Escolas matam a criatividade? Ken Robinson acha que sim

Escolas matam a criatividade? Ken Robinson acha que sim

Parte 1/2:

Parte 2/2:

www.sirkenrobinson.com

Ken Robinson is an internationally-renowned expert in the field of creativity and innovation in business and education, his visionary consultancy skills employed by governments, major corporations and cultural organizations worldwide.

Born in Liverpool in 1950, he gained a Ph.D. in 1981 from the University of London for research into drama and theatre in education. He was the principal author of “The Arts in Schools: Principles, Practice and Provision”, a standard text in the UK and around the world.

TEDTalks

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As TedTalks são é a maior, melhor e mais inteligente conferência já realizadas no mundo. A cada ano, os grandes pensadores e realizadores se reúnem para compartilhar seu conhecimento e torná-lo livre para o mundo.

A sigla TED quer dizer Tecnology, Entertainment and Design, mas as “conversas”, por assim dizer, vão muito além e abrangem muitos outros temas interessantes e inspiradores como: desenvolvimento sustentável, educação, medicina, astronomia, arte e cultura.

*** Mais TEDTalks em Português:

http://www.youtube.com/TedTalksPortugues

O Tedtalks portugues parou de ser atualizado mas ainda existe lá, vale visitar.

smARThistory – museu da historia da arte interativo

SmARThistory – museu da historia da arte interativo

referências: Miriam Salles, meiroca.com,

telaarthistory

Pra quem sabe inglês, ama arte e sua historia smARThistory é a propria Historia da arte interativa online em forma de linha do tempo.

É possivel navegar entre os varios periodos historicos na linha do tempo, da antiquidade ate’ a era contemporanea. Já contém imagens de mais de 200 obras de arte. Pode-se navegar por estilo, e artista.

SmARThistory foi concebido por Beth Harris e Steven Zucker para ser um recurso dinâmico para o estudo da História da Arte: uma alternativa aos livros de Arte  que os autores consideravam muito caros e poucos atrativos e aos recursos na web geralmente pouco interativos, que não exploram as redes sociais ou são protegidos por senhas. Continue lendo »

M-learning mobile learning

Quinn [Quinn 2000] considera que m-learning é o “e-learning por meio de equipamentos computacionais móveis: palms, dispositivos com Windows CE e até mesmo telefone celular”.

Chabra [Chabra 2002] define como m-learning “a habilidade de receber educação a qualquer tempo, em qualquer lugar e por meio de qualquer dispositivo”.

Harris [Harris 2001] acredita que m-learning é o “o ponto no qual a computação móvel e o e-learning se interceptam para produzir uma experiência de aprendizado a qualquer tempo e em qualquer lugar”.

Entre os benefícios já identificados para o m-learning estão a flexibilidade ainda maior, em termos de tempo e espaço, comparativamente ao e-learning. Experiências de aprendizado que podem ser realizadas enquanto o aluno se desloca nos transportes urbanos ou durante o breve tempo de um lanche são constantemente citadas como situações possíveis no contexto do m-learning.

Outra questão sobre o uso de equipamentos móveis no aprendizado é que o estudo sai de locais tipicamente destinados para esse fim – bibliotecas, laboratórios e o cômodo da casa onde a estante e o computador se localizam – e passa a estar em qualquer local no vasto ambiente em que vive e se move o aluno: a cozinha, o jardim, a casa do amigo, a praia ou o consultório médico [InkPen 1998]. Nesse sentido, ao invés de o aluno ir até o local onde se estuda, é o estudo que o acompanha no vai-e-vem.

Com a ampliação do alcance da rede de computadores, a comunicação entre os alunos e deles com os professores pode se dar ainda mais amiúde, já que o período em que se está “fora do ar” diminui. Assim sendo, tanto no tempo quanto no espaço, a distinção clara entre o local e a hora de aula e o local e a hora do lazer ou trabalho se desfaz. Os professores também ganham enorme flexibilidade, além de poderem acompanhar mais de perto o aluno, seja conversando com ele ou mediante monitoração das atividades já realizadas.

Outra vantagem é que alunos e professores podem fazer estudos em determinados locais e transmitir as respectivas anotações e fotos, diretamente, aos demais professores e colegas. Isso pode acontecer de maneira prevista, como numa visita a uma floresta ou a um forte militar, ou de maneira casual, quando um objeto ou situação diferente é observado ao longo de um caminho habitual. Chabra também menciona como vantagem do m-learning a facilidade de uso dos equipamentos e o custo mais baixo em relação aos desktops [Chabra 2002].

Inglês On-line – GRATUITO

Inglês On-line para Crianças (todos, adultos também) GRATUITO

Mingoville é um curso on-line gratuito, divertido e interactivo, com personagens animadas (os flamingos), que disponibiliza ferramentas virtuais de aprendizagem para ajudar as crianças a aprender a Língua Inglesa, através de jogos, canções, exercícios, etc.

O ambiente virtual está disponível em 32 línguas e contribui para facilitar a aprendizagem das crianças a melhorar as suas capacidades ao nível da escrita, gramática, ortografia e pronúncia.

O Mingoville disponibiliza uma área específica para os pais, com algumas informações úteis, bem como um manual de apoio para qualquer educador. Também oferece uma área específica para as escolas, com licenças que permitem os professores, planear e administrar cursos de Inglês on-line para os seus alunos, tendo a possibilidade de armazenar todas as actividades elaboradas.

Para poder usufruir deste curso, basta efectuar um registo colocando alguns dados de identificação. Depois, é só aceder ao Mingoville e explorar esta ferramenta interactiva.

Fonte: educ@tic

PARA ACESSAR AQUI

Harnessing Technology: Schools Survey 2008 – TICs apresentam melhores taxas nos resultados escolares

Um estudo desenvolvido no Reino Unido, pela BECTA, como resultado de seis anos de trabalho, analisa a influência das TIC nos resultados escolares dos alunos.

Conclui-se que as escolas que utilizam as TIC apresentam melhores taxas de progressão nos resultados escolares.

Ainda que a Grã Bretanha seja um dos países onde se verifica uma grande preocupação em equipar tecnologicamente as escolas, apenas uma pequena percentagem (cerca de20 %), utiliza eficazmente as TIC nos processos de ensino.

Tal está de acordo com as conclusões de um outro relatório anual relacionado com a utilização das TIC em contexto educativ

Assim, considera-se:

  • que deverá continuar a ser incrementada a utilização dos meios tecnológicos numa perspectiva pedagógica, apontando-se exemplos de tecnologias não apenas “físicas”: telefones portáteis, quadros interactivos, rádio escolar na Internet, podcast, videoconferência…
  • Além da importância de uma boa conexão banda larga nas escolas, dá-se especial relevância ao papel dos quadros interactivos, embora estes ainda continuem a ser utilizados essencialmente para apresentação de conteúdos, pelo que a “interactividade” ainda é algo com espaço para ocupar.
  • Para tal, poderão contribuir os dispositivos móveis aliados aos quadros interactivos.

Verifica-se que o desenvolvimento e a contribuição de recursos desenvolvidos pelos professores estão aumentando.  No entanto, destaca-se a necessidade de ter mais tempo para experimentar e produzir os recursos, tal como para conhecer melhor as ferramentas utilizadas para a produção dos mesmos.

Questões:

  1. De acordo com as experiências, as TIC estão ou poderão influenciar os resultados escolares dos alunos (podendo tal ser sintomático de desenvolvimentos de aprendizagem)?
  2. Os recursos tecnológicos que são disponibilizados pelas escolas são os mais adequados às necessidades dos professores? E são utilizados de forma a serem rentabilizados?
  3. Os recursos digitais que os professores e alunos têm à sua disposição e/ou desenvolvem são adequados? Quais as barreiras para que tal não aconteça?