a trajetória da humanidade, relacionando-a ao avanço da ciência e da tecnologia e sua influência na sociedade contemporânea

A biblioteca pública no cenário da sociedade da informação

  Full text available as:
PDF – Requires Adobe Acrobat Reader or other PDF viewer.

Abstract – [Portuguese abstract]

O artigo aborda a trajetória da humanidade, relacionando-a ao avanço da ciência e da tecnologia e sua influência na sociedade contemporânea, também denominada sociedade da informação, do conhecimento, da aprendizagem. Destaca as funções da biblioteca pública ao longo do tempo, e sua sintonia com o permanente processo de mudança social, salientando o perfil, competências e contribuição do profissional da informação bibliotecário nesse contexto. Discorre sobre as atuais tecnologias de informação e comunicação, com ênfase na Internet, e seu reflexo no cotidiano dos cidadãos, realçando a questão da exclusão digital, um desafio a ser enfrentado pela América Latina.

[English abstract]

The article approaches the trajectory of the humanity, relating it it the advance of science and the technology and its influence in the society contemporary, also called society of the information, the knowledge, the learning. It detaches the functions of the public library to the long one of the time, and its tunning with the permanent process of social change, pointing out the profile, abilities and contribution of the professional of the information librarian in this context. It discourses on the current technologies of information and communication, with emphasis in the InterNet, and its consequence in daily of the citizens, enhancing the question of the digital exclusion, a challenge to be faced by Latin America.

Keywords: Ciência, tecnologia, sociedade contemporânea, sociedade da informação, sociedade do conhecimento, biblioteca pública, América Latina, science, technology, society contemporary, society of the information, society of the knowledge, public library, Latin America.

Software livre no setor público

Mas i Hernàndez, Jordi (2003) Software livre no setor público. Report.

  Full text available as:
PDF – Requires Adobe Acrobat Reader or other PDF viewer.

Abstract – [Portuguese abstract]

Se, no dia de hoje, você já esteve usando a Internet, certamente você já é usuário de software livre. A maior parte da infra-estrutura de Internet está baseada em protocolos abertos. Acima do 60% dos servidores web utilizam Apache. Outro grande número usa SendMail para gerir ou enviar correio eletrônico, e praticamente todos os servidores de nomes (DNS), essenciais para o funcionamento da Rede, usam o programa BIND ou derivados do seu código fonte.

A Internet é um novo meio que, sem dúvida alguma, está revolucionando muitos aspectos da sociedade e está sendo um espaço fundamental para a inovação de muitas áreas do conhecimento. É indiscutível a importância que teve o software livre na extensão e desenvolvimento da Internet desde seus começos. Também, tem sido muito importante que os protocolos que definem a arquitetura da Internet sejam abertos e que não tenham sido controlados por uma ou unas poucas empresas Ver Internet Engineering Task Force, http://www.ietf.org/. Como veremos, ambos os fatores são também determinantes nas decisões tecnológicas relativas ao uso das novas tecnologias na administração pública.

– Hommerding, Nadia M.S. and Vergueiro, Waldomiro (2004) Profissionais da informação e o mapeamento do conhecimento nas organizações : o caso da KPMG Brasil. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação 2(1).

Carlan, Eliana (2006) Ontologia e web semântica.

Leite, Fernando César Lima (2006) Gestão do conhecimento científico no contexto acadêmico : proposta de um modelo conceitual. Master’s degree dissertation, Information Science, Universidade de Brasília (Brasil).

Carvalho, Kátia (2006) O admirável mundo da informação e do conhecimento : livro impresso em papel e livro eletrônico. Biblios(24).

Low Tech multimídia – by overmundo

Maria Lu Tongon

 

Piano Metareciclado

Baixa tecnologia criativa com cultura popular local

Por: Adriana Veloso com colaborações de Tati Wells

Software livre além do computador

O marco da entrada do software livre no Brasil deu-se com o lançamento do Conectiva Red Hat, que a partir de 1996 disponibilizou uma versão traduzida ao português brasileiro do sistema operacional Gnu/Linux. Mas foi de fato a sociedade civil que propagou o uso e construiu as relações de compartilhamento, troca e pesquisa intrínsecas ao projeto de um sistema livre e de código aberto. Ações como o Projeto Software Livre, por exemplo, que realiza desde 2000 anualmente o Fórum Internacional Software Livre (FISL) fizeram com que o Gnu/Linux se tornasse mais utilizado e difundido.

Os avanços das interfaces gráficas e dos programas multimídia também foram de suma importância para a abrangência do uso do software livre, mas principalmente sua filosofia de livre distribuição, possibilidade de modificação e customização, entre outras, atraiu muitas pessoas. E a cultura de uso desta nova ferramenta que fez com que os ideais de livre distribuição, compartilhamento e faça você mesma migrassem para outras áreas, como a produção midiática e musical.

Os Indymedias foram os primeiros websites de notícias que utilizaram a licença copyleft. No Brasil, no final de 2000, chega o Centro de Mídia Independente. Logo depois, pessoas ligadas à música, como coletivo pernambucano Re:Combo, passam a utilizar uma licença de remix. É o início da migração dos ideais do software livre para a arte e a cultura.

Com a receita da feijoada disponível para todo mundo, cada região do país reinventou sua versão, adicionou um tempero regional. O licenciamento que permite executar, estudar, aperfeiçoar e distribuir, originário da GNU General Public License (GPL), passa a ser aplicado em outras esferas que não a do software. O que ocorreu no caso do Brasil, nos últimos dez anos, é que o sistema operacional livre e sua ideologia foi encarado e utilizado como um catalisador para ações que sempre existiram no “mundo analógico”.

 Libertando da cultura por meio da tecnologia

A partir da distribuição de uma documentação sobre como produzir, aliada à popularização de mídias como gravadores de Cds e DVDs, tornou-se muito mais acessível divulgar realidades regionais. Pois, em contraposição à diversidade brasileira, o monopólio das mídias trabalha em função do jabá, representando na telinha ou no rádio uma cultura muito mais estadunidense (*) que nacional. Quando muito destaca o sudeste e um nordeste rotulado em jargões comerciais.

Paralelamente, a interlocução das mídias livres trabalha mais diretamente com as pessoas, possibilitando que muitas outras vozes e opiniões sejam protagonistas. Conseqüentemente a diversidade é muito maior. Um simples exemplo sobre a produção musical brasileira: Quem é mais representativo, a Sony/BMG e seus 38 artistas nacionais contratados ou os mais de 30 mil musicistas cadastrados no Trama Virtual que disponibilizam suas músicas em licenças livres?

Neste aspecto os Encontros de Conhecimentos Livres e as Oficinas locais , promovidos desde 2005 pela Ação Cultura Digital, trabalham com a auto-estima das comunidades a partir do momento em que as coloca como protagonistas de sua própria história, oferecendo a possibilidade de auto-documentação da cultura popular local. Foram inúmeros os grupos que gravaram seu primeiro CD ou primeiro vídeo de trabalhos criados por gerações. São novas produções culturais refletindo para o mundo a diversidade nacional.

A instrumentalização tecnológica dos Pontos de Cultura, entidades selecionadas em edital pelo Ministério da Cultura para receberem uma verba com vistas a ampliarem suas ações, seja por meio do kit multimídia ou pelo aprendizado do manuseio de ferramentas livres para a produção multimídia, também fez com que estes agentes se tornassem autônomos em sua produção cultural. Já é possível trocar material entre projetos de todo país e com acesso à internet pode-se conhecer muitas outras realidades além daquelas exibidas no plim plim da Rede Globo, como no Acervo Livre, repositório de publicações abertas de material multimídia, por exemplo.

 Reapropriação das ferramentas

Em se tratando da realidade brasileira não faz sentido falar em investimentos milionários em hardware (computadores, filmadoras, etc) para promover essa difusão e produção cultural descentralizada. A grande questão fica em como trabalhar com a diversidade cultural e criatividade com poucos recursos.

O diferencial da abordagem brasileira com relação às ferramentas tecnológicas, ou o hardware, é que de fato temos disponível sucata e para nós o lixo tecnológico deve ser reaproveitado. Um máquina de última geração pode até chegar à classe média alta, porém para fazer inclusão digital, entenda-se lá como for o que esta expressão indique, é preciso ter em mente que reciclar é dar acesso.

 O copyleft do hardware

Justamente aí entra o Metareciclagem, proposta que serviu de base para a construção da Ação Cultura Digital. Este projeto não se trata apenas de reciclar máquinas antigas para colocar telecentros em funcionamento. Fazer Metareciclagem é principalmente pensar em como empregar a parafernalha tecnológica para projetos socialmente engajados utilizando-se de criatividade artística para isso. Lembrando que por tecnologia entende-se qualquer objeto manipulado pelo ser humano, de uma lápis a um processador dual core.

Desmontar teclados, fazer com eles sensores e com estes fazer um piano no chão é um exemplo de Metareciclagem. Uma video wall, ou parede de telas de computador antigas, exibindo imagens é aplicar o conceito de Metareciclagem. Estes são apenas alguns exemplos de projetos executados por pessoas que trabalham com baixa tecnologia, arte e multimídia. São coisas assim que encantam as pessoas por serem quase inimagináveis no primeiro olhar, afinal, você pensaria em um piano ao ver um monte de teclados velhos e estragados? (Veja o vídeo do piano em funcionamento)

O que as pessoas que aplicam Metareciclagem em suas vidas de fato fazem é levar o conceito de código aberto ao hardware, à parafernália tecnológica. Pois ao abrir a caixa preta da tecnologia, entender como as máquinas funcionam por dentro, reproduz-se a receita do bolo, da feijoada, utilizando-a de sua própria maneira.

Esse olhar, que vislumbra possibilidades infinitas, reflete a criatividade típica das brasileiras e brasileiros. Se propomos novos usos no artesanato porque não na tecnologia? Além disso, a simples atitude de reaprovetar a baixa tecnologia é negar a obsolecência programada da indústria. Ao abrir as máquinas desmistifica-se o que é um computador, seu funcionamento e sua distância, seja ela de origem financeira ou de aprendizado.

Grupos e coletivos como o Metareciclagem, o Mídia Tática, e o Centro de Mídia Independente, atuantes direta ou indiretamente no MinC por meio da Ação Cultura Digital, misturam o low tech com o multimídia em um contexto de mudanças sócio econômicas do qual emerge os conceitos do software livre e os novos tipos de licenciamento de obras artísticas e intelectuais. Um dos resultados disso é esta publicação, outro estão disponíveis na Internet, mas de fato, tudo isso inicializou um processo colaborativo que muda a forma com que a cultura, a mídia e a tecnologia será vista pelas novas gerações.

(*) O termo estadunidense é utilizado ao invés de norte americanos pois entende-se por norte americanos também os mexicanos e canadenses.
tags: Belo Horizonte MG mais multimidia metareciclagem low-tech tecnologia midia-tatica reapropriacao estudio-livre minc cultura-digital

fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/sala_edicao.php?em_edicao=2786

ajax, php xajax, smarty

AJAX com xajax

Introdução
Antes de mais nada, a biblioteca xjax não foi escrita por mim. Toda documentação, direitos, exemplos, wiki, fóruns referentes à ela, podem ser encontradas no endereço abaixo:

http://www.xajaxproject.org

Essa classe foi apresentada à mim pelo nosso querido VidaLoka (thx man!), e desde sua primeira utilização, passou a ser meu braço direito ao AJAX. O que tentarei expor nesse tutorial, serão exemplos de sua utilização e do que ela é capaz e o quanto ela lhe auxília.

Essa biblioteca é, de uma maneira grossa, toda a parte JavaScript do AJAX, o que pode ser chamado agora de APAX (Asyncronous PHP And XML). Com ela, você fica somente com o PHP para realizar todas as alterações nas páginas (podendo ainda executar funções javascript).

Vou tentar explicar todos os passos, da maneira mais simples e descomplicada possível. Portanto, pode parecer cheio de enrolações para quem possui um conhecimento maior, mas ajudará quem está pegando os primeiros passos (IMG:style_emoticons/default/thumbs_up.gif)

Sem mais enrolações (todos temos prazos à cumprir, hehehe), que comecem os jogos!

fonte: http://forum.wmonline.com.br/index.php?showtopic=151667

O smarty é uma classe para gerenciamento de layout, mais especificamente, ele facilita a programação, porque ele separa o html[parte visual] do php[programação], e é uma ferramenta muito utilizada atualmente, por sua facilidade e quantidade de plugins disponíveis atualmente.

Vídeo Tutorial do Smarty

Olá pessoal, coloquei no meu blog um vídeo tutorial ensinando os passos básicos para se trabalhar com o Smarty.

O link para ver o vídeo é http://videotutoriais.blogspot.com/2006/05/inician…

http://www.awsystem.com.br/vtutoriais/smarty/smarty.html

XAJAX – Aprenda XAJAX em 7 etapas.

PHPJavaScript

Enviado por Marcello R Gon… em Qua, 08/02/2006 – 13:14.PHP | JavaScript

Veja como é facil você usar o XAJAX – PHP class library (ajax framework)
Após fazer o download do XAJAX e descompactar numa pasta, vamos ver como é facil usar em apenas 7 etapas
Mais informações sobre XAJAX clique no link abaixo http://www.phpavancado.net/node/209fonte: http://www.phpavancado.net/node/210

http://www.japs.etc.br/2006/02/exemplos-de-ajax-em-php-utilizando-xajax/

http://superdownloads.uol.com.br/download/90/xajax/

Comunidade Virtual

COMUNIDADE VIRTUAL


Segundo Howard Rheingold, as comunidades virtuais são agregações sociais que emergem da Rede quando existe um número suficiente de pessoas, em discussões suficientemente longas, com suficientes emoções humanas, para formar teias de relações pessoais em ambientes virtuais, alterando de algum modo o Eu dos que nele participam. A possibilidade da comunidade virtual vem da intersecção de três tecnologias: o computador, o telefone e o software conhecido como internet – que é, na realidade, o sistema operativo para a rede telefónica digitalizada. O telefone providencia comunicações em dois sentidos e uma infraestrutura para ligar globalmente; o computador digitaliza e armazena informação, e providencia um interface ao utilizador; a internet permite aos computadores utilizarem o sistema telefónico. À medida que o sistema telefónico se torna também digital, links de grande largura de banda estão também acessíveis por todo o lado, aumentando o potencial deste novo híbrido tecnológico.O termo comunidade virtual sugere aparentemente comunidades que só existem no ciberespaço. Mas implica, mais exactamente, uma nova forma de ligação que passa a existir no meio de, ou entre, comunidades no espaço real, biológico, ligando-as e estendendo-as, trazendo mesmo novas comunidades reais para o seu contacto. É um alargamento da comunidade pela adição de um novo espaço de interacção, espaço virtual onde fluxos expandidos de relações solidárias podem ser criados. É um curto passo a fusão do espaço mental de indivíduos de um modo que expande o próprio conceito de comunidade.Mas que futuro terá esta comunidade?

Comunidade virtual

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Uma comunidade virtual é uma comunidade que estabelece relações num espaço virtual através de meios de comunicação a distância. Se caracteriza pela aglutinação de um grupo de indivíduos com interesses comuns que trocam experiências e informações no ambiente virtual.

Um dos principais fatores que potencializam a criação de comunidades virtuais é a dispersão geográfica dos membros. O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs minimizam as dificuldades relacionadas a tempo e espaço, promovendo o compartilhamento de informações e a criação de conhecimento coletivo.

——–

Criando comunidades virtuais

Conheça os princípios fundamentais para iniciar e fomentar comunidades no ambiente web

Partindo-se da premissa que a tecnologia utilizada em uma iniciativa de Gestão do Conhecimento é o meio (e não o fim), a relação entre os usuários e o ambiente virtual nos parece de extrema importância. Essa relação se torna ainda mais crucial quando estamos tratando de comunidades virtuais, onde a colaboração, a descentralização de procedimentos (gestão de conteúdo e usuários), a integração entre os diversos tipos de usuários e a gestão desse ambiente são elementos determinantes para seu sucesso.

 

Ciclo de Vida - Comunidade Virtual - Jayme Teixeira Filho

http://www.intranetportal.com.br/destaque/fotos/col3

 

fonte: http://www.intranetportal.com.br/comunidade/cc_2

 

 

Construindo comunidades virtuais (parte 1)
Mais do que um artigo, este é praticamente um manual didático, sério e conciso sobre como construir comunidades virtuais, escrito por um dos responsáveis pelo Slashdot.
Este texto é uma tradução do artigo Building online communities, feita por Juliano Spyer, com a autorização e assistência do autor, editor técnico da O’Reilly Network. chromatic é também co-autor do manual “Running Weblogs with Slash”.

Veja a parte final do artigo: Construindo comunidades virtuais: conduta

fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/08/18/construindo-comunidades-virtuais-parte-1/

 

 

O Animador de Comunidades Virtuais

Jurema Sampaio-Ralha

Não costumo fazer afirmações com base em “achismos”, e, por isso, queria poder embasar o que penso e digo, adequadamente, antes de manifestar o que, sem isso, seria somente uma opinião. Não é para ser nenhum paper nem artigo, mas, como prometi, seguem, abaixo, algumas delas (as que consegui localizar hoje), mas creio que dá p/ embasar bem o que significa quando falo em “animador”.

fonte: http://www.escola2000.org.br/pesquise/texto/textos_art.aspx?id=70

 

 

COMUNIDADES VIRTUAIS PRECISAM DE ANIMADORES DA INTELIGÊNCIA COLETIVA
Entrevista concedida ao portal da UVB (Universidade Virtual Brasileira)
Wilson Azevedo


Wilson Azevedo
é diretor da Aquifolim Educacional e consultor técnico-pedagógico do Senai. Nesta entrevista exclusiva à uvb.br, afirma que comunidades virtuais precisam de animadores, não de normas. “O segredo não está nem em normas, nem em tecnologia, está em pessoas, educadores capacitados para atuarem como animadores da inteligência coletiva em comunidades virtuais.”

fonte: http://www.aquifolium.com.br/educacional/artigos/entruvb.html

 

 

O ambiente Comunidades Virtuais de Aprendizagem tem o objetivo de socializar as produções e pesquisas que vem sendo desenvolvidas pelos bolsistas de iniciação científica, alunos dos cursos de Pedagogia, Design e Análise de Sistemas do Campus I – UNEB e pelos mestrandos em Educação e Contemporaneidade (UNEB) e Modelagem Computacional (FVC/CEPPEV), vinculados aos Grupos de Pesquisa do CNPq e coordenados por Lynn Alves.
http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/

 

Comunidades Virtuais de Aprendizagem baseadas na Teoria de Interação Social de Piaget e suportadas por redes peer-to-peer

www.cinted.ufrgs.br/renote/mar2004/artigos/11-comunidades_virtuais.pdf

 

COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: ESPAÇOS DE
DESENVOLVIMENTO DE SOCIALIDADES, COMUNICAÇÃO E CULTURA

http://www.pucsp.br/tead/n1a/artigos%20pdf/artigo1.pdf