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As possibilidades das redes de aprendizagem*



Hoje temos um número significativo de professores desenvolvendo projetos e atividades mediados por tecnologias. Mas a grande maioria das escolas e professores ainda está tateando sobre como utilizá-las adequadamente. A apropriação das tecnologias pelas escolas passa por três etapas, até o momento. Na primeira, as tecnologias são utilizadas para melhorar o que já se vinha fazendo, como o desempenho, a gestão, para automatizar processos e diminuir custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Cria uma página na Internet com algumas ferramentas de pesquisa e comunicação, divulga textos e endereços interessantes, desenvolve alguns projetos, há atividades no laboratório de informática, mas mantém intocados estrutura de aulas, disciplinas e horários. Na terceira, que começa atualmente, com o amadurecimento da sua implantação e o avanço da integração das tecnologias, as universidades e escolas repensam o seu projeto pedagógico, o seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades a distância combinadas as presenciais.

Os professores, em geral, ainda estão utilizando as tecnologias para ilustrar aquilo que já vinham fazendo, para tornar as aulas mais interessantes. Mas ainda falta o domínio técnico-pedagógico que lhes permitirá, nos próximos anos, modificar e inovar os processos de ensino e aprendizagem.

As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Na presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off-line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola), que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender.

As redes também estão provocando mudanças profundas na educação a distância (EAD). Antes a EAD era uma atividade muito solitária e exigia muita auto-disciplina. Agora, com as redes, a EAD continua como uma atividade individual, combinada com a possibilidade de comunicação instantânea, de criar grupos de aprendizagem, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal.

A educação presencial está incorporando tecnologias, funções, atividades que eram típicas da educação a distância, e a EAD está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação.

 

Blogs e Flogs

Quando focamos mais a aprendizagem dos alunos do que o ensino, a publicação da produção deles se torna fundamental. Recursos como o portfólio, onde os alunos organizam o que produzem e o disponibilizam para consultas, são cada vez mais utilizados. Os blogs, fotologs e videologs são recursos muito interativos de publicação com possibilidade de fácil atualização e participação de terceiros.

Os blogs, flogs (fotologs ou videologs) são utilizados mais pelos alunos que pelos professores, principalmente como espaço de divulgação pessoal, de mostrar a identidade, onde se misturam narcisismo e exibicionismo (em diversos graus). Atualmente há um uso crescente dos blogs por professores dos vários níveis de ensino, incluindo o universitário. Os blogs permitem a atualização constante da informação pelo professor e pelos alunos, favorecem a construção de projetos e pesquisas individuais e em grupo, a divulgação de trabalhos. Com a crescente utilização de imagens, sons e vídeos, os flogs têm tudo para explodir na educação e integrarem-se com outras ferramentas tecnológicas de gestão pedagógica. As grandes plataformas de educação a distância ainda não descobriram e incorporaram o potencial dos blogs e flogs.

A possibilidade dos alunos se expressarem, tornarem suas idéias e pesquisas visíveis, confere uma dimensão mais significativa aos trabalhos e pesquisas acadêmicos. A Internet possui hoje inúmeros recursos que combinam publicação e interação, através de listas, fóruns, chats, blogs. Existem portais de publicação mediados, onde há algum tipo de controle e existem outros abertos, baseados na colaboração de voluntários. O site www.wikipedia.org/ traz um dos esforços mais notáveis no mundo inteiro de divulgação do conhecimento. Milhares de pessoas contribuem para a elaboração de enciclopédias sobre todos os temas, em várias línguas. Qualquer pessoa pode publicar e editar o que outras pessoas colocaram. Só em português foram divulgados mais de 30 mil artigos na wikipedia. Com todos os problemas envolvidos, a idéia de que o conhecimento pode ser co-produzido e divulgado é revolucionária e nunca antes tinha sido tentada da mesma forma e em grande escala.

 

A escola em conexão com o mundo

A escola com as redes eletrônicas se abre para o mundo, o aluno e o professor se expõem, divulgam seus projetos e pesquisas, são avaliados por terceiros, positiva e negativamente. A escola contribui para divulgar as melhores práticas, ajudando outras escolas a encontrar seus caminhos. A divulgação hoje faz com que o conhecimento compartilhado acelere as mudanças necessárias, agilize as trocas entre alunos, professores, instituições. A escola sai do seu casulo, do seu mundinho e se torna uma instituição onde a comunidade pode aprender contínua e flexivelmente. Destaco, por exemplo, a importância do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) de Chicago, que disponibiliza todo o conteúdo dos seus cursos em várias línguas, facilitando o acesso de centenas de milhares de alunos e professores a materiais avançados e sistematizados, disponíveis on-line http://www.universiabrasil.net/mit/. Alunos, professores, a escola e a comunidade se beneficiam. Atualmente, a maior parte das teses e dos artigos apresentados em congressos estão publicados na Internet. O estar no virtual não é garantia de qualidade (esse é um problema que dificulta a escolha), mas amplia imensamente as condições de aprender, de acesso, de intercâmbio, de atualização. Tanta informação dá trabalho e nos deixa ansiosos e confusos. Mas é muito melhor do que acontecia antes da Internet, quando só uns poucos privilegiados podiam viajar para o exterior e pesquisar nas grandes bibliotecas especializadas das melhores universidades. Hoje podemos fazer praticamente o mesmo sem sair de casa.

Os professores podem ajudar o aluno incentivando-o a saber perguntar, a enfocar questões importantes, a ter critérios na escolha de sites, de avaliação de páginas, a comparar textos com visões diferentes. Os professores podem focar mais a pesquisa do que dar respostas prontas, ou aulas todas acabadas. Podem propor temas interessantes e caminhar dos níveis mais simples de investigação para os mais complexos; das páginas mais coloridas e estimulantes para as mais abstratas; dos vídeos e narrativas concretas para os contextos mais abrangentes e assim ajudar a desenvolver um pensamento arborescente, com rupturas sucessivas e uma reorganização semântica contínua.

Uma das formas mais interessantes de desenvolver pesquisa em grupo na Internet é o webquest. Trata-se de uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Internet. Resolver uma webquest é um processo de aprendizagem atraente, porque envolve pesquisa, leitura, interação, colaboração e criação de um novo produto a partir do material e idéias obtidas. A webquest propicia a socialização da informação: por estar disponível na Internet, pode ser utilizada, compartilhada e até reelaborada por alunos e professores de diferentes partes do mundo. O problema da pesquisa não está na Internet, mas na maior importância que a escola dá ao conteúdo programático do que à pesquisa como eixo fundamental da aprendizagem.

O processo de mudança será mais lento do que muitos imaginam. Iremos mudando aos poucos, tanto no presencial como na educação a distância. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão prontos para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade.

 Ensinar com as novas mídias será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial. A Internet é um novo meio de comunicação, ainda incipiente, mas que pode ajudar-nos a rever, a ampliar e a modificar muitas das formas atuais de ensinar e de aprender.

*José Manuel Moran - Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância - jmmoran@usp.br

O governo brasileiro, pela Medida Provisória 2200-2/01, instituiu a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP Brasil, com poderes para formar a Cadeia de Certificação Digital, destinada a garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras.

    Esta medida atende a uma tendência internacional da validação jurídica de documentos eletrônicos, norteada pela UNCITRAL, da ONU, até então já estabelecida em diversos países do mundo, com destaque para EEUU, Inglaterra, Itália, Alemanha, Mercosul, América Central e Oriente.

    A Certificação Digital é uma tecnologia que garante o sigilo de documentos e a privacidade nas comunicações das empresas, pessoas e governos, além de impedir a adulteração destes nos meios eletrônicos, dentre eles a Internet, garantindo o curso legal dos mesmos. O desenvolvimento dessa tecnologia vem transpor as relações de confiança que já existem no mundo físico para o ambiente digital.

    Fruto de várias negociações internacionais, a autenticidade de documentos digitais tende a diminuir o volume de arquivos em papel. Superando a dúvida quanto a sua aceitação em Juízo, cada vez menos as empresas, órgãos públicos, instituições de ensino e até mesmo cartórios, temem em substituir papel por bytes.

    Em sintonia com esta realidade o Governo Federal ao instituir o PROUNI pela MP Nº 213, de 10 de setembro de 2004, criou uma situação onde o Ministério da Educação aderiu a Certificação Digital ao editar a Portaria Nº 3.268, de 18 de outubro de 2004, onde toda a documentação das IES, assim como o próprio contrato firmado com o Governo Federal foi assinado eletronicamente, utilizando a Certificação digital, como exposto abaixo:

    PORTARIA Nº 3.268, de 18 de outubro de 2004. Ministro da Educação.

    Art. 9º As instituições de ensino superior cujas Propostas de Adesão tenham sido deferidas pelo MEC estarão aptas a emitir o Termo de Adesão ao PROUNI, de acordo com o modelo constante no Anexo II a esta Portaria.

    Art. 10. As instituições de ensino superior referidas no art. 9º poderão emitir o Termo de Adesão no período de 8 de novembro até às 18 horas do dia 19 de novembro de 2004, horário de Brasília, conforme orientações constantes no endereço do PROUNI na Internet.

    § 1º A emissão do Termo de Adesão de que trata o caput será efetuada exclusivamente no endereço do PROUNI na Internet, com a assinatura digital do responsável legal da mantenedora da instituição de ensino superior cuja Proposta de Adesão tenha sido deferida.

    § 2º Para fins do disposto no parágrafo anterior, o responsável legal da mantenedora da instituição de ensino superior deverá utilizar certificado digital tipo A3 da respectiva mantenedora, emitido no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, nos termos da Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001.

    Agora com o E-MEC, todas as Instituições de Ensino Superior terão que utilizar essa ferramenta para fazer o trâmite e acompanhamento de processos como credenciamento e recredenciamento, autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos.

    A integração da Portaria SENESu/MEC Nº 255, de 20 de dezembro de 1990, que trata do arquivamento de documentos acadêmicos, com a MP 2200-2/01, conduz à base jurídica da validação de documentos acadêmicos digitalizados e assinados eletronicamente, desde que obedecidos padrões técnicos e procedimentos específicos.

    Hoje, no mundo, 90% (noventa por cento) dos documentos produzidos têm origem eletrônica e os autenticados (assinados eletronicamente utilizando a Certificação Digital) passam a ter total validade jurídica, sem nunca antes ter existido em papel.

    E é aí que entra em cena a aplicabilidade da Certificação Digital, capaz de garantir a um documento eletrônico o mesmo valor jurídico de um documento em papel. Com esta nova ferramenta, é possível não só transformar todos os arquivos em suporte papel para suporte eletrônico , dispensando os documentos impressos enquanto prova de valor jurídico-fiscal, como também agregar valor ao documento originalmente eletrônico, eliminando a necessidade de impressão.

    Aplicada de forma eficiente, através de estudos de processos e fluxos de informações, além de propiciar a segurança necessária para a condução das operações, demonstra perante terceiros razoável nível de organização, conferindo, ainda, diversos outros benefícios, tais como redução da mão de obra envolvida em determinados processos; redução de custos e riscos com armazenamento; deslocamentos de pessoal, papéis, suprimentos de informática; entre outros.

            Diante do cenário apresentado e da importância da certificação digital destacados acima, apresentamos a seguir o detalhamento de nossa proposta para esse curso.

1.     A era da informação;

·         Informações Básicas;

·         Valorização das Empresas que lidam com a informação;

·         A importância do acesso à Informação;

2.      A Digitalização de Documentos Acadêmicos;

3.     O que é a Certificação Digital;

4.     Para que serve um Certificado Digital;

5.     Os tipos de Certificados Digitais;

·         Certificado Tipo A1;

·         Certificado Tipo A3;

·         Certificado Tipo A2;

·         e-CPF;

·         e-CNPJ;

6.     A segurança da Certificação Digital;

·         Dados Técnicos que Garantem a Segurança;

·         Reconhecendo um Documento Certificado Digitalmente;

·          Reconhecendo um e-mail Certificado Digitalmente;

·         Assinando um Documento com um Certificado Digital;

7.     A credibilidade dos Certificados Digitais;

·         Casos de sucesso;

·         A Certificação Digital no Mundo;

8.     Utilizando a Certificação Digital nas Instituições de Ensino Superior

·         Transformando o nosso arquivo acadêmico em um arquivo digital;

·         Transformando a nossa Secretaria Acadêmica em uma Secretaria Digital;

·         Como transformar, gerar e manter diários de classe no meio digital;

·         Transferir e receber alunos pelo meio digital (por e-mail);

·         Montando uma pasta de aluno ou professor no meio digital;

9.      Onde retirar o seu Certificado Digital e-CPF ou e-CNPJ;

·         Autoridades Certificadoras;

·         Raiz Brasileira;

10.  A regulamentação / MP 2.200-2;

·         MP 2.200-2;

Porque o MEC utiliza o Certificado Digital para programas como PROUNI e E-MEC;

 

Fernanda Lima nua e pelada

Fernanda Lima originalmente era modelo. Viveu uma parte de sua vida na Itália. Lá ela fez algumas fotos nuas para revista Boss. Veja Fernanda Lima peladona aqui! oferecimento Jegue-BR.

 

Fernanda Lima - nua e pelada …  musa linda e real atriz e modelo

Download YouTube Videos

Agora ficou mais fácil ter os vídeos do youtube no seu micro.

Felizmente, agora temos diversas ferramentas online e offline para fazer o download e para converter no formato mais fácil para seu manuseio. 

Aqui segue 23 ferramentas ”YouTube downloaders” separadas tbm por plataforma - windows ou linux e MAC tbm! …

Web based

1. YouTubeX doesn’t have a lot of options, but it’s simple, and it works. It also enables you to share the YouTube video with your friends via e-mail. Unfortunately, all the files are called get_video, and you have to add the .flv extension manually.

www.youtubex.com

2. KeepVid is another simple site. No hassle, works not only for YouTube movies but for a number of other sites, including Google Video, MySpace Video, DailyMotion and others. Again, you have to add the .flv extension by hand.

keepvid.com

3. VideoDownloader is very similar to KeepVid, but supports even more video sharing sites, and it’s also available as a Firefox extension. Just like with KeepVid, all downloads are in .flv format. We recommend MediaCoder for free conversion.

javimoya.com/blog/youtube_en.php

4. YouTube Downloads takes the cake in the longest domain name contest. It also separates itself by using a proxy for downloading videos, which means that you might be able to get videos even if YouTube access is blocked at your workplace or in the country you live. Just search Google for YouTube videos, and copy/paste the URL into YouTube Downloads.

www.downloadandsaveyoutubevideos.info

5. Zamzar is an online file format conversion site which can do a lot more than just converting YouTube videos to another format and downloading them to your hard drive, but it’s doing a great job so we had to include it here. Thoroughly tested by us and highly recommended. See the video of it in action here.

www.zamzar.com

Zamzar

6. YouTubia separates itself from the crowd by enabling you to search as well as download YouTube files. Options are scarce, but it works.

www.youtubia.com

7. VidGrab is another simple site that works with YouTube, Google Video, MySpace and Break.com. Besides the download function, the site also sports a top list of most viewed videos.

www.vidgrab.com

8. Vixy offers both downloading videos and converting them into DivX avi, mov, mp4, 3gp, or mp3 (for audio only) formats. The conversion works well enough, but sometimes results in slightly choppy playback.

vixy.net

9. Hey! Watch is an ambitious video encoding service with a large number of options, especially when it comes to converting videos to portable media player formats (it even supports my trusty iRiver H340.) Most online video converters often produce crappy results, with video and audio being out of sync, and this problem is also present on Hey! Watch, but it happens rarely.

heywatch.com

10. Media Converter can be a little slow, but the results of the video conversion are quite good. We’ve converted some YouTube videos to avi (mpeg4 + mp3) format and it worked well. The tool is not limited to video conversion; it also supports several audio and document formats.

www.mediaconverter.org

Media Converter

11. KcoolOnline is a web-based converter which supports 98 video sharing web sites, including YouTube. It has literally zero options, so it’s recommended for those who like to keep it simple.

www.kcoolonline.com

Windows Applications

12. VDownloader is a desktop application that catches YouTube, Google Video, and Grinvi video links from your clipboard. Start it up, copy the video URL and click download. It automatically converts the videos to mpeg or avi formats.

www.softpedia.com/progDownload/VDownloader-Download-51327.html

13. YouTube Grabber downloads files from Youtube in .flv format. Copy and paste the URL of a video from YouTube into the program, press «grab», and the file will be downloaded into the same directory as the program.

www.download.com/Youtube-Grabber/3000-2071_4-10574801.html

14. Orbit Downloader is a desktop application which can download videos from a wide variety of sites. The download process is very simple, just hover your mouse over the video and you’ll get a button that says «Get It». The developers of the program claim that it’s very fast (up to 500% faster, they say) due to its P2P download technology.

www.orbitdownloader.com

15. My Video Downloader. With all these free tools, it’s actually funny to see a commercial one. It’s called My Video Downloader, and while it does look solid and offers a lot of conversion options (a free trial which enables you to download 10 videos is available), we’re not sure it offers enough to warrant a price tag.

myvideodownloader.com

16. KeepV is a desktop downloader as well as a converter, which can convert the downloaded videos from flv to avi, mov, mp4, or 3gp formats.

keepv.com

17. VideoGet boasts being able to download video clips from more than 100 video sharing websites. We haven’t tested all of them, so we’re just going to take their word for it. It’s a deskop application with a nice, simple interface, and a solid number of options.

nuclear-coffee.com/php/products.php

VideoGet

18. TubeSucker is a desktop YouTube video downloader with some interesting options, including batch downloading large amounts of videos from a certain user. See the video tour on the site.

www.newrad.com/software/tubesucker/

OS X

19. Get Tube is an OS X application which lets you download video or audio files from YouTube, DailyMotion and Kewego.

web.mac.com/simonvrel/iWeb/software/v.1.0.html

Linux

20. Youtube-dl. Here’s some love for Linux users. Youtube-dl is a program that lets you download YouTube clips in flv format, which both mplayer and VLC can easily chew up.

www.nuxified.org/blog/download_youtube_video_files_with_youtube_dl

21. YouTube Ripper is not actually an application; it’s a simple script that rips all videos that match a keyword, uploaded by a specific YouTube user. We don’t really have ideas on what to use this for, but maybe you do! PHP port is also available.

nlindblad.org/2007/04/08/youtube-ripper-collectors-edition/

Plugins

22. Vidtaker is a Firefox-only plugin that can download videos from most streaming websites: Google Video, YouTube, MySpace, as well as a number of nasty adult SomethingTube spinoffs (Pornotube, YouPorn etc). It automatically converts the video to a DivX avi.

www.vidtaker.com

23. Ook? Video Ook! Yes, that’s the full name of this Firefox plugin, which enables you to download videos from YouTube and several other video sharing web sites. It features one click downloading and integration with the popular DownThemAll Firefox plugin.

addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/2584

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

Assim muitos locais sociais do trabalho em rede começaram começados por alguém que diz, hey, eu penso que estes retrato/canção/faixa/o que quer que é grande e eu quero compartilhar d com meus amigos….e antes que você puder dizer MySpace que a pessoa tem milhares de “amigos” quem são também passionate em sua opinião que o retrato/canção/faixa/o que quer que na pergunta é grande.

Ter amigos é grande; realmente, é. Nós não estamos de encontro aos amigos no menos. Ter uma rede da sustentação que possa o suportar acima de encontro a um mar da dúvida é grande, demasiado. Se você pensar que o laço que um `amarelo da fita em volta da árvore Ole do carvalho é a mais melhor canção produziu sempre, um quarto virtual completamente dos amigos que tranquilizam o que você é direita impulsionará sua confiança como nada mais.

O problema é, uma rede social dos povos like-minded que concordam com você não faz a coisa que você é todo que concorda sobre verdadeiro. Tudo que significa é que há um grupo dos povos que estão em torno de concordar com você. “Você é absolutamente estrondo-aproximadamente nessa canção” tem echos ominous do “ampère-hora, o emperor, que o terno olha positivamente dashing em você.” E quando você começa pensar que é verdadeiro porque você está começando assim que pode cursos positivos da rede, você é furado dentro grupo-pensa, e há um risco real de careening descontroladamente fora das estradas de uma realidade objetiva mais amplamente compartilhada.

O que todas as redes necessit-e eu sociais incluímos a rede social que revolve em torno de ThinkFree nesta indicação-está uma maneira spice acima da conversação com o inesperado, o serendipitous. Tudo que faz exame realmente é um miúdo a dizer “mas mom, o emperor não está desgastando nenhuma roupa,” e realidade inunda a cena. Nós necessitamos nossas redes sociais não apenas suportar-nos e reaffirm, mas desafiar-nos e testar nossas opinião e opiniões.

Às vezes é mais instructive distante para procurar para fora as opiniões dos povos que discordam com o que nós estamos pensando. Nós podemos nunca vir ao redor ver coisas sua maneira, mas nós podemos aprender mais sobre nos, nossas posições, e as coisas sobre que nós sentem passionate. E aquela é uma coisa boa.

Nós pudemos mesmo concordar que é uma coisa grande.

Que você pensa?

Tag

http://blog.thinkfree.com/2007/07/10/the-dark-side-of-social-networking-unenlightenment/

a espera, faltam poucos dias para ter o iPhone no Brasil

20070110-homepage_iphone_unlock_f9_20070109_mini.jpgOs hackers podem ter sucesso em destravar o iPhone em três a sete dias, segundo o representante de um dos esforços para desbloquear o novo telefone da Apple.

“Achamos que vai ser fácil. Sabemos que muitos dos engenheiros do iPhone vieram de outras fabricantes de aparelhos, e entendemos suas técnicas de design muito bem”, disse “gj”, em uma entrevista via IRC (Internet Relay Chat). Ele pediu para que seu nome real fosse preservado.

“Fácil para nós significa em uma semana”, disse ele, estimando o prazo entre três e sete dias. O desbloqueio permitirá que o aparelho possa ser usado fora da rede da AT&T, operadora exclusiva do serviço para o iPhone nos Estados Unidos.

Steven Johnson
STEVEN JOHNSON já foi citado como um dos mais influentes pensadores do ciberespaço pelos periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. (atualizado em fev-08)

Steven Johnson nasceu há 1970 anos e vive em Nova Iorque desde 1991. Formado em Semiótica e Literatura Inglesa, tem-se destacado como um dos maiores estudiosos da tecnologia digital.

Fixou-se, recentemente, em Brooklyn, para onde, como diz no seu blogue (www.stevenberlinjohnson.com), se estão a mudar todos os escritores cokm crianças. Tem dois filhos e aguarda o seu terceiro menino.
É crítico cultural e professor na New York University, destacou-se como colunista dos jornais The New York Times e The Wall Street Journal e das revistas The New Yorker e Harper’s Magazine. Dono de uma escrita polémica, tem publicados quatro livros e, em Outubro, sairá no mercado americano The Ghost Map. Esteve, recentemente, em Lisboa, para lançar Tudo o que É Mau Faz Bem (Lua de Papel).

Tudo o Que É Mau Faz Bem
Cultura da Interface

.
A Inteligência Coletiva: cartografando as redes sociais no ciberespaço
http://www.cibersociedad.net/congres2004/grups/fitxacom_publica2.php?grup=19&id=335&idioma=ca

INFORMAÇÃO, CIDADE E CONHECIMENTO: POR UMA ABORDAGEM DO ESPAÇO URBANO http://www.cinform.ufba.br/v_anais/artigos/silviojoseconceicao.html

Principais autores nas ciências sociais do Século XX

Total

Economistas

Sociólogos

C. políticos

Antropólogos

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Influência

Mérito

Gilberto Freyre

44,9%

44,9%

28,6%

28,6%

50,0%

50,0%

46.2%

53,9%

66,7%

50,0%

Celso Furtado

42,9%

44,9%

92,9%

85,7%

0,0%

0,0%

53,9%

61,5%

0,0%

0,0%

Raymundo Faoro

34,7%

34,7%

28,6%

35,7%

20,0%

10,0%

38,5%

38,5%

50,0%

50,0%

Sérgio Buarque de Hollanda

34,7%

28,6%

35,7%

35,7%

20,0%

20,0%

53,9%

15,4%

33,3%

50,0%

Victor Nunes Leal

20,4%

24,5%

7,1%

0,0%

20,0%

20,0%

38,5%

46,2%

33,3%

50,0%

Florestan Fernandes

10,2%

20,4%

14,3%

14,3%

20,0%

20,0%

7,7%

23,1%

16,7%

33,3%

Caio Prado Júnior

18,4%

20,4%

28,6%

28,6%

10,0%

10,0%

23,1%

30,8%

0,0%

0,0%

Oliveira Viana

16,3%

16,3%

0,0%

0,0%

10,0%

10,0%

46,2%

23,1%

6,7%

33,3%

Euclides da Cunha

14,3%

14,3%

7,1%

7,1%

0,0%

0,0%

15,4%

15,4%

33,3%

33,3%

Fonte: enquete entre 49 cientistas sociais brasileiros. cad qual indicou até cinco obras mais importantes e cinco mais influentes. Quando não foi feita a distinção, a obra foi considerada importante e influente.

Saiba quem são as 50 pessoas mais importantes da internet

Veja quem são os responsáveis pelo que você lê, assiste, escuta, escreve, compra, vende, se relaciona e tudo o mais na web.

50mais_88x66Não fossem as pessoas criadoras dos YouTubes, Orkuts e MySpacess do mundo, muito do potencial da rede se perderia em sites spam e outros detritos online.

Então, quem causou o maior impacto no mundo da internet? Levamos em conta centenas de bloggers, organizadores, idealizadores, empresários e inovadores para descobrir aqueles cujas contribuições lapidaram a forma como usamos e usaremos a web.

A partir dessas contribuições, fizemos uma lista com as 50 pessoas mais importantes. E se conseguir um pouco mais de visitas a seu site, talvez ano que vem você faça parte desta lista também.

1. Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin
Executivos, Google
Personalidade 01Quando suas ações chegam ao preço de 500 dólares, você vale coletivamente 33 bilhões de dólares e ainda por cima é dono do mecanismo de busca mais usado na internet, bem, você pode fazer praticamente qualquer coisa. O pequeno projeto que Sergey Brin e Larry Pages elaboraram na faculdade se transformou na casa de máquinas mais comentada de mundo e um dos poucos nomes que se transformaram em verbos (pelo menos nos EUA). Eric Schmidt deixou a Novell para se integrar à mesa diretora do Google em 2001 e logo se tornou o CEO da empresa. Depois de conquistar o mundo dos anúncios online, a empresa foi atrás de um brinquedo novo: a aquisição do YouTube marcou um grande passo na direção da completa dominação da rede.

2. Steve Jobs
CEO, Apple
Personalidade 02Provavelmente todos já estão cheios de ouvir falar do CEO da Apple, mas quando o apelo de um homem em prol dos direitos livres da música digital reverbera no mundo inteiro, fica difícil ignorar seu poder de influência. Jobs popularizou os downloads legais de música, filmes e programas de TV. E apesar do iPhone ainda não ser um produto de massa, ele se encaminha para finalmente popularizar a navegação na internet via aparelho móvel.

3. Bram Cohen
Co-fundador, BitTorrent
Personalidade 03Sistemas usuário-usuário como o KaZaA e o eDonkey são coisas do passado. O futuro (até agora) pertence ao BitTorrent, idéia genial do mago da matemática e programador precoce Bram Cohen. O BitTorrente, desenvolvido em 2001, ganhou popularidade como meio de baixar arquivos grandes (como filmes) dividindo o trabalho entre o hardware e a banda larga. A adaptabilidade da tecnologia em lidar com grandes arquivos deixou Cohen com problemas com a Motion Picture Association of America, que ordenou que o BitTorrent retirasse conteúdo protegido de sua rede. Mas esse empecilho pouco atrapalhou: mais de um terço de todo tráfego na web provém de clientes BitTorrent. Desde então, o programa e os pesos pesados do entretenimento mundial juntaram forças. A recentemente lançada BitTorrent Entertainment Network apareceu com milhares de filmes aprovados pela indústria, além de programas de TV, jogos e músicas para venda.

4. Mike Morhaime
Presidente, Blizzard Entertainment
Personalidade 04No universo dos games online, há o World of Warcraft e o resto. Com oito milhões de jogadores em todo o mundo, a Blizzard fatura cerca de 1,5 bilhão de dólares por ano com o jogo. E cada jogador agradece a Mike Morhaime pela chance (se ela vier) de obter a Lâmina da Justiça Eterna. Assim como o Second Life, um mundo (real) de negócios se constrói com base no game. Entretanto, diferentemente do Second Life, esses negócios (que exploram a economia e a jogabilidade do game) não são totalmente bem-vindos.

5. Jimmy Wales
Fundador, Wikipedia
Personalidade 05Muitos internautas fazem da enciclopédia virtual Wikipedia sua primeira e última parada para uma pesquisa; e seu conteúdo gerado pelos usuários se tornou tão confiável que a revista Nature a considerou “próxima à (enciclopédia) Britannica” em precisão. O site foi citado como fonte de informação em mais de 100 decisões dos tribunais americanos desde 2004. Mas a popularidade levou o site a ser alvo de spammers, tanto que a Wikipedia teve de bloquear o Qatar (o país mesmo) inteiro de fazer intervenções temporariamente. Para combater os spammers, Wales decidiu direcionar tags “não-rastreáveis” em links externos, informando aos mecanismos de busca para ignorar os links e assim evitar uma inflação artificial do mecanismo de busca enquanto o mesmo ordena os links procurados. Essa estratégia garante que a proeminência da Wikipedia continue a crescer nos resultados de busca. Mas talvez a Wikipedia seja somente o começo para Wales. Recentemente ele lançou seu próprio mecanismo de busca, o WikiSeek, que procura somente em sites mencionados na Wikipedia.

6. John Doerr
Investidor, Kleiner, Perkins, Caulfield & Byers
Personalidade 06Ex-vendedor da Intel, John Doerr têm sido o rei do capital de investimento do vale do silício há quase três décadas, com “passagens” pela Sun Microsystems, Amazon.com e o Google. Jeff Bezos  (personalidade número 24) descreveu Doerr como o “centro gravitacional da internet”. Ele também colocou seu dinheiro por trás de suas políticas, apoiando controversas iniciativas eleitorais na Califórnia envolvendo energia alternativa e pesquisa com células-tronco.

7. Craig Newmark
Fundador, Craigslist
Personalidade 07Seu site não tem anúncios, cobra absurdamente pouco dos poucos visitantes, possui um domínio “.org” e emprega 23 pessoas. Apesar da aparência pobre, o Craigslist teve 14,1 milhões de pageviews em dezembro de 2006 e foi o 52º site mais visto daquele mês, de acordo com a comScore Media Metrix. A Craigslist de Newmark se tornou um vício para muitos, que impulsivamente atualizam a lista ‘coisas gratuitas’ e anúncios pessoais enquanto matam o tempo no trabalho. E mais importante: a lista nocauteou, sozinha, o negócio de classificados offline. Somente na área da baía de San Francisco (EUA), um estudo descobriu que o site suga até 65 milhões de dólares anuais dos anúncios de “precisa-se” dos jornais locais.

8. Peter Levinsohn
Presidente, Fox Interactive Media

A Fox Interactive Media, da News Corporation de Rupert Murdoch, é uma das entidades mais poderosas da rede, controlando 13 sites super acessados (desde o MySpace até o FoxNews.com). Um complemento às propriedades tradicionais da News Corp, essa divisão de internet ficou entre as dez propriedades mais visitadas no mundo em dezembro de 2006, de acordo com o comScore World Metrix. E provavelmente haverá mais, já que, de acordo com a TechCrunch (ver personalidade número 30), a Fox Interactive ainda tem 2 bilhões de dólares para torrar em aquisições.

9. Marissa Mayer
Vice-presidente para pesquisa de produtos e experiência de usuário, Google
Personalidade 09A rainha dos produtos Google fiscaliza a lista de serviços e ferramentas cada vez mais diversificadas do gigante de busca, como o Google Maps, Google Desktop e o serviço e-commerce Google Base. A primeira dama do Google se juntou à companhia como primeira engenheira mulher, em 1999 (ela era a empregada #20, mais ou menos) e trabalhou no desenvolvimento da interface amigável e minimalista do Google. Mas não tente acusá-la de viciada no trabalho. De acordo com o site da empresa, é ela quem organiza as noites de cinema dos funcionários.

10. Chad Hurley e Steve Chen
Fundadores, YouTube
Apesar da aquisição da empresa por parte do Google, os fundadores do YouTube –  Chad Huley (CEO) e Steve Chen (CTO) – parecem que irão agitar o mundo um pouco mais. Os reis dos vídeos na internet anunciam planos de pagar aos usuários pelos vídeos. Também fecharam diversas parcerias com grandes donos de conteúdo de mídia (MTV, NBC, Warner Music e outros). O sócio co-fundador Jawed Karim deixou a empresa para continuar um mestrado em ciência da computação na Universidade de Stanford.

11. Kevin J. Martin
Presidente, Federal Communications Commission (FCC)
Personalidade 11Apesar da cara de modesto e despretensioso, ele é um dos burocratas mais poderosos da web. Martin tomou as rédeas, em 2005, do FCC, a agência reguladora do setor das comunicações nos Estados Unidos, e até agora ele foi alvo de mínimas controvérsias e nenhum escândalo, muito diferente de seu antecessor Michael Powell. Mas isso não significa que ele não possa cortar sua conexão de internet se ele realmente assim desejar.

12. Brad Templeton
Presidente, Electronic Frontier Foundation
Personalidade 12Quem já esteve no lado errado de disputas por direito autorais ou disputas de privacidade sabe que Brad Templetom e a Electronic Frontier Foundation são seus amigos. Eles defenderam compartilhadores de arquivos processados pela Recording Industry Association of America (associação relacionada aos direitos de uso) e registraram queixas contra a América Online por revelar termos buscados pelos assinantes; atualmente, eles lutam pela liberação dos bloggueiros que publicaram documentos relacionados ao suposto estado alterado de Eli Lilly provocado pelos efeitos da droga Zyprexa. A paixão de Templeton pela questão dos direitos autorais e discurso livre não é surpresa. O veterano da rede começou em 1989 quando fundou a ClariNet, uma empresa que, segundo ele mesmo, publicou o “primeiro jornal da internet”.
 

13. Henry Chon - CEO, Cyworld
Personalidade 13Não ache que o Cyworld é um Orkut ou MySpace coreano. Ao contrário, o MySpace é que é um Cyworld americano. Na Coréia do Sul, estima-se que 25% da população (e 90% dos adolescentes) tenham conta no Cyworld, no qual os indivíduos projetam miniaturas animadas para representá-los num singular espaço online. Em 2006, Henry Chon trouxe o Cyworld para os EUA. Apesar de ainda não ter conseguido o mesmo sucesso, é melhor a concorrência começar a pensar em formas de inovar…

14. Shana Fisher
Vice-presidente sênior de estratégia e M&A, IAC/InterActiveCorp
O presidente e CEO da IAC/InterActiveCorp Barry Diller adora suas empresas online. Depois de uma temporada de compras, a IAC agora é dona do Ask.com, Citysearch, Expedia, Match.com, Ticketmaster e hospeda outros serviços voltados para os negócios na rede. Mas quem diz a Diller onde colocar seu dinheiro? Sua conselheira de fusões e aquisições, a vice-presidente Shana Fisher. Ela é quem determina exatamente onde e quando a IAC deve investir. Seu controle sobre a carteira da IAC a tornou a mulher mais poderosa da internet.

15. Niklas Zennstrom e Janus Friis - Fundadores, Skype e KaZaA
Primeiro eles construíram a popular rede de compartilhamento KaZaA; depois eles mantiveram o ritmo e criaram o famoso software VoIP Skype. Depois de vendê-lo ao eBay (ver personalidade  #28) por 2,6 bilhões de dólares, a dupla voltou à prancheta para produzir o Joost (antigo Projeto Venice), um serviço de distribuição de vídeo atualmente em versão beta privada. Depois de serem forçados a pagar mais de 100 milhões de dólares relacionados a um processo acerca do KaZaA, eles agora negociam diretamente com os donos do conteúdo para preparar o lançamento oficial do Joost.

16. Matt Mullenweg - Desenvolvedor, site de blog e software WordPress
Personalidade 16Legalmente, ele mal pode comprar um drink nos EUA, mas esse entusiasta do código livre de 22 anos desenvolveu o WordPress, o software livre de publicação preferido pelos blogueiros do mundo. Em 2004, o WordPress se tornou tão conhecido que a CNet contratou Mullenweg para trabalhar em outros projetos. Em 2005 ele se demitiu, mas foi para poder se dedicar em tempo integral ao WordPress, que hoje funciona mais como um sistema de gerenciamento de conteúdo com vários modelos, widgets e plug-ins.

17. Philip Rosedale - CEO, Linden Lab
Personalidade 17Ele pegou o conceito MMORPG (sigla para jogos de RPG online em massa) e o aplicou no destino mais comentado da internet: o Second Life. Mas não ache que é apenas um jogo. Para mais e mais “residentes”, o Second Life se tornou “first life”, na qual eles fazem de tudo desde casar até começar seu próprio negócio, que funciona somente dentro do site. Muitas empresas do mundo real abriram ‘filiais’ no Second Life. De fato, esse universo se tornou tão popular que já surgiram os que se aproveitam do boom: Nick Denton (ver personalidade #45) comparou a economia do jogo a uma esquema em pirâmide.

18. Jon Lech Johansen -Criador, programa de ‘descriptografia’ DeCSS
Personalidade 18Mais conhecido como DVD-Jon, Jon Lech é o hacker norueguês que quebrou o sistema de criptografia usado em filmes de DVD, assim permitindo que eles fossem copiados. Ele lançou o programa DeCSS em 2002 e foi prontamente processado em sua terra natal. Absolvido, ele continuou e violou o DRM (administração de direitos de conteúdo digital) do iTunes, da Apple. Mesmo ainda não tendo derrotado o anônimo muslix64, que criou programas de “backup” para HD DVD e Blu-ray, Johansen é visto como o renegado mais temido pela grande mídia.

19. Jerry Yang, David Filo e Terry Semel - Executivos, Yahoo!
Personalidade 19(3)Os produtos inovadores e a aquisição do YouTube pelo Google tiraram os holofotes do Yahoo!, mas o gigante da web, liderado por seus fundadores Jerry Yang e David Filo, e o CEO Terry Semel, está prestes a contra-atacar. Nos últimos dois anos, o Yahoo! adquiriu o site de compartilhamento de fotos Flickr e o de bookmarks sociais Del.icio.us. Ele ainda continua a lançar novas propriedades como o Yahoo Food e o Yahoo Pipes. A migração recente para a plataforma Panama de propaganda representa uma outra tentativa de recapturar os rendimentos em propagandas do Google.

20. Jack Ma - COO, Alibaba.com
Personalidade 20Quer fazer negócios na China sem ter de pegar um avião até Xangai? Tente o Alibaba.com. Fundado em 1999 por Jack Ma, essa bem sucedida central de negócios é o melhor lugar online para conhecer pessoas e fazer propostas e ofertas. Alguns dizem já terem ouvido dele a história de que tudo começou quando ele foi seqüestrado em Malibu e só seria solto caso ajudasse seu seqüestrador a começar um negócio na China. Em 2005, o Yahoo! fez um investimento multi-bilionário no Alibaba, que agora executa o Yahoo! China. A aventura tem sido alvo de escândalos recentemente, já que forneceu a informação que levou um jornalista chinês à prisão, sob a acusação de ter vazado segredos de estado.

21. Brewster Kahle - Diretor, Internet Archive
Desde 1996, o sem fim lucrativo Internet Archive tem coletado terabytes de dados e mais dados (filmes, música, livros etc.). Enquanto isso, outro atributo, chamado Wayback Machine, tem cuidadosamente feito cópias dos históricos de rede para lembrar-se de onde nós já navegamos. Brewster Kahle co-fundou o Internet Archive com o intuito de “preservar nossa herança digital”, mas não se engane: ele também desafiou mudanças na lei de direitos autorais dos EUA no caso Kahle vs. Gonzales, um