Debora Secco novinha, pelada, antes do silicone e plasticas

Debora Secco, novinha, pelada, sem silicone e plásticas.

               

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MíMESis ou MIMESE – a teoria do “meme”

Grecia Atene
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MíMESis ou MIMESE

Do gr. mímesis, “imitação” (imitatio, em latim), designa a acção ou faculdade de

imitar; cópia, reprodução ou representação da natureza, o que constitui, na filosofia aristotélica, o fundamento de toda a arte. Heródoto foi o primeiro a utilizar o conceito e Aristófanes, em Tesmofórias (411), já o aplica. O fenómeno não é um exclusivo do processo artístico, pois toda actividade humana inclui procedimentos miméticos como a dança, a aprendizagem de línguas, os rituais religiosos, a prática desportiva, o domínio das novas tecnologias, etc. Por esta razão, Aristóteles defendia que era a mímesis que nos distinguia dos animais.


The philosopher Plato
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Os conceitos de mímesis e poeisis são nucleares na filosofia de Platão, na poética de Aristóteles e no pensamento teórico posterior sobre estética, referindo-se à criação da obra de arte e à forma como reproduz objectos pré-existentes. O primeiro termo aplica-se a artes tão autónomas e ao mesmo tempo tão próximas entre si como a poesia, a música e a dança, onde o artista se destaca pela forma como consegue imitar a realidade. Não se parte da ideia de uma construção imitativa passiva, como acontece na diegesis platónica, mas de uma visão do mundo necessariamente

dinâmica. A mímesis pode indiciar a imitação do movimento dos animais ou o seu som, a imitação retórica de uma personagem conhecida, a imitação do simbolismo de um ícone ou a imitação de um acto musical. Estes exemplos podemos colhê-los facilmente na literatura grega clássica. As posições iniciais de Platão, na República, para quem a imitação é sobretudo produção de imagens e resultado de pura inspiração e entusiasmo do artista perante a natureza das coisas aparentemente reais (o que se vê em particular na comédia e na tragédia), e de Aristóteles, na Poética, para

Portrait of Aristoteles. Pentelic marble, copy...
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quem o poeta é um imitador do real por excelência, mas seu intérprete, função que compete ao cientista, foram largamente discutidas até hoje. Em particular, a questão da poesia ainda permance em aberto: seguimos com Platão se aceitarmos que a imitação fica ao nível da lexis, ou seguimos com Aristóteles, se aceitarmos que todo o mundo representado ou logos está em causa e que não resta ao artista outra coisa que não seja descrever o mundo das coisas possíveis de acontecer, coisas a que chamamos verosimilhanças e não propriamente representações directas do real?

Os tratadistas latinos, como Horácio, vão defender o princípio aristotélico, reclamando que a pintura como a poesia (ut pictura poesis), por exemplo, são artes de imitação.

Vários teóricos contemporâneos tentaram recuperar esta questão, que se relaciona com o  conceito de verosimilhança, discutido por autores como Ingarden, Sklovski, Vygotski, Jakobson, Barthes, Genette ou Hamon. O alemão Erich Auerbach traça, em Mimesis (1946), a história da representação poética da realidade na literatura ocidental, analisando a relação do texto literário com o mundo, mas recusando definir o que seja a imitação; Northrop Frye, em Anatomy of Criticism (1957), retoma a distinção aristotélica entre mímesis superior (domínio superior de representação, onde o herói domina por completo a acção das restantes personagens) e a mímesis inferior (domínio onde o herói se coloca ao mesmo nível de representação das restantes personagens); a estética de Georg Lukàcs presta particular atenção às artes não figurativas, que o teórico marxista considerava a exteriorização mais verdadeira da intimidadade do artista; Hans Georg Gadamer retoma a filosofia de Pitágoras, para quem o mundo real imitava a ordem cósmica das relações numéricas, para defender que a música, a literatura e a pintura modernas imitam essa ordem primordial. Em todos os casos, falamos de imitação enquanto forma de representação do mundo e não como uma forma de copiar uma técnica (imitatio, na retórica latina), o que foi prática corrente a partir do Império Romano, sobretudo na imitação da obra de mestres de gerações anteriores. É talvez Jacques Derrida quem propõe uma reflexão mais radical sobre o conceito de mímesis: o real é, em síntese, uma replicação do que já está descrito, recontado, expresso na própria linguagem. Falar neste caso de imitação do mundo é aceitar que estamos apenas a repetir uma visão aprendida na linguagem. A semiótica contemporânea substituiu o conceito de imitação pelo conceito de iconicidade nos estudos literários.

ÍCONE; poética; Ut pictura poesis

Bib.: Erich Auerbach: Mimesis. Dargestellte Wirklichkeit in der abendländischen Literatur (1946; Mimésis. La représentation de la réalité dans la littérature occidentale, Paris, 1968); David Lodge: “Mimesis and diegesis in modern fiction”, in After Bakhtin (1990); Jacques Derrida: La Dissémination (1972); L.Costa Lima: Mímesis e Modernidade (1980); M. Koller: Die Mimesis in der Antike (1954); R. Mc Keon: “Literary Criticism and the Concept of Imitation in Antiquity”, in Critics and Criticism Ancient and Modern, ed. R.S. Crane (1952).

link: e-dicionario de termos literários

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Harnessing Technology: Schools Survey 2008 – TICs apresentam melhores taxas nos resultados escolares

Um estudo desenvolvido no Reino Unido, pela BECTA, como resultado de seis anos de trabalho, analisa a influência das TIC nos resultados escolares dos alunos.

Conclui-se que as escolas que utilizam as TIC apresentam melhores taxas de progressão nos resultados escolares.

Ainda que a Grã Bretanha seja um dos países onde se verifica uma grande preocupação em equipar tecnologicamente as escolas, apenas uma pequena percentagem (cerca de20 %), utiliza eficazmente as TIC nos processos de ensino.

Tal está de acordo com as conclusões de um outro relatório anual relacionado com a utilização das TIC em contexto educativ

Assim, considera-se:

  • que deverá continuar a ser incrementada a utilização dos meios tecnológicos numa perspectiva pedagógica, apontando-se exemplos de tecnologias não apenas “físicas”: telefones portáteis, quadros interactivos, rádio escolar na Internet, podcast, videoconferência…
  • Além da importância de uma boa conexão banda larga nas escolas, dá-se especial relevância ao papel dos quadros interactivos, embora estes ainda continuem a ser utilizados essencialmente para apresentação de conteúdos, pelo que a “interactividade” ainda é algo com espaço para ocupar.
  • Para tal, poderão contribuir os dispositivos móveis aliados aos quadros interactivos.

Verifica-se que o desenvolvimento e a contribuição de recursos desenvolvidos pelos professores estão aumentando.  No entanto, destaca-se a necessidade de ter mais tempo para experimentar e produzir os recursos, tal como para conhecer melhor as ferramentas utilizadas para a produção dos mesmos.

Questões:

  1. De acordo com as experiências, as TIC estão ou poderão influenciar os resultados escolares dos alunos (podendo tal ser sintomático de desenvolvimentos de aprendizagem)?
  2. Os recursos tecnológicos que são disponibilizados pelas escolas são os mais adequados às necessidades dos professores? E são utilizados de forma a serem rentabilizados?
  3. Os recursos digitais que os professores e alunos têm à sua disposição e/ou desenvolvem são adequados? Quais as barreiras para que tal não aconteça?

Mídia digitais na vida das crianças

Media digitais na vida das crianças

“Kids’ Informal Learning with Digital Media: An Ethnographic Investigation of Innovative Knowledge Cultures” é o título de um projecto de investigação de três anos, realizado nos Estados Unidos da América, cujos resultados acabam de ser publicados. Acessível no site do projecto, sediado nas Universidades da California e Sul da Califónia, explora os modos como as crianças udam os media digitais na sua vida quotidiana.
Acessíveis na Internet encontram-se:

Sumário
Sumário desenvolvido
Relatório integral
Press release e vídeo de apresentação

Via Apophenia (http://www.zephoria.org/thoughts/archives/2008/11/20/living_and_lear.html ), onde tomei conhecimento desta informação, pode aceder-se a outros textos de divulgação desta pesquisa:

Teenagers’ Internet Socializing Not a Bad Thing (NY Times)
Time online teaches kids important skills, study finds (Mercury News)
… and many more

fonte http://comedu.blogspot.com/

Artigo sobre a relação entre comunicação (relações públicas) e tecnologias

COMUNICAÇÃO E ESTE NOVO MILÊNIO (tópicos para uma discussão ou um manifesto passado)

Artigo sobre a relação entre assessorias /comunicação e tecnologias

Cláudio Manoel Duarte*

1.A atividade de assessoria de ganhou força ainda no período da ditadura militar brasileira, principalmente nos anos 70. A comunicação era mais controlada politicamente e as notícias tinham versões unilaterais. Tratada como mercadoria ideológica, a informação passou a ser editada para satisfazer interesses de setores dominantes do poder político e econômico. Para controlar os conteúdos dessas informações, as instituições oficiais, principalmente, utilizavam dos serviços dos profissionais jornalistas, que divulgavam apenas a versão que interessava, através dos press-releases.

2.Como o passar dos anos, no entanto, a assessoria de foi se tornando uma necessidade empresarial. Empresas privadas e entidades, incluindo instituições oficiais, sentem a necessidade de interferir de uma forma mais organizada junto aos meios de comunicação para melhor difundir seu nome, sua versão dos fatos e divulgar seus eventos. Esse, já no início dos anos 80, era um mercado em crescimento no campo da comunicação. Ao tempo em que as empresas ainda não entendiam a importância do relações públicas e novas empresas de jornalismo surgiam lentamente (assim como hoje ainda) a atividade do assessor encontrava espaços no mercado de trabalho.

3.Apenas em 1986, a Federação Nacional de Jornalistas Profissionais lança conceitos básicos, através de um manual, sobre o que seria a atividade de Assessoria , fruto já de uma discussão no congresso de jornalistas realizado em 1984. A Fenaj, no referido Manual, definia a assessoria como o serviço “de administração das informações jornalísticas e do seu fluxo das fontes para veículos de comunicação e vice-versa”.

4.Mas esse conceito já não condiz com a realidade do mercado de trabalho e suas novas necessidades. A realidade exige não mais uma assessoria de imprensa ; mas uma assessoria de comunicação, o que deixa claro o caráter da comunicação integrada. Exige uma assessoria que não se volte apenas para as mídias jornalísticas, mas entre no campo da publicidade e propaganda, das relações públicas e até em outras mídias eletrônicas, como redes de conectividade, cd-roms, totens interativos etc.

5.Nesse sentido podemos pensar a assessoria de comunicação com um conceito mais amplo, como o serviço de administração, produção e difusão de informações e do seu fluxo com as fontes e públicos através dos vários suportes comunicação. Inclui-se aqui “públicos” pois se entende que a assessoria de comunicação chegou a um nível de independência das mídias tradicionais de jornalismo, lhe dando autonomia de gerar seus próprios suportes, como out-doors, sites na internet, jornais, house-organs, revistas, panfletos, folders, cartazes etc, sem passar pelo crivo dos editores nas redação e fazendo um contato direto com seu público.

6. Por trás desse conceito menos dependente do mercado jornalístico está o novo profissional. Aquele que acompanha os avanços das tecnologias contemporâneas e sua repercussão no perfil do comunicador, e seu impacto no mercado do trabalho.
Se formos buscar um perfil, digamos, histórico, do comunicador, ele é definido pela tecnologia da época. Desde a imprensa de Gutenberg até o surgimento da área multimídia da internet, a Web, o novo comunicador, aquele atento às mudanças nos processos comunicacionais, sempre esteve caminhando paralelo a esses avanços. Em tempo de internet, em tempo de fotografias digitais, o trem da máquina de escrever manual com fitas que sujam os dedos e borra o papel é muito lento. A máquina de escrever não se conecta com o digital e propõe uma produção lenta, desacelerada.
Hoje, em plena Era da Informação, as tecnologias contemporâneas e principalmente a informática têm sido os principais suportes para nosso cotidiano. Somos ciborgues a toda hora. A relação homem-máquina está presente desde quando usamos um cartão magnético num caixa eletrônico para fazer compras de alimentos.

7. Ora, não seria a comunicação, que sempre dependeu de instrumentais tecnológicos, que estaria fazendo um caminho em direção inversa a esses avanços, nem igualmente os profissionais. Pelo contrário, são as formas de expressão e seus produtores um dos mais agraciados com as novidades. Somos, agora, também um resultado dessas novidades.

8. No caso particular das assessorias de comunicação, o profissional, seja ele relações públicas, jornalista ou publicitário, tem que estar atento e se desafiar, cotidianamente, diante dos avanços das tecnologias de ponta que estão diretamente relacionadas com sua área de trabalho. Esses desafios incluem desde a busca de uma linguagem textual inovadora (imagem, escrita e som) que esteja conectada com a cultura contemporânea até o domínio técnico dos suportes, como os softs, equipamentos etc. Está findando o tempo do profissional da comunicação precisa de um técnico especialista para fazer, para colocar em prática suas idéias. O novo mercado exige uma qualificação multimídia do comunicador, aquele que pensa e produz, ele mesmo.

9. Essa característica – pensar/fazer – é uma influência direta da entrada da micro informática em nossas vidas. A informática centraliza os processos de produção para o profissional competente – aquele que gera resultados positivos. A micro informática tem dado poderes a quem não os tinha antes e tem associado o pensamento à ação. Hoje, com a micro informática, por exemplo, um editor de jornal impresso imagina a estrutura de sua página, executa e manda para a impressora, quando antes ele dependia do layoutista, do diagramador, do pastapista e do arte-finalista para colocar em prática seu conceito de edição.

10. O próprio press-kit (material de apoio para divulgar eventos, que inclui crachás, press-releases, fotos, gráficos, logomarcas, fichas técnicas e toda uma infinidade de elementos) é uma manifestação da multiplicidade do profissional de comunicação. Pois é esse processo centralizador da micro informática aliado às diversas formas de comunicação que também estarão presente nas assessorias de comunicação – hoje concretamente um dos mercado que mais cresce, se compararmos com as mídias tradicionais. Mas é preciso que o profissional da assessoria dê respostas concretas e de qualidade às exigências do mercado da Era da Informação.

11. Destacamos aqui os avanços das assessorias de comunicação ligadas à produção cultural, à atividade artística, que, além de press-kits, tem procurado incluir a internet como uma de suas principais formas de divulgação.

12. A internet é capaz de disponibilizar textos, som e imagem fixa e em movimento, além de um contato direto, através de e-mail, com o promotor do evento – tudo isso a baixíssimo custo, e com divulgação planetária, e não apenas local.
A maior rede de computadores do planeta já é a segunda maior fonte de informação jornalística nos Estados Unidos. No Brasil, um dos principais mercados de micro informática do mundo, são inúmeros os provedores de internet e novas pessoas conectadas que surgem.

13. Estamos, portanto, nos encontrando com um conceito que vai se tornar cada vez mais claro, mais concreto: a virtualização da comunicação. Não só pela presença de jornais, rádios e tv em versão on line, mas pelo crescimento do ciberespaço enquanto área de difusão da informação, enquanto espaço de uma nova socialidade, enquanto espaço que aglutina públicos e comunidades, e portanto, seus interesses e idéias.

14. Ademais, a internet recupera verdadeiramente uma das questões mais reivindicadas pela comunicação: o feedback, a interatividade. A telemática, como afirma Marcos Palácios, está, pela primeira vez, “fazendo a junção entre comunicação massiva e interatividade. Há até pouco tempo atrás, a dissociação entre massivo e interativo era clara, no âmbito da comunicação. Uma coisa ou outra. O telefone é interativo, mas não massivo, na medida em que é apenas uma extensão tecnológica de um diálogo entre dois interlocutores; a televisão, o rádio, as mídias impressas, etc, são massivas, porém não interativas. A comunicação telemática é interativa e massiva”.

15. Além disso, o mercado on line – para citar uma área nitidamente comercial – têm crescido e junto com ele a necessidade de instrumentais de comunicação. O profissional da informação não poderá ficar ausente desta mídia em expansão.
O ciberespaço – a máxima das conexões das tecnologias digitais – conecta e disponibiliza as inúmeras possibilidades da criação da informação, memória e comunicação. Uma área universal para a formação de um enorme banco de dados e para a difusão de idéias.

16. Citando Pierre Lévy, a perspectiva de digitalização geral das informações “provavelmente tornará o ciberespaço o principal canal de comunicação e suporte de memória da humanidade (…)”. E o profissional de comunicação está mais uma vez diante de um desafio, e mais uma vez, revendo seu perfil a partir das tecnologias contemporâneas diretamente relacionadas à produção da informação.

Miostatina, tratamentos, explosão de musculos, distrofia muscular

* Comentário: vale a pena testar aqui no Brasil o ácido valpróico, pois o “tricostatin A” não é comercializado ainda.

Medicação utilizada em câncer melhora a função muscular
• Medicação utilizada em câncer melhora a função muscular e diminui as alterações patológicas em camundongos com distrofia muscular (18/09/06)
Itália e Estados Unidos – Neste estudos os pesquisadores estudaram três drogas: o ácido valpróico, fenilbutirato e tricostatin A; destas três drogas a triscostatin A (TSA), que é usada no tratamento do câncer,  foi a que apresentou melhor resultado. Estas drogas são inibidores da enzima deacetilase.
 
Na distrofia muscular de camundongos a droga aumenta a expressão da folistatina, que causa aumento da fibra muscular antagonizando o efeito da miostatina. Além de reduzir de forma  importante as alterações patológicas dos músculos a droga também causou aumento da força da muscular. Além disso a droga foi utilizada em camundongos com três meses demonstrando efeito mesmo quando a degeneração muscular já tinha se manifestado. Esta é mais uma linha promissora de drogas para retardar a evolução da doença até que um tratamento definitivo possa surgir.
 
O resumo em inglês do artigo pode ser lido abaixo:
 
(IN PRESS:NATURE MEDICINE, 2006) – Functional and morphological recovery of dystrophic muscles in mice treated with deacetylase inhibitors
G C Minetti, C Colussi, R Adami, C Serra, C Mozzetta, V Parente, S Fortuni, S Straino, M Sampaolesi, M Di Padova, B Illi, P Gallinari, C Steinkühler, M C Capogrossi, V Sartorelli, R Bottinelli, C Gaetano & P L Puri – Italy and USA
Pharmacological interventions that increase myofiber size counter the functional decline of dystrophic muscles. We show that deacetylase inhibitors increase the size of myofibers in dystrophin-deficient (MDX) and  -sarcoglycan ( -SG)–deficient mice by inducing the _expression of the myostatin antagonist follistatin in satellite cells. Deacetylase inhibitor treatment conferred on dystrophic muscles resistance to contraction-coupled degeneration and alleviated both morphological and functional consequences of the primary genetic defect. These results provide a rationale for using deacetylase inhibitors in the pharmacological therapy of muscular dystrophies.
 

Poder e comunicação segundo Luhman:

Poder e comunicação segundo Luhman:

Luhman relaciona o poder com a comunicação quando compara a verdade e dinheiro com poderes que manipulam a sociedade.

O poder deve diferenciar-se da coerção para ter algo concreto e especifico. A coerção significa a renúncia das vantagens da generalização simbólica e a guiar a seletividade do companheiro. A pessoa que exerce coerção deve assumir a carga da seleção e da decisão no mesmo grau em que se exerce a coerção; esta tem que se exercer onde tiver uma carência de poder. A redução da complexidade não se distribui, senão que se transfere à pessoa que usa a coerção. Se isto é ou não, dependeria do complexo e mutabilidade que são as situações em que se ten que tomar as decisões sobre a ação. O poder aumenta com a liberdade em ambas as partes e, por exemplo, em qualquer sociedade determinada, aumenta em proporção com as alternativas que produzem. (LUHMAN, 1995:13-5).

Luhman observa ainda que uma teoria de diferenciação social em estratos e em subsistemas funcionais (seleção organizada = evolução e troca). Teoria de evolução social e cultural que conduz a uma diferenciação crescente. Todo sistema social é conflitante. O grau de conflito varia de acordo com o grau de diferenciação do sistema e de acordo com a evolução social. São as sociedades mais avançadas que necessitam de uma diferenciação funcional entre o código de linguagem em geral e os meios de comunicação simbolicamente generalizados tais como o poder ou a verdade, que condicionam e regulam a motivação para aceitar seleções oferecidas. Por meio desta diferenciação, as potencialidades para o conflito e o acordo podem dar-se conjuntamente na sociedade. Os mecanismos evolutivos da variação e a possibilidade de realizar seleções transferível, socialmente efetivas e utilizáveis, se apresentam pro separado e isto acelera a evolução sociocultural, já que podem ter eleições novas desde mas possibilidades dentro de pontos de vista mais específicos: linguagem e escrita (p. 9-10).

A linguagem como poder de comunicação. O uso de coerção (renúncia das vantagens da generalização simbólica e um guiar de seletividade do companheiro) só se centraliza em sistemas mais simples. Os sistemas mais completos decidem entre si sobre o uso da força.

A função dos meios de comunicação e transmitir a complexidade reduzida. No caso do poder, essas realizações se transferem… Toda forma de teorização rigorosa aparece, assim, como condenada desde o princípio ao fracasso, ou então se revela no fim das contas como simples instrumento de controle e repressão da fluidez e ‘liberdade’ caracteristicamente pós-modernas.

O poder é comunicação guiada pelo código (op cit 22) É inolvidável que a instituição do poder legítimo imponible e´ um fenômeno de maior importância social em comparação com a brutalidade e com o egoísmo. A vida cotidiana está determinada pelo poder normalizado – pelo exercício brutal e egoísta do poder.(op. cit 25)

(N. Luhmann, A Improbabilidade da Comunicação, Lisboa, Vega, 2001)