

Para relatar aqui no blog vou responder ao e-mail pedindo mais informações.

Veja a imagem do e-mail:

Cadernos de Comunicação Organizacional – Como Escolher uma Agência de Comunicação e Comunicar é preciso

Cadernos de Comunicação Organizacional
Como Escolher uma Agência de Comunicação

Como Escolher uma Agência de Comunicação é primeiro título da série Cadernos de Comunicação Organizacional, uma publicação da Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom. A coleção que agora se inicia tem o objetivo de oferecer às agências de comunicação e seus interlocutores no mercado textos que difundam conhecimentos práticos sobre a atuação das empresas do setor.

O texto do caderno “Como Escolher uma Agência de Comunicação” foi escrito pelo diretor de comunicação, Pedro Cadina. E mostra os principais passos que uma empresa ou organização deve dar para fazer uma escolha certeira na hora de contratar serviços de comunicação corporativa.

Para chegar ao texto final, o autor utilizou como referências, além da experiência no mercado e da reflexão coletiva no âmbito da Abracom, textos de entidades internacionais. Aqui, no site da Abracom, você encontra versão online para impressão.

A versão impressa está disponível na sede da Abracom para agências associadas efetivas, entidades empresariais e do setor público.

Para chegar à versão atual do Caderno, a Abracom contou com a colaboração da agência Klaumonforma, que fez o design gráfico, do ilustrados Faoza Monteiro e da Stil Graf.

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Cadernos de Comunicação Organizacional – Comunicar é preciso

As Organizações Não Governamentais terão a partir do dia 5 de dezembro, uma importante ferramenta par auxiliar na sua comunicação com a mídia. A Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom, lança o caderno “Comunicar é Preciso – Como Ongs podem se comunicar melhor com a Imprensa”, organizado pela jornalista Janine Saponara, coordenadora do grupo de trabalho sobre Terceiro Setor da entidade. O evento de lançamento será realizado a partir das 19h, no auditório do Centro Brasileiro Britânico, que fica na rua Ferreira de Araújo, 741, em São Paulo, com palestra sobre a importância da comunicação para as Ongs que será feita pelo fundador e coordenador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira.

O caderno “Comunicar é preciso é o segundo volume da série Cadernos de Comunicação Organizacional, publicada pela Abracom. No primeiro volume, o tema foi “Como contratar uma agência de comunicação”.

Transferência de know how

O caderno destinado às Ongs foi organizado a partir do trabalho de pesquisa feito pelo grupo da Abracom que debate temas ligados à comunicação no Terceiro Setor. A publicação é destinada aos gestores de Ongs, com o objetivo de indicar caminhos para que o contato das organizações com a imprensa seja feito de modo mais direto e objetivo. Segundo a coordenadora do grupo de trabalho da Abracom, Janine Saponara, “o objetivo do caderno é contribuir para reduzir a exclusão da fonte, que vivemos hoje, pois a imprensa – não só por sua culpa – entrevista sempre as mesmas ongs”. O Grupo considerou de extrema importância transferir seus conhecimentos para as organizações que não têm recursos e para as quais a imprensa é um público fundamental público fundamental para o sucesso de suas iniciativas.

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Mensagem

Pesquisa – Contextualização: uso do conceito de mediação / Educação e mediação simbólica / O surgimento da internet: dos “mísseis” às comunidades / Os sentidos da virtualidade / Internet e educação: uma perspectiva teórica /

Contextualização: uso do conceito de mediação

O conceito de mediação foi empregado junto ao de meios de comunicação, de forma particular, pelo filósofo colombiano e teórico dos estudos culturais latino-americanos Jesús Martín-Barbero, no livro “Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e hegemonia”. Na época de publicação do livro (1987) a internet não tinha nem o tamanho, nem a popularidade e nem a disseminação que adquiriu nos últimos anos, principalmente de 1996 para hoje, 2007. Mas, já naquele instante, o uso do termo mediação referia-se às construções culturais e simbólicas, as resignificações, de um sujeito imerso em um contexto de globalização cultural, de multiculturalismo e de intertextualidade (características também da internet). Em nosso contexto particular, o uso pode passar por uma reapropriação para a utilização das novas tecnologias de comunicação digital interativa em rede, em especial a internet, e ao processo de ensino-aprendizagem.
Parte-se do pressuposto de que o sujeito, que faz uso dos meios de comunicação de massa ou dos meios de comunicação interativos, integra uma comunidade, um grupo, um universo particular, tomando decisões de acordo com o contexto em que está imerso, negociando simbolicamente com os meios de comunicação. No caso particular da América Latina – com sociedades de subdesenvolvimento acelerado e modernização compulsiva – a comunicação, assinala Martín-Barbero, assume “os bloqueios e as contradições” em que os sujeitos estão situados, em uma emergência de sujeitos sociais e identidades culturais novas. “Assim, o eixo do debate deve se deslocar dos meios às mediações, isto é, para as articulações entre práticas de comunicação e movimentos sociais, para as diferentes temporalidades e para a pluralidade de matrizes culturais”. (Martín-Barbero, 2001, p.270)

 

 

 

 

 

Educação e mediação simbólica

Mais do que a concepção “clássica” de educação, quase teológica, de um professor onipotente e onipresente, uma nova perspectiva é assumida a partir do uso do termo mediação no processo de ensino-aprendizagem. Com seu emprego e uso, a idéia passa a ser de que as tomadas de decisões do professor e o posicionamento e reflexão dos alunos acontecem muitas vezes em um espaço de conflitos e de crítica. O processo educativo, como integrante de uma ação simbólica, de uma matriz cultural inerente ao contemporâneo, assume desta forma uma perspectiva não apenas de transmissão de conhecimento, mas de mediação, de acordos entre as partes, de negociação, inclusive de construção dialética, no sentido hegeliano de síntese de opostos.
Esse uso do conceito de mediação atrelado à educação se aproxima da concepção sócio-construtivista interativa, em que a relação entre professor e aluno se dá num contexto de diálogo franco, aberto, multilateral, em que as capacidades e os talentos de todos os envolvidos no processo são levados em consideração no processo de ensino-aprendizagem. A internet, com sua universalidade, com sua atemporalidade e com suas novas perspectivas de espacialidade, vem como ferramenta que contribui para uma nova cultura na educação, uma nova forma de elaboração e disseminação do conhecimento, uma cibercultura que não está só paralela à cultura tal qual a conhecemos, em seu sentido geral, de formas de fazer, de habilidades, mas também em seu sentido amplo, como produção e disseminação de formas simbólicas, com suas simulações e virtualidades. (THOMPSON, 1995, p.193)

O surgimento da internet: dos “mísseis” às comunidades

As origens históricas da internet remetem-se à Guerra Fria (conflito político, bélico, científico e tecnológico entre os EUA e a ex-URSS), quando foi desenvolvida a Arpanet (Advanced Research Projects Agency – Agência de Projetos de Pesquisa Avançadas), rede de computadores montada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em setembro de 1969 com o objetivo de integrar computadores diversas bases militares e estimular a pesquisa entre universidades. Ou seja, os usos tinham fins negativos (em relação ao conflito EUA-URSS), mas foi justificada também por seu uso positivo (científico).
O sociólogo espanhol Manuel Castells, um dos mais otimistas pensadores sobre as novas tecnologias de comunicação, faz o que ele chama de uma “fórmula improvável” nas origens da internet, que somam: big sciense, pesquisa militar e a cultura da liberdade. “A Arpanet teve suas origens no Departamento de Defesa dos EUA, mas suas aplicações militares foram secundárias para o projeto do IPTO (Information Processing Techniques Office – Escritório de Processamento de Informações Técnicas) era financiar a ciência da Computação nos Estados Unidos e deixar que os cientistas fizessem seu trabalho surgisse disso.” (CASTELLS, 2003, p. 20). E surgiu. A internet como a conhecemos hoje, com sua arquitetura de rede, baseasse em três princípios que a orientaram inicialmente, segundo Castells: “uma estrutura de rede descentralizada; poder computacional distribuídos através dos nós da rede; e redundância para diminuir os riscos de conexão.” (CASTELLS, 2003, p.20).
A internet acabou sendo utilizada a partir da década e 1970 como uma integrante da cultura da liberdade disseminada nos campi universitários norte-americanos, mantendo entre os estudantes redes comunitárias. Castells avalia que sem essa contribuição de manter redes comunitárias, talvez a história da internet fosse diferente, não abarcando o mundo inteiro. Nasce daí a cultura hacker (que é preciso diferenciar da cultura cracker). A cultura hacker engloba, segundo Castells, sob uma reflexão de Steve Levy, “um conjunto de valores e crenças que emergiu das redes de programadores de computador que interagiam on-line em torno de sua colaboração em projetos autonamamente definidos de programação criativa.” (CASTELLS, 2003, p. 38). Já o termo cracker passou a designar os programadores que quebram códigos, entram em sistemas ilegalmente e criam tráfego nos computadores, apesar de haver algumas discordâncias sobre o significado termo.

Os sentidos da virtualidade

Outro teórico das novas tecnologias, ao lado do espanhol Manuel Castells, é o tunisiano-francês Pierre Lévy. Um grande otimista, um grande entusiasta da internet. Ambos sempre viram, em seus estudos, positivamente os usos da rede mundial de computadores na sociedade, na política, no lazer e na educação. A obra de Lévy sobre os usos e interações sociais na rede mundial de computadores é significativa. Entre seus livros traduzidos para o português pela editora 34, que o publica no Brasil, estão “As tecnologias da inteligência”, “O que é virtual?” e o indispensável “Cibercultura”.
Neste último, em especial, há uma espécie de síntese das reflexões dos dois anteriores. Os diversos empregos do conceito de virtual, por exemplo, são descritos no “Cibercultura”:

Esses sentidos pretendem nos situar a respeito das diversas possibilidades de simulação até o controle em tempo real de nosso representante no modelo de situação simulada. Sugerem, desta forma, espacialidades e temporalidades a que o ciberespaço submete. Os conceitos dividem o Mundo Virtual em diferentes escalas. Entretanto, cada uma delas remete-se ao ser humano e suas possibilidades interativas com a máquina ou mesmo com o espaço físico, partindo-se do mais forte (filosófico) ao mais fraco (sentido tecnológico).

Internet e educação: uma perspectiva teórica

Foi o próprio Pierre Lévy, professor da Universidade de Paris VIII, um dos primeiros teóricos a perceber o impacto da internet sobre a construção do saber. Acabou se tornando referência sua reflexão sobre educação e cibercultura, ou seja, a formação do indivíduo a partir das novas construções sócio-culturais e políticas conseqüentes dos usos das novas tecnologias.
Ele constatou três grandes mudanças nas relações com o saber. A primeira (1ª) seria que na primeira vez da história as competências adquiridas por uma pessoa no início de sua formação profissional estariam obsoletas no final de sua carreira. A segunda (2ª) está na própria natureza do trabalho, pois trabalhar passa mais do que nunca a significar aprender, transmitir saber e produzir conhecimento. A terceira (3ª) e última é que o ciberespaço suporta tecnologias intelectuais que amplificam, exteriorizam e modificam numerosas funções cognitivas humanas: memória (banco de dados, hiperdocumentos, arquivos digitais de todos os tipos), imaginação (simulações), percepção (sensores digitais, telepresença, realidades virtuais), raciocínios (inteligência artificial, modelização de fenômenos complexos).
As novas formas de acesso à informação e os novos tipos de raciocínio e de conhecimento aumentam o que Lévy chama de inteligência coletiva, pois são objetivadas em documentos digitais ou programas disponíveis em rede e podem ser compartilhadas por inúmeros indivíduos.
Novos espaços do conhecimento também são criados, segundo o pesquisador. Para ele: “No lugar de uma representação em escalas lineares e paralelas, em pirâmides estruturadas em “níveis”, organizadas pela noção de pré-requisitos e convergindo para saberes ‘superiores’, a partir de agora devemos preferir a imagem de espaços de conhecimento emergentes, abertos, contínuos, em fluxo, não lineares, se reorganizando de acordo com objetivos ou contextos, nos quais cada um ocupa uma posição singular e evolutiva”. (LÉVY, 2003, p. 158)
O autor avaliou a necessidade de duas reformas nos sistemas de educação e formação. Primeiramente, o surgimento de um novo estilo de pedagogia como umas das questões essenciais no EAD (Ensino Aberto e a Distância), assinala Pierre Lévy, pois favorece o professor como incentivador e animador de inteligências coletivas de grupos de alunos em vez de um fornecedor direto de conhecimentos. A segunda refere-se ao reconhecimento de experiências adquiridas. “Se as pessoas aprendem com suas atividades sociais e profissionais e a escola e a universidade perdem progressivamente o monopólio da criação e transmissão de conhecimento, os sistemas públicos de educação podem ao menos tomar para si a nova missão de orientar os percursos individuais no saber e de contribuir para o reconhecimento de saberes pertencentes às pessoas, aí incluindo os saberes não acadêmicos” (LÉVY, 2003, p.158)
Finalmente, o autor faz uma previsão que parece estar se concretizando hoje nas relações entre internet e educação. Para ele, o ciberespaço, a interconexão de computadores no planeta, tende a se tornar a principal infra-estrutura de produção, transação e gerenciamento econômicos. “Será em breve o principal equipamento internacional da memória, pensamento e comunicação. Em resumo, em algumas dezenas de anos, o ciberespaço, suas comunidades virtuais, suas reservas de imagens, suas simulações interativas, sua irresistível proliferação de textos e de signos, será o mediador da inteligência coletiva da humanidade”. (LÉVY, 2003, p. 167). A existência deste novo suporte de informação e comunicação, termina Lévy, condiciona a emergência de novos gêneros de conhecimento inusitados, critérios de avaliação inéditos para orientar o saber, novos atores na produção e tratamento dos conhecimentos. Estas são algumas das questões que devem ser levadas em consideração na implementação de políticas de educação. Eis um retrato do admirável mundo novo da internet…

Bibliografia

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. Tradução: Roneide Venâncio Majer; atualização para 6ª Edição (2003): Jussara Simões – (A era da informação: economia, sociedade e cultura; v.1). São Paulo: Paz e Terra, 1999.

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet. Reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999.

LUCENA, Carlos e FUCKS, Hugo. Professores e aprendizes na WEB: a educação na era da internet. Rio de Janeiro: Ed. Clube do Futuro, 2000.

MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos Meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997.

THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: Teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, Vozes, 1995.

E-links

http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet
Verbete da enciclopédia virtual Wikipédia sobre a Internet, sua história, alguns serviços populares, ética e usos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Educação
Verbete da enciclopédia virtual Wikipédia sobre Educação, com links para diversas áreas com alguma relação com esse campo de ação, de pensamento e de transferência e mediação de cultura.

http://educacaonaweb.blogspot.com/

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

Assim muitos locais sociais do trabalho em rede começaram começados por alguém que diz, hey, eu penso que estes retrato/canção/faixa/o que quer que é grande e eu quero compartilhar d com meus amigos….e antes que você puder dizer MySpace que a pessoa tem milhares de “amigos” quem são também passionate em sua opinião que o retrato/canção/faixa/o que quer que na pergunta é grande.

Ter amigos é grande; realmente, é. Nós não estamos de encontro aos amigos no menos. Ter uma rede da sustentação que possa o suportar acima de encontro a um mar da dúvida é grande, demasiado. Se você pensar que o laço que um `amarelo da fita em volta da árvore Ole do carvalho é a mais melhor canção produziu sempre, um quarto virtual completamente dos amigos que tranquilizam o que você é direita impulsionará sua confiança como nada mais.

O problema é, uma rede social dos povos like-minded que concordam com você não faz a coisa que você é todo que concorda sobre verdadeiro. Tudo que significa é que há um grupo dos povos que estão em torno de concordar com você. “Você é absolutamente estrondo-aproximadamente nessa canção” tem echos ominous do “ampère-hora, o emperor, que o terno olha positivamente dashing em você.” E quando você começa pensar que é verdadeiro porque você está começando assim que pode cursos positivos da rede, você é furado dentro grupo-pensa, e há um risco real de careening descontroladamente fora das estradas de uma realidade objetiva mais amplamente compartilhada.

O que todas as redes necessit-e eu sociais incluímos a rede social que revolve em torno de ThinkFree nesta indicação-está uma maneira spice acima da conversação com o inesperado, o serendipitous. Tudo que faz exame realmente é um miúdo a dizer “mas mom, o emperor não está desgastando nenhuma roupa,” e realidade inunda a cena. Nós necessitamos nossas redes sociais não apenas suportar-nos e reaffirm, mas desafiar-nos e testar nossas opinião e opiniões.

Às vezes é mais instructive distante para procurar para fora as opiniões dos povos que discordam com o que nós estamos pensando. Nós podemos nunca vir ao redor ver coisas sua maneira, mas nós podemos aprender mais sobre nos, nossas posições, e as coisas sobre que nós sentem passionate. E aquela é uma coisa boa.

Nós pudemos mesmo concordar que é uma coisa grande.

Que você pensa?

Tag

http://blog.thinkfree.com/2007/07/10/the-dark-side-of-social-networking-unenlightenment/

steven johnson – grandes autores

Steven Johnson
STEVEN JOHNSON já foi citado como um dos mais influentes pensadores do ciberespaço pelos periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. (atualizado em fev-08)

Steven Johnson nasceu há 1970 anos e vive em Nova Iorque desde 1991. Formado em Semiótica e Literatura Inglesa, tem-se destacado como um dos maiores estudiosos da tecnologia digital.

Fixou-se, recentemente, em Brooklyn, para onde, como diz no seu blogue (www.stevenberlinjohnson.com), se estão a mudar todos os escritores cokm crianças. Tem dois filhos e aguarda o seu terceiro menino.
É crítico cultural e professor na New York University, destacou-se como colunista dos jornais The New York Times e The Wall Street Journal e das revistas The New Yorker e Harper’s Magazine. Dono de uma escrita polémica, tem publicados quatro livros e, em Outubro, sairá no mercado americano The Ghost Map. Esteve, recentemente, em Lisboa, para lançar Tudo o que É Mau Faz Bem (Lua de Papel).

Tudo o Que É Mau Faz Bem
Cultura da Interface

.
A Inteligência Coletiva: cartografando as redes sociais no ciberespaço
http://www.cibersociedad.net/congres2004/grups/fitxacom_publica2.php?grup=19&id=335&idioma=ca

INFORMAÇÃO, CIDADE E CONHECIMENTO: POR UMA ABORDAGEM DO ESPAÇO URBANO http://www.cinform.ufba.br/v_anais/artigos/silviojoseconceicao.html

Principais autores nas ciências sociais do Século XX

Total

Economistas

Sociólogos

C. políticos

Antropólogos

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Gilberto Freyre

44,9%

44,9%

28,6%

28,6%

50,0%

50,0%

46.2%

53,9%

66,7%

50,0%

Celso Furtado

42,9%

44,9%

92,9%

85,7%

0,0%

0,0%

53,9%

61,5%

0,0%

0,0%

Raymundo Faoro

34,7%

34,7%

28,6%

35,7%

20,0%

10,0%

38,5%

38,5%

50,0%

50,0%

Sérgio Buarque de Hollanda

34,7%

28,6%

35,7%

35,7%

20,0%

20,0%

53,9%

15,4%

33,3%

50,0%

Victor Nunes Leal

20,4%

24,5%

7,1%

0,0%

20,0%

20,0%

38,5%

46,2%

33,3%

50,0%

Florestan Fernandes

10,2%

20,4%

14,3%

14,3%

20,0%

20,0%

7,7%

23,1%

16,7%

33,3%

Caio Prado Júnior

18,4%

20,4%

28,6%

28,6%

10,0%

10,0%

23,1%

30,8%

0,0%

0,0%

Oliveira Viana

16,3%

16,3%

0,0%

0,0%

10,0%

10,0%

46,2%

23,1%

6,7%

33,3%

Euclides da Cunha

14,3%

14,3%

7,1%

7,1%

0,0%

0,0%

15,4%

15,4%

33,3%

33,3%

Fonte: enquete entre 49 cientistas sociais brasileiros. cad qual indicou até cinco obras mais importantes e cinco mais influentes. Quando não foi feita a distinção, a obra foi considerada importante e influente.

Os clássicos: Gilles Deleuze e Michel Foucault.

    Os clássicos da Profª Ivete Keil são Gilles Deleuze e Michel Foucault.  

    Ivete Keil é professora do PPG em Ciências Sociais Aplicadas, do Centro de Ciências Humanas, Pós-Doutora pela  École des Hautes Études en Sciences Sociales, EHESS, Paris, França. Doutora em Antropologia pela Université de Paris V (Rene Descartes), U.P. V, Paris, França e Mestre em Antropologia Social pela UFRGS.

    “Não é possível falar de uma só influência. Vários autores entram em conexão de fluxos rejuntando arte, vida, poesia e realidade. Artaud, Kafka, Nietzsche, Deleuze, Foucault, Marx, Negri, Dostoievski, Céline, Lawrence e, muitos, muitos outros. Entretanto, vou escolher dois deles: Gilles Deleuze e Michel Foucault.

    Gilles Deleuze e Michel Foucault

    Escolhi justamente Deleuze e Foucault pela importância das suas obras para a leitura do nosso tempo, mas também, porque eles foram muitíssimo comprometidos com a sociedade, fizeram muitas manifestações e protestos contra a dominação e a favor das minorias. Foram verdadeiramente militantes. Para se ter uma idéia, lembro o GIP (Grupo de informações sobre a prisão no qual eles fizeram um trabalho intenso, denunciando as más condições das prisões francesas e, ao mesmo tempo, possibilitaram a organização dos presos). Além de uma obra extremamente inovadora que mexeu profundamente em teorias e conceitos, revolucionando tudo, revolucionando verdades estabelecidas, eles foram para o campo de batalha. Adotaram a ética como estética da existência profundamente comprometida.

    Obras

    L’ anti-oedipus é a obra que, entre tantas, poderia citar de Deleuze. Ela redimensiona o conceito de inconsciente, negando a idéia de teatro utilizada até então para projetá-lo como uma usina, um lugar, um agente de produção. O inconsciente deixa de ser figurativo e estrutural para aparecer como máquina. Esse trabalho propõe uma grande guinada. O mito edipiano, tão caro às sociedades ocidentais, é colocado como nosso grande erro. O argumento utilizado é bastante convincente, pois ele bloqueia as forças produtivas do inconsciente. Essas forças produtivas fragilizadas perdem a potência revolucionária do desejo, as tornam prisioneiras dentro do familialismo.  

    Il faut défendre la société é uma obra de Foucault que traz um curso ministrado pelo autor, no Collège de France. Trata-se, abandonando o modelo jurídico de soberania, de uma análise concreta das relações de poder. O interesse do filósofo é saber a maneira pela qual as relações de sujeição podem fabricar os sujeitos. Ele estuda, para além das leis como manifestação de poder, diferentes técnicas de coerção. Para tanto, entra no tema da guerra como cifra da paz. Mostrando, através do deciframento do discurso histórico-político, que a guerra (em seus diferentes aspectos, invasão, batalha, conquista, vitória, relação dos vencedores e vencidos, pilhagem, apropriações, sublevações) divide o campo social inteira e permanentemente. Um discurso que, em verdade, funciona como arma para uma vitória partidária, um discurso sombriamente crítico e, ao mesmo tempo, profundamente mítico.

    Foucault disse certa vez que o século XXI seria deleuziano. Creio que será uma mistura dos dois. Muito vamos ganhar se isso acontecer.

    Deleuze, Foucault e Ivete Keil

Todos os livros que li, de alguma maneira, afetaram minha subjetividade. É muito difícil separar. Leio muito. Na verdade, estou sempre lendo. Dias a fio fico lendo. Adoro os livros. Ler para mim é um modo de proteger minha solidão. Prezo isso. Portanto, falar de influências específicas é muito difícil. Quando se busca um autor e não o outro, é porque sua escritura faz eco no pensamento de quem quer lê-lo, e o outro não. De qualquer maneira, quando leio (e releio) Deleuze e Foucault leio e releio coisas que parecem que já estavam no meu pensamento e na minha vida. Acontece com outros autores também. Antonio Negri é um deles.