Uma espiada no Futuro do E-learning

Uma espiada no Futuro do E-learning

Todos que trabalham com as maravilhas da tecnologia em prol da educação já se perguntam “como será no futuro?” Pois bem, em alguns parágrafos proponho um provável cenário de ensino-aprendizagem integrado a futuras ferramentas de apoio ao ambiente educacional. Como os alunos e professores se utilizarão dessas ferramentas? Não sei exatamente, mas preferi fazer uma outra pergunta: O que a tecnologia estará apta a fazer daqui a duas décadas?


Doze anos atrás – quando a internet engatinhava – visitei pela primeira vez uma BBS (Boletin Board Sistem) e lá tive a minha primeira experiência de aprendizagem à distância, onde em murais virtuais adquiri conhecimentos necessários para desvendar um velho sistema operacional chamado Unix. Foi difícil, mas sem as lições daquele muralzinho virtual de “dicas quentes” talvez não tivesse ingressado neste maravilhoso mundo da Informática.

Hoje, seja em ambiente acadêmico, corporativo ou até mesmo governamental podemos tranqüilamente utilizar plataformas LMS nacionais como ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem. Naturalmente, todos que trabalham com as maravilhas da tecnologia em prol da educação já se perguntam “como será no futuro”? Pois bem, em alguns parágrafos proponho um provável cenário de ensino-aprendizagem integrado a futuras ferramentas de apoio ao ambiente educacional. Como os alunos e professores se utilizarão dessas ferramentas? Não sei exatamente, mas preferi fazer uma outra pergunta:

O que a tecnologia estará apta a fazer daqui a duas décadas?

No Futuro veremos a:

-Popularização de Tecnologias – Hand-Held computers dotados de altíssima capacidade de processamento e armazenamento serão tão comuns entre os jovens como são os celulares hoje, ainda sim, terão um custo muito mais acessível. Integração de Eletrônicos – como tendência já confirmada atualmente, teremos em um só aparelho várias funcionalidades, como: internet, gravador e reprodutor de vídeo e áudio, câmera digitalizadora, banco de textos e imagens, entre outros; tudo na forma wireless, ou seja, sem fio.

-Maior valorização da Andragogia – Haverá mais empresas e consultores trabalhando no estudo da melhor formação de adultos, conforme as competências demandadas pelas empresas.

-L-Games (Learning Games) – serão criadas empresas voltadas para criação de jogos educacionais em ambientes LMS, para viabilizar a construção de simulações colaborativas de interação e aprendizagem. Os jovens poderão viver personagens do passado histórico da humanidade, simulando julgamentos em tribunais ou até mesmo sendo personagens de uma obra de Shakespeare, como nos jogos RPG.

-Comunidades Peer-to-Peer de e-Learning – Como nas comunidades colaborativas de sistemas tipo Kazaa ou Imesh, existirão redes de computadores compartilhando informações organizadas por conteúdos específicos de aulas a serem presenciadas, como vídeos, gravações, fotos e documentos.

-Weblogs Escolares –
Cada aprendiz terá em seu meio de estudo, o seu diário escolar pessoal, que através de uma LMS poderá configurar quem terá ou não acesso a determinadas partes do mesmo, assim, ele poderá repassar seus resumos, anotações, e provas realizadas a outros alunos e turmas mais atrasadas. Aqui se formarão as primeiras comunidades virtuais informais de ensino-aprendizagem.

-TSP (Teaching Sistem Provider) – Sistemas Provedores de Ensino serão criados no formato parecido com os Call Centers, de forma a venderem para instituições de ensino interessadas os serviços de “Tira-Duvidas” por matérias, via telefone ou Chat-on-line, para que seus alunos tenham mais opções e ferramentas que lhes facilitem o processo de absorção do conhecimento. Aqui teremos mais uma especialização para o profissional de ensino, o tutor virtual.

Uma boa fórmula para que tudo isso seja bem aproveitado é esta:

“Futuro da Educação = Tecnologia + Professores + Nova Mentalidade”

pois de nada adiantam ótimas tecnologias sem profissionais bem preparados – investir nos professores é premissa fundamental. Ainda assim, se não houver a participação dos pais facilitando e participando da adequação do ensino a distância a vida normal do estudante, desde o ensino fundamental, não teremos ambientação facilitadora para a motivação do aluno nas ferramentas propostas. A Tecnologia por si mesma não é nada, é apenas ferramenta sem aplicação útil ou correta. A combinação do ser humano explorando o máximo de sua capacidade e criatividade, usando como facilitador as novas tecnologias é que trará um real benefício a sociedade.

»» Autor: Nihad Faissal Bassis

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fonte: http://portal.webaula.com.br/artigo.aspx?sm=artigos&codartigo=4

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