resenha: BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot

Resenha: BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

      Peter Burke é professor de História da Cultura na Universidade de Cambridge e escreve mensalmente para a seção “Autores” do suplemento “Mais!”, do jornal Folha de São Paulo. Dentre suas publicações em âmbito nacional destacam-se: História social da linguagem (Ed. UNESP), A arte da conversação (Ed. UNESP), Cultura popular na Idade Moderna (Companhia das Letras), Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet (Jorge Zahar), entre outras. “Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot”, originalmente publicado no ano de 2000 e traduzido para a língua portuguesa em 2003, resultou de uma série de conferências promovidas pela Universidade de Croningen, na Holanda. A obra surgiu como reflexo da percepção de uma lacuna na literatura no que diz respeito a estudos voltados à sociologia do conhecimento no início do período moderno, uma vez que grande parte dos estudos sobre a temática concentrou-se numa abordagem referente ao período entre os séculos XIX e XX.

   Burke versa sobre a trajetória da construção do conhecimento na sociedade englobando importantes revoluções intelectuais, a exemplo do Renascimento, da Revolução Científica e do Iluminismo da Europa moderna, e, em certos momentos, traça um paralelo dessas revoluções ocidentais com os países do Oriente. O ponto histórico-referencial da obra compreende o período entre 1450 e 1750, anos que marcam, respectivamente, o surgimento da imprensa tipográfica e a publicação da primeira enciclopédia na França. A delimitação desse período é justificada por Burke com o fato de a imprensa ter impulsionado a confluência dos diferentes tipos de conhecimento e agido como elemento de transformação social, provocando significativas mudanças na forma de produzir, expressar, expandir, apresentar, perceber, disseminar, fazer circular e recuperar informações; e ainda, pelo fato de nortear e suscitar questionamentos, críticas, comparações e o ceticismo da sociedade com relação às produções intelectuais da época. Conseqüentemente, a enciclopédia vislumbra-se como um marco na história do conhecimento, pois enquanto uma das precursoras das inúmeras obras de referência hoje existentes que emergiram como solução para um problema ainda atual, mas que já remontava àquele período o da “recuperação da informação”, revolucionou a pesquisa, acentuou o “comércio do conhecimento” e o “consumo de cultura”.

   Uma história social do conhecimento introduz-se fazendo referência ao senso comum, altamente presente nos discursos atuais, que utilizam clichês como: “sociedade da
Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n.18, 2º sem. 2004 1 39
informação”, “sociedade do conhecimento”, “era da informação”, e instigam o leitor a refletir mais criticamente sobre fatos e elementos, quando de sua apresentação e utilização. Segundo o autor, nem mercantilizar a informação nem utilizá-la como forma de reprimir, dominar e expressar poder são características de cunho político, social e econômico recentes, e sim, tendências vindas de longo prazo, pois já estavam presentes, pelo menos de forma latente, desde o início dos tempos. Com base nessa premissa, Burke, nas linhas que compõem os nove capítulos de “Uma história social do conhecimento”, se vale de exemplos e comentários respaldados em autores de renome para reforçar e balizar o percurso desenvolvido pelo conhecimento nos diferentes momentos sociais e a reorganização do saber, dando ênfase ao conhecimento da elite européia do início da era moderna, com base em textos produzidos nos séculos XVI, XVII e XVIII e sob influência de Michel Foucault, Karl Mannheim, Max Weber e outros.

   Burke apresenta o conhecimento como advindo, em seu início, de uma cultura predominantemente oral; ou seja, a oralidade era o principal veículo de transmissão do conhecimento. O autor transpõe os conhecimentos práticos, operários e populares (presentes nas classes burocratas, artesãos, curandeiros, camponeses etc.) de uma posição coadjuvante para um patamar de agente precursor e impulsionador para o que anos mais tarde concretizou-se através da legitimação das universidades e instituições acadêmicas: a formação dos letrados europeus. Esses intelectuais, muitos ainda ligados ao clero, com base em articulações de grupos corporativos conquistaram espaços e postos significativos na sociedade e tornaram “o saber” um ofício. Entretanto, nesse período as universidades restringiam-se a transmitir conhecimento, e não o produziam, característica que foi sofrendo paulatinas alterações ao longo das revoluções e agregando termos como pesquisa, investigação, experimentos, que no Iluminismo sugerem uma consciência de necessidade de inovação e busca de conhecimento de forma sistemática, útil e cooperativa. Paralelamente, reforça-se a atuação de organizações menos formais no intercâmbio de informações técnico-científicas. As bibliotecas, com a invenção da imprensa, além de expandirem seus acervos, atuavam como sedes de conhecimento, pois naquela época, assim como os cafés e as livrarias, elas se tornaram centros de estudos, lugares de debates entre intelectuais e espaços de sociabilidade de idéias e troca de informações, rompendo seu vínculo único e exclusivo com o silêncio e a leitura.

   Ainda tratando das sedes de conhecimento, Burke enfatiza a importância de cidades como Veneza, Amsterdã, Sevilha, Paris, Roma e Londres no papel de agências de informação e capitais de conhecimento na Europa. Tais cidades privilegiaram-se nesse período pela quantidade de bibliotecas que possuíam, pela língua de publicação das obras naquele período e, em alguns casos, por aproveitarem-se das atividades portuárias como forma de intercâmbio e “importação” de conhecimento. Em decorrência da crescente demanda social por informações, há uma proliferação dos serviços de informação nas primeiras cidades modernas. Surgem assim os primeiros catálogos, guias e livros de endereços. Passa-se de um conhecimento centralizado à necessidade de seu compartilhamento e distribuição e de descobertas globais, o que fortalece significativamente as traduções e as reproduções de documentos e livros.

   Outro ponto destacado por Burke diz respeito à classificação do conhecimento. O autor categoriza diversas variedades de conhecimento, apresentando a “Árvore de Porfírio”, a Tabula primi libri, o diagrama oval de Cristofle de Savigny baseado no sistema de trivium e quadrivium e ainda, a categorização baconiana como possíveis formas de visualização do sistema de conhecimento daquele período. Posteriormente, são discutidos três elementos, adjetivados por Burke como “tripé intelectual” ou subsistemas do sistema do conhecimento: currículos das universidades, bibliotecas e enciclopédias. Esses elementos são priorizados pelo fato de repercutirem diretamente na reorganização do sistema de conhecimento e de reprodução cultural. As mudanças nos currículos universitários possibilitaram a ramificação das ciências e das áreas do conhecimento, ramificação que, por conseqüência, forçou uma nova estruturação das bibliotecas e a busca de novas formas de classificação e organização. As enciclopédias também inovam, seguindo as modificações das bibliotecas e dos currículos universitários, e passam a adotar a alfabetação como forma de classificação principal. Na seqüência, são explorados as influências e o controle do Estado e da Igreja sobre o conhecimento. Essas relações são tratadas desde a concentração, por parte da máquina administrativa, de informações sobre a população, como forma de controle interno e dominação, e a preocupação do Estado com a obtenção de informações relativas às expedições e às descobertas ultramarinas na competição por novas rotas e terras, até a Igreja como detentora de informações e registros destinados à Inquisição.

   Num salto histórico da censura, controle e acesso restrito às informações para a comercialização do conhecimento através da proliferação da produção e venda de livros, atlas, periódicos, jornais e enciclopédias, podem ser percebidas na obra de Burke diversas conseqüências inerentes a essa abertura de informações, como, por exemplo, a busca pela proteção intelectual através das chamadas cartas de proteção, a especialização das fontes de informação e a invenção das obras de referência como solução para se recuperar a informação. A difusão do material impresso, calcada na mercantilização da informação e na explosão informacional marcada pelo período pós-imprensa, como explicitado por Burke, expôs as informações publicadas a um maior raio de divulgação e acesso, o que resultou na percepção de discrepâncias entre relatos dos mesmos fenômenos e na chamada “crise do conhecimento”. Houve o que poderíamos chamar de uma vulgarização do conhecimento e, por isso, o ceticismo, o questionamento e a crítica à autoridade intelectual tornaram-se predominantes. Como resultado, as mais diversas áreas do saber voltaram-se para a cientificidade, o método e o empirismo como forma de validação e checagem da verossimilhança do conhecimento.

   Ao analisarmos a obra de Peter Burke, percebemos que “Uma história social do conhecimento”, como bem fundamenta o autor ao mencionar os ciclos de inovação, da “rotinização” de Weber e da “ciência normal” de Thomas Kuhn, resgata, através de elementos passados, uma história que, além da perspectiva de continuidade, se reinventa e pode ser perfeitamente pensada nos dias atuais. Assim como a mercantilização e a vulgarização da informação se fizeram presentes após a imprensa, atualmente também enfrentamos, embora de forma distinta e baseada em uma nova estrutura político-econômico-social, uma “crise do conhecimento”, advinda da explosão informacional agravada pelo surgimento da Internet. Conforme elucida Morin (1999, p. 21) “ao mesmo tempo que ergue uma vertiginosa Torre de Babel dos conhecimentos, o nosso século realiza um mergulho ainda mais vertiginoso na crise dos fundamentos do conhecimento”. O livro está estruturado de maneira que confere ao leitor certa recursividade e não-linearidade de leitura, expressa por freqüentes remissivas; e, ainda que não intencionalmente – principalmente por tratar-se de uma obra de cunho histórico – nos faz lembrar e possibilita fazer analogia aos links e ao caráter hipertextual presentes na contemporaneidade WWW.

   A apreciação e exposição de diversas obras de autores renomados como Norbet Elias, Francis Bacon, Jurgen Habermas, Pierre Bourdieu e vários outros, e suas conseqüentes amarrações históricas e criativas abordagens, aliadas à riqueza das notas, outorgam e imprimem prestígio e credibilidade à obra. “Uma história social do conhecimento” pode ser considerada uma obra de referência sobre a sociologia do conhecimento, a qual não se volta apenas aos comunicólogos, historiadores, museólogos, arquivistas sociólogos, bibliotecários e demais profissionais da informação, mas se direciona para todos aqueles que desejam compreender a construção sociológica, imergir no interessante, revelador, plural e multidisciplinar mundo do “saber” e entender os fenômenos atuais no que diz respeito à informação e à comunicação na tão aclamada sociedade do conhecimento.

REFERÊNCIA
MORIN, E. O método 3: o conhecimento do conhecimento. Porto Alegre: Sulina, 1999.

Sobre o futuro das comunicações e dos “media”, estudo muito bom, inglês

Sobre o futuro das comunicações e dos media

O OFCOM, entidade de regulação dos media do Reino Unido publicou recentemente o livro Communications – The next decade, um conjunto de ensaios da autoria de especialistas em regulação, políticas, tecnologias e sociologia dos media e das comunicações. Está integralmente disponível online. O indíce é o seguinte:

Sobre o futuro das comunicações e dos “media”, estudo muito bom, inglês, para comunicadores, relações públicas, publicitários, todos da área… ate mesmo quem está fora da academia, ralando no mercado de trabalho.

Abordagens educacionais nas aprendizagens em rede

Abordagens educacionais nas aprendizagens em rede

Fases de desenvolvimento da aprendizagem:

  • Objectivismo: transmissão de conteúdos
  • Construtivismo: construção do conhecimento
  • Abordagem objectivista:
    -Significado é algo que existe no mundo independentemente da experiência;
    – O professor controla o processo de ensino;
    – Indivíduos aprendem significados.
  • Abordagem construtivista:
    – Aprendizagem é um processo activo e dinâmico;
    – Construção individual e social do conhecimento;
    – Conhecimento é construído através da experiência;
    – Professor é um facilitador das aprendizagens;
    – Informação e conhecimento emergem de relações, situações e contextos;
    – Aprendizagem como processo complexo e contextualizado;
    – Dimensão social acentuada na partilha e colaboração entre pares.
  • Abordagens educacionais e as Tecnologias da InformaçãoEnsino programado:
    – Objectos de conhecimento pré-estabelecidos;
    – Trabalho do aluno mais complexo.

    Ensino assistido por computador:
    -Orientado para a aprendizagem do aluno;
    – Maior interactividade com os materiais;
    – Exploração multimédia dos conteúdos.

  • Importância da concepção da aprendizagem como processo de construção da significação através da experiência.
  • Comunidades de aprendizagem em rede:
    -Caracterizam-se por uma cultura de participação colectiva nas interacções que suportam as aprendizagens;
    – Alternativas aos sistemas de ensino tradicionais, baseadas nas abordagens do construtivismo e do sócio-construtivismo;
    – Participação e partilha dos membros da comunidade;
    – Aprendizagens contextualizadas, flexíveis, interactivas e activas;
    – Múltiplas oportunidades de aprendizagem e transferência do conhecimento para novas situações;
    – Participação e envolvimento nas tarefas de aprendizagem;
    -Partilha dos padrões de pensamento;
    -Construção conjunta do novo conhecimento.

PESSIMISTAS E OTIMISTAS DA CIBERCULTURA

PESSIMISTAS E OTIMISTAS DA CIBERCULTURA

No estudo daquilo que convencionamos chamar de Cibercultura, existem duas posições teóricas polarizadas, dividindo-se entre pessimistas e otimistas:

A Internet não é uma simples tecnologia de comunicação, mas o epicentro de muitas áreas da atividade social, econômica e política. Por este motivo, a Internet converte-se num grande instrumento de exclusão social, reforçando o hiato entre pobres e ricos, existente na maior parte do Mundo. Mas, por outro lado, a Internet, funciona como uma ágora global, onde as pessoas podem expressar e partilhar as suas preocupações e esperanças. Desta forma a Internet tem potencialidades ao poder implicar e responsabilizar os cidadãos informados e conscientes dos problemas existentes na sociedade, na construção de Estados mais democráticos, conduzindo a uma sociedade mais humana e menos votados à desigualdade e à exclusão social. CASTELLS (2004).

  Segundo a citação acima se entende que a Cibercultura apresenta estas duas faces, que na opinião de CASTELLS (2004), não se contrapõem, mas se complementam. Logicamente que uma destas duas faces pode prevalecer dependendo de outros aspectos que compõe determinada sociedade, ou da ênfase que tais sociedades dão aos processos de interação com a internet. Por exemplo, no Brasil, a grande maioria da população não tem acesso ao computador, e por esta razão, políticas públicas que visem estimular a sociedade a se inserir no mundo digital através de Tele-centros gratuitos, além de serem um dever do estado, podem diminuir as distâncias entre ricos e pobres no país.

  Se por um lado a internet pode se “converter num grande instrumento de exclusão social”, por outro lado ela pode “construir estados mais democráticos, conduzindo a uma sociedade mais humana e menos voltada a desigualdade social”. Para compreendermos o que significa falarmos em pessimistas e otimistas vamos acompanhar o que Pierre LÈVY pensa a respeito da Cibercultura, através de um texto de Francisco Rüdiger:

Em LÈVY, “a conexão é um bem em si” LÈVY (1999), veicula os valores da autonomia individual e da abertura para a alteridade. A cibercultura expressa antes de tudo, a vontade coletiva de construir laços sociais baseados na partilha de conhecimento. O fundamento é “a reunião em torno de centros de interesses comuns, sobre o jogo, sobre o compartilhamento do saber, sobre a aprendizagem cooperativa, sobre processos abertos de colaboração” LÈVY (1995). Para ele, a tendência comunitária e libertária é que comanda o crescimento do ciberespaço, e não há sentido em opor-lhe ao ou criticar-lhe por ser cada vez mais explorada comercialmente: os dois processos são complementares LÈVY (1999). RÜDIGER (2003).

  Adentrando na particularidade de pessimistas e otimistas, outras denominações também podem ser utilizadas na compreensão do tema. Conforme se costuma afirmar, os pensadores da técnica podem ser divididos em Prometéicos e Fáusticos, para fazer uma analogia a duas figuras exemplares da tradição mitológico-literária. Analisando a característica dos Prometéicos, acredita-se na faculdade emancipatória e beneficente da técnica moderna, sendo a tecnologia um fator de progresso da humanidade, constituindo-se estes nos otimistas. E por outro lado, as transformações generalizadas promovidas pelo fenômeno da técnica passaram a ser encaradas como agressões à vida humana ameaçando o direito a individualidade, num entendimento que esta dinâmica é negativa, escapando ao controle da coletividade, sendo estes os Pessimistas. RÜDIGER (2002).

  O que estamos acompanhando com as comunidades mundiais conectadas pela rede, os computadores interligados, pode favorecer o surgimento da inteligência coletiva LÈVY (1998), e é o que acontece com muitas das comunidades de produção de software livre, para dar um exemplo bem contemporâneo. Se a internet proporcionou o aquecimento da economia mundial diminuindo distâncias nas transações internacionais de caráter mercadológico, a sua contradição apresenta um refluxo inversamente ao contrário do que pretendiam as empresas que achavam que a internet serviria apenas para a multiplicação de seus dividendos.

Para Pierre LÈVY, a tecnologia está a exigir uma filosofia prática, ao invés de crítica. O autor sugere que se deixe de lado o idealista para aprender o real que está nascendo torná-lo autoconsciente, acumulável e guiar seu movimento de forma que venham a tornar suas potencialidades mais positivas LÈVY (1995). RÜDIGER (2002). Em vários dos seus escritos, LÈVY afirma que a técnica não é em si mesma boa ou ruim, salientando que esta qualidade é muito dependente do seu uso e do seu contexto. LÈVY (1999). RÜDIGER (2002).

Jay Cutler é Mr Olympia 2006, quem será em 2007

Jay Cutler é o Mr Olympia 2006 – Ronnie Coleman is batido dessa vez

Jay Cutler depois da sua vitoria historica:

– They said the champ can’t be taken out. Well you know what? The new champ’s in town. And the Sandow is staying in Las Vegas. And I get to keep my hair. (Jay had promised to shave of his hair if he didn’t win.)

Compare all the Mr. Olympia contestants with each other!

Results 2006 Mr Olympia
September 30, Las Vegas, Nevada, USA

  Name Country Round 1+2 Round 3 Round 4 Total
1. Jay CUTLER* USA 12 5 5 22
2. Ronnie COLEMAN* USA 18 10 10 38
3. Victor MARTINEZ* Dominican Republic 34 16 16 66
4. Dexter JACKSON* USA 36 20 19 75
5. Melvin ANTHONY* USA 50 25 26 101
6. Gustavo BADELL* Puerto Rico 62 30 29 121
7. Toney FREEMAN USA 68 35 103
8. Markus RÜHL Germany 84 41 125
9. Dennis JAMES USA 96 47 143
10. Günter SCHLIERKAMP Germany 102 54 156
11. Vince TAYLOR USA 120 50 170
12. Branch WARREN USA 114 61 175
13. Johnnie JACKSON USA 130 67 197
14. Darrem CHARLES Trinidad & Tobago 148 62 210
15. Troy ALVES USA 142 75 217
16. Paco BAUTISTA Spain 160
16. Dennis WOLF Germany 160
16. Rodney ST. CLOUD USA 160
16. Ronny ROCKEL Germany 160
16. Mustafa MOHAMMAD Austria 160
16. David HENRY USA 160
16. Bill WILMORE USA 160
* Qualified for Mr. Olympia 2007
             

fisiculturismo, anabolizantes, treinamento, whey, bcaas, cla, albumina, hemogenim… todas esses produtos “legais” e “ilegais” nada valem se você não tiver o espirito de cometidor que esses monstros que tem, é viver no dia a dia essa rotina, durante uma vida inteira, não destrua nada em “um ciclinho pro verao”… fisiculturismo é saúde…

defesa de monografia, existe modelo? graduação / mestrado / doutorado … especialização

Como o tema de tcc anda rendendo muitas visitas e a minha hora vai chegar, como diz o título desse post, resolvi pesquisar e trazer uma ajuda! aproveitem e gostaria de melhorar minha rede de contatos!, deixem recados, blogs… vamos refenciar, citar e blogar!

APRESENTAÇÃO E DEFESA DA MONOGRAFIA

 

  • A defesa é o coroamento de um longo processo. Muito mais do que uma avaliação pela banca examinadora, adefesa é a oportunidade de tornar público, discutir e ouvir a opinião de especialistas, sobre um tema que acompanha o aluno há diversos meses ou anos.
  • Para quem conhece bem seu tema e preparou cuidadosamente sua tese, trata-se de um momento de grande prazer.
  • O tempo deve ser utilizado não para resumir a monografia, cujo texto já é conhecido pela banca. Um roteiro sugestão para a apresentação seria:
  • Cumprimentar rapidamente os componentes da banca; Justificar a escolha do tema, sua atualidade e relevância para a área do conhecimento, para o curso, para a sociedade; Destacar as dificuldades e limites do trabalho:
    • bibliografia escassa ou excessiva;
    • polêmicas doutrinárias;
    • implicações políticas;
    • imprecisão terminológica nas fontes;
    • inacessibilidade das fontes etc.
  • Destacar os aspectos positivos do trabalho:
    • Amplitude da pesquisa; utilidade dos resultados;originalidade do enfoque; nova roupagem ou tema clássico; pioneirismo da pesquisa na Instituição; indicar possíveis desdobramentos da pesquisa; formular uma autocrítica relativamente à execução da pesquisa.
  • Recursos como power point entre outros podem ser de grande valia, mas o aluno deve prescindir deles caso não tenha experiência no seu manuseio. Sempre podem haver surpresas. Melhor elaborar um pequeno roteiro dos pontos a mencionar. Já houveram mitos casos de acabar a energia e cade? meu ppt?, portanto não esqueça o roteiro impresso!

 

* cronograma, modelo, roteiro… entre outros materias, são todos fornecidos pela sua instituição, procure a secretaria, coordenador, orientador e não se esqueça que a biblioteca é o melhor lugar para isso.

*** esse é um modelinho com medidas e algumas orientações de formatação e estilo, algo mais como editoração. tcc-exemplo-e-medidas.pdf

A UNB dá diretrizes para “Relização da defesa de monografia” -> http://www.unb.br/fd/graduacao/Diret_orien.htm

web2.0 permite desenvolver pensamento crítico, tese para relações públicas?

web2.0 permite desenvolver pensamento crítico

Para além da brilhante campanha de marketing que mereceu (diria mesmo que se trata de uma campanha de Relações Públicas no seu melhor, uma vez que são os outros que estão a falar, pelo mundo inteiro, sobre um livro editado por uma editora que até hoje desconhecia), e dado que no site da Amazon não posso ter uma preview do livro, vou ter que me ficar pelos comentários de alguém que já o leu e que até disponibiliza um local para que erros existentes no livro possam ser corrigidos [faltou-lhe o peer review 😉 ]. Deixo-vos com Lawrence Lessig:

“His work will help us all understand the limits in accuracy, taste, judgment, and understanding shot through all of our systems of knowledge. The lesson he teaches is one we should all learn — to read and think critically, whether reading the product of the “monkeys” (as Keen likens contributors to the Internet to be) or books published by presses such as Doubleday.”

Exercitar e desenvolver o espírito crítico é um dos benefícios da cultura web2.0, que apesar de muito falada, ainda está na sua infância em termos de práticas. Estamos todos a aprender, cada um de nós com o seu próprio ritmo de aprendizagem.

fonte:http:/b2ob.blogspot.com./