MíMESis ou MIMESE – a teoria do “meme”

Grecia Atene
Image by Bricke via Flickr

MíMESis ou MIMESE

Do gr. mímesis, “imitação” (imitatio, em latim), designa a acção ou faculdade de

imitar; cópia, reprodução ou representação da natureza, o que constitui, na filosofia aristotélica, o fundamento de toda a arte. Heródoto foi o primeiro a utilizar o conceito e Aristófanes, em Tesmofórias (411), já o aplica. O fenómeno não é um exclusivo do processo artístico, pois toda actividade humana inclui procedimentos miméticos como a dança, a aprendizagem de línguas, os rituais religiosos, a prática desportiva, o domínio das novas tecnologias, etc. Por esta razão, Aristóteles defendia que era a mímesis que nos distinguia dos animais.


The philosopher Plato
Image via Wikipedia

Os conceitos de mímesis e poeisis são nucleares na filosofia de Platão, na poética de Aristóteles e no pensamento teórico posterior sobre estética, referindo-se à criação da obra de arte e à forma como reproduz objectos pré-existentes. O primeiro termo aplica-se a artes tão autónomas e ao mesmo tempo tão próximas entre si como a poesia, a música e a dança, onde o artista se destaca pela forma como consegue imitar a realidade. Não se parte da ideia de uma construção imitativa passiva, como acontece na diegesis platónica, mas de uma visão do mundo necessariamente

dinâmica. A mímesis pode indiciar a imitação do movimento dos animais ou o seu som, a imitação retórica de uma personagem conhecida, a imitação do simbolismo de um ícone ou a imitação de um acto musical. Estes exemplos podemos colhê-los facilmente na literatura grega clássica. As posições iniciais de Platão, na República, para quem a imitação é sobretudo produção de imagens e resultado de pura inspiração e entusiasmo do artista perante a natureza das coisas aparentemente reais (o que se vê em particular na comédia e na tragédia), e de Aristóteles, na Poética, para

Portrait of Aristoteles. Pentelic marble, copy...
Image via Wikipedia

quem o poeta é um imitador do real por excelência, mas seu intérprete, função que compete ao cientista, foram largamente discutidas até hoje. Em particular, a questão da poesia ainda permance em aberto: seguimos com Platão se aceitarmos que a imitação fica ao nível da lexis, ou seguimos com Aristóteles, se aceitarmos que todo o mundo representado ou logos está em causa e que não resta ao artista outra coisa que não seja descrever o mundo das coisas possíveis de acontecer, coisas a que chamamos verosimilhanças e não propriamente representações directas do real?

Os tratadistas latinos, como Horácio, vão defender o princípio aristotélico, reclamando que a pintura como a poesia (ut pictura poesis), por exemplo, são artes de imitação.

Vários teóricos contemporâneos tentaram recuperar esta questão, que se relaciona com o  conceito de verosimilhança, discutido por autores como Ingarden, Sklovski, Vygotski, Jakobson, Barthes, Genette ou Hamon. O alemão Erich Auerbach traça, em Mimesis (1946), a história da representação poética da realidade na literatura ocidental, analisando a relação do texto literário com o mundo, mas recusando definir o que seja a imitação; Northrop Frye, em Anatomy of Criticism (1957), retoma a distinção aristotélica entre mímesis superior (domínio superior de representação, onde o herói domina por completo a acção das restantes personagens) e a mímesis inferior (domínio onde o herói se coloca ao mesmo nível de representação das restantes personagens); a estética de Georg Lukàcs presta particular atenção às artes não figurativas, que o teórico marxista considerava a exteriorização mais verdadeira da intimidadade do artista; Hans Georg Gadamer retoma a filosofia de Pitágoras, para quem o mundo real imitava a ordem cósmica das relações numéricas, para defender que a música, a literatura e a pintura modernas imitam essa ordem primordial. Em todos os casos, falamos de imitação enquanto forma de representação do mundo e não como uma forma de copiar uma técnica (imitatio, na retórica latina), o que foi prática corrente a partir do Império Romano, sobretudo na imitação da obra de mestres de gerações anteriores. É talvez Jacques Derrida quem propõe uma reflexão mais radical sobre o conceito de mímesis: o real é, em síntese, uma replicação do que já está descrito, recontado, expresso na própria linguagem. Falar neste caso de imitação do mundo é aceitar que estamos apenas a repetir uma visão aprendida na linguagem. A semiótica contemporânea substituiu o conceito de imitação pelo conceito de iconicidade nos estudos literários.

ÍCONE; poética; Ut pictura poesis

Bib.: Erich Auerbach: Mimesis. Dargestellte Wirklichkeit in der abendländischen Literatur (1946; Mimésis. La représentation de la réalité dans la littérature occidentale, Paris, 1968); David Lodge: “Mimesis and diegesis in modern fiction”, in After Bakhtin (1990); Jacques Derrida: La Dissémination (1972); L.Costa Lima: Mímesis e Modernidade (1980); M. Koller: Die Mimesis in der Antike (1954); R. Mc Keon: “Literary Criticism and the Concept of Imitation in Antiquity”, in Critics and Criticism Ancient and Modern, ed. R.S. Crane (1952).

link: e-dicionario de termos literários

Reblog this post [with Zemanta]

Mídia digitais na vida das crianças

Media digitais na vida das crianças

“Kids’ Informal Learning with Digital Media: An Ethnographic Investigation of Innovative Knowledge Cultures” é o título de um projecto de investigação de três anos, realizado nos Estados Unidos da América, cujos resultados acabam de ser publicados. Acessível no site do projecto, sediado nas Universidades da California e Sul da Califónia, explora os modos como as crianças udam os media digitais na sua vida quotidiana.
Acessíveis na Internet encontram-se:

Sumário
Sumário desenvolvido
Relatório integral
Press release e vídeo de apresentação

Via Apophenia (http://www.zephoria.org/thoughts/archives/2008/11/20/living_and_lear.html ), onde tomei conhecimento desta informação, pode aceder-se a outros textos de divulgação desta pesquisa:

Teenagers’ Internet Socializing Not a Bad Thing (NY Times)
Time online teaches kids important skills, study finds (Mercury News)
… and many more

fonte - http://comedu.blogspot.com/

livro e autor,Idoru e William Gibson – multi resenha

Tentando seguir a popular filosofia de coisaa para fazer no ano novo, pretendo colocar sempre na lista, ler mais livros qo ano que se passou.

Uma sugestão de leitura para se animar é 10 Dicas para Você Ler mais Livros por Ano (Empirical Empire),

Idoru. William Gibson. Makron Books, 2000.

obra:romance, gênero: ficção científica, 1ºedição 1996,

Sinopse inglês William Gibson é autor do termo ciberespaço e de um romance de ficção científica que marcou a década de 80: Neuromancer. Como este, Idori, publicado em 1996, trata de personagens bizarros em paisagens tecnológicas remotas e exóticas.
 

Idoru, escrito por William Gibson, é um excelente romance de ficção científica, que leva os leitores ao minúsculo espaço da nanotecnologia – minúsculo, porém responsável por grandes revoluções. É um livro de verdade que fala de coisas “que não existem”. Ou seja, de coisas que acontecem no ciberespaço, termo criado pelo próprio Gibson em 1984 e publicado em Neuromancer, livro de grande sucesso. Ciberespaço é um termo utilizado pelos usuários da internet como sinônimo de rede, lugar onde acontecem coisas incríveis em um mundo (ou em mundos) novo e imprevisível. continua…

DOWNLOAD (créditos para nossos amigos do excelente Projeto Democratização da Leitura)

+ sobre o autor

William Gibson é um autor de ficção científica americano que vive em Vancouver, Canadá. Desde os anos 70 que escreve contos e o seu primeiro romance Neuromancer, livro em que o conceito de Ciberespaço nasceu, foi publicado em 1984. Esta obra ganhou um estatuto de culto, ao criar um novo gênero de ficção científica, apelidado de Ciberpunk, paradigma de que Gibson é considerado o pai. A literatura ciberpunk tem uma visão muito pessimista do futuro, predizendo o aparecimento de corporações capitalistas multinacionais, e mostrando os efeitos negativos que as novas tecnologias poderão ter na vida quotidiana.
Embora se considere que o ciberpunk, enquanto gênero literário, está morto, as idéias que Gibson apresentou nos seus romances alastraram a outros contextos, tanto artísticos, como sociológicos ou técnicos. Os seus detratores criticam a sua posição de, enquanto utilizador da Internet, declarar que “não sou um técnico. Não sei como é que estas coisas trabalham. Mas gosto do que fazem e dos novos processos humanos que geram”. Como escritor de ficção científica, diz que as pessoas não deveriam olhar para este gênero como prospectiva, mas antes como o modo como os escritores lhes apresentam algumas idéias sobre o futuro, que poderão vir a resultar ou não.

William Gibson escreveu, para além do já citado Neuromancer (1984), Count Zero (1986), Mona Lisa Overdrive (1988), The Difference Engine (1991), Agrippa (a Book ok The Dead) (1992), Virtual Light (1993), Idoru (1996) e uma coletânea de contos chamada Burning Chrome (1986).  

fontes:

http://www.comciencia.br/resenhas/internet/idoru.htm

http://stulzer.net/blog/2006/11/15/10-dicas-de-leitura-de-livros-de-ficcao-cientifica/

http://www.portaldetonando.com.br/forumnovo/viewtopic.php?t=2287&view=next&sid=6c0fe82b6251066093712667111dcd64

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/al250720014.htm 

CYBERPUNK, Robson Pereira

“Júlio Verne, o cyberpunk do século 19″, copyright O Estado de S. Paulo, 19/7/01 -Em 1889, o pai da ficção científica já adivinhava, em seus livros, os usos e as aplicações da Internet

monografia – como fazer? saiba como utilizando esse modelo

Monografia

    Introdução

40 Kb Download

    A escolha do tema

26 Kb Download

    Conclusão e apêndice ou anexo

25 Kb Download

    Fichamento

31 Kb Download

    Início da redação da monografia

27 Kb Download

    Início do trabalho monográfico

30 Kb Download

    Introdução à monografia

24 Kb Download

    As notas de rodapé

28 Kb Download

    Tipo de monografia

43 Kb Download

    Utilização dos relatórios de leitura

31 Kb Download

Arthur C Clarke – autor, pequisador …. 2001 odisséia no espaço e outros +

Arthur C. Clarke

Arthur C. Clarke

Arthur Charles Clarke, mais conhecido como Arthur C. Clarke (Minehead, Somerset, 16 de dezembro de 1917) é um escritor e inventor britânico, autor de obras de divulgação científica e de ficção científica, como por exemplo os contos The Sentinel, A Estrela, A muralha das Trevas, As Canções da Terra Distante e os romances 2001: Uma Odisséia no Espaço, 2010: Uma Odisséia no Espaço 2, 2061: Uma Odisséia no Espaço 3, 3001: A Odisséia Final, Encontro com Rama, O Enigma de Rama, O Jardim de Rama, A Revelação de Rama, As Fontes do Paraíso, O Berço dos Super-Humanos, A Cidade e as Estrelas.

Desde pequeno mostrou sua fascinação pela astronomia, a ponto de, utilizando um telescópio caseiro, desenhar um mapa da Lua. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu na Royal Air Force (Força Aérea Real britânica) como especialista em radares, envolvendo-se no desenvolvimento de um sistema de defesa por radar, sendo uma peça importante do êxito na batalha da Inglaterra. Depois, estudou Física e Matemática no King’s College de Londres.

Talvez sua contribuição de maior importância seja o conceito de satélite geoestacionário como futura ferramenta para desenvolver as telecomunicações. Ele propôs essa idéia em um artigo científico intitulado “Can Rocket Stations Give Worldwide Radio Coverage?”, publicado na revista Wireless World em Outubro de 1945. A órbita geoestacionária também é conhecida, desde então, como órbita Clarke.

Desde 1956 vive em Colombo, no Sri Lanka (antigo Ceilão), em parte devido a seu interesse pela fotografia e exploração submarina.

Teve dois de seus romances levados ao cinema, 2001: Uma Odisséia no Espaço (br/pt) dirigido por Stanley Kubrick (1968) e 2010: O ano em que faremos contato (br) 2010: O ano do contacto (pt) dirigido por Peter Hyams (1984), sendo o primeiro considerado um ícone tão importante da ficção científica mundial que especialistas lhe atribuem forte influência sobre a maioria dos filmes do gênero que lhe sucederam.

Sinopse

A origem do Homem e sua escalada ao Espaço, neste clássico adaptado ao cinema a partir do conto que deu origem a este livro. Uma anomalia magnética na lua leva integrantes de sua colônia à descoberta de um monolito, que ao ser tocado pelo sol envia uma mensagem em direção a Júpter.
Reeditado por Master Uchiha

 

Encontro Com Rama

Sinopse

Primeiramente detectado como asteróide 31/439 pelo radar, quando ainda se encontrava além da órbita de Júpiter, logo os computadores deduziram, com base na força do eco, ter ele diâmetro de 40 quilômetros. E mais: que havia cem anos não se descobria no espaço nenhum gigante de tal porte. Aí começa a dupla trajetória, a de Rama e a da aventura, do mistério, ambas posicionadas na rigorosa exatidão científica do autor. E o que dá especial validade ao livro é esse entrecruzar constante de ficção científica e ciência.

 

3001 A Odisséia Final

Sinopse

Conclusão de 2001 Uma Odisséia no Espaço.
Em 3001, inacreditavelmente, a raça humana sobreviveu, temerosa do
trio de monolitos que domina o sistema solar. Então, surge um lampejo único de esperança. O corpo de Frank Poole, que se acreditava morto havia mil anos, é recuperado dos gélidos confins da galáxia… Neste livro, Arthur C. Clarke leva a maior e mais bem-sucedida série de ficção científica de todos os tempos a sua conclusão magnífica e imprevisível. Ele dá um brilhante salto de mil anos para o futuro, a fim de revelar uma verdade que só agora podemos compreender. Esta é uma história que somente ele saberia contar.

 

OS AXIOMAS DE ZURIQUE, como ficar rico fácil e com sabedoria

OS  AXIOMAS  DE  ZURIQUE

Por Max Gunter (Ed. Record, 14a. edição, 2005)

1. Do Risco

  • Um emprego estável e seguro nunca deixará você rico.

  • Se você gosta de pouco risco, também ganhará pouco dinheiro.

  • Preocupação não é doença, mas sinal de saúde. Se você não está preocupado, não está arriscando o bastante.

  • Só invista no que você achar que realmente vale a pena.

  • Não diversifique muito sua carteira de ações: de um a quatro papéis é o máximo que você consegue acompanhar de perto, evitando surpresas desagradáveis.

2. Da Ganância

  • Realize o lucro o mais cedo possivel.
  • Não seja ganancioso, querendo sempre ganhar mais. Chegando ao limite que você estabeleceu, caia fora rápido.

3. Da Esperança

  • Quando o barco começar a afundar, não reze: abandone-o depressa.
  • Não fique esperando melhorar: seja rápido.
  • Use o indice da Standard and Poors 500 como referência.

4. Das Previsões

  • Não acredite em previsões alheias: geralmente estão furadas.
  • Não acredite em oráculos e gurus. Eles erram mais do que acertam.

5. Dos Padrões

  • O comportamento humano, a causa das oscilações na Bolsa, é imprevisivel e caótico.
  • Não acredite em correlações. No máximo, valem para um pequeno periodo de tempo.
  • A História não se repete nunca. As situações são sempre diferentes.
  • Não existem padrões que se repetem nem fórmulas milagrosas. O caos é a regra.
  • O fator mais poderoso de sucesso é a sorte.
  • Não acredite em frases como “hoje é meu dia de sorte”.

6. Da Mobilidade

  • Não lance raizes: elas tolhem o seu movimento.
  • Nunca se apegue a coisas materiais: apegue-se somente a pessoas.
  • Não tenha sentimentos como saudades ou lealdade a uma empresa.
  • Se aparecer algo mais atraente, mude rápido de posição.

7. Da Intuição

  • Só se pode confiar num palpite se puder ser racionalmente explicado.
  • Nunca confunda palpite com esperança, nem razão com emoção.

8. Da Religião e do Ocultismo

  • É improvável que entre os desígnios de Deus para o Universo, se inclua o de tornar você rico.
  • Não acredite em ocultismo.
  • Se astrologia funcionasse, os astrólogos seriam ricos.
  • Não se enriquece rezando.
  • Não precisa exorcizar uma superstição: apenas divirta-se com ela.

9. Do Otimismo e do Pessimismo

  • Otimismo significa esperar o melhor, mas confiança significa saber como se lidar com o pior.
  • Jamais faça uma jogada baseado apenas no otimismo.
  • Antes de pôr seu dinheiro num negócio, pergunte antes como pulará fora se der errado.

10. Do Consenso

  • Fuja da opinião da maioria: geralmente está errada.
  • Mas a opinião do rebanho às vezes está correta.
  • Não embarque nas especulações em moda.
  • Uma boa hora de comprar pode ser quando ninguém quer comprar.
  • Uma boa hora de vender pode ser quando ninguém quer vender.
  • A maioria das pessoas acredita em clichês e ditados: e essa maioria também não é rica.
  • Não se deixe pressionar pela opinião da maioria: tenha a sua própria.
  • Seja desconfiado como Descartes, e ganhe dinheiro como ele.

11. Da Teimosia

  • Se não deu certo na primeira vez, não insista de novo: esqueça.
  • A emoção espanta a razão.
  • Jamais raciocine com “preços médios”: use sempre o preço realmente pago.
  • Não fique obcecado com negócio que deu errado nem tente “recuperar a perda”: escolha outro.

12. Do Planejamento

  • Planejamento de longo prazo gera a perigosa crença de que o futuro está sob controle.
  • Nunca leve a sério o planejamento: o mundo é caótico e imprevisivel.
  • Fuja de investimentos de longo prazo e de seguros de vida.
  • No máximo, você poderá prever uma semana na frente. Além disso, é o caos.

O PODER: COMO CONQUISTÁ-LO, COMO UTILIZÁ-LO

O  PODER: COMO  CONQUISTÁ-LO COMO  UTILIZÁ-LO

(nas grandes empresas)

 

Primeira Edição: 1975

OPINIÕES SOBRE O LIVRO

COPYRIGHT

IN MEMORIAM

PENSAMENTOS

AGRADECIMENTOS

SOBRE O AUTOR

CONTRACAPA

 

 

Edição de 11-jul-1976

PRIMEIRA PARTE:
OS FILHOS QUERIDOS DO PODER

Cap. 1: O JOGO DO PODER
Cap
. 2: HISTÓRIAS DE PODER
Cap
. 3: VIVER COM PODER

SEGUNDA PARTE:
O MUNDO DO PODER

Cap. 4: A CENA DO PODER
Cap
. 5: JOGOS DO PODER
Cap
. 6: EXERCICIOS DO PODER
Cap
. 7: SÍMBOLOS DO PODER
Cap
. 8: AS MULHERES E O PODER

TERCEIRA PARTE:
O AMOR AO PODER

Cap. 9: CÓDIGO DO PODER

compro vendo – diploma universitário e tecnólogo – !?!?

hoje me deparei com a seguinte mensagem em minha caixa de e-mails: Diploma Universitário em apenas 15 dias!!!Todos reconhecidos pelo MEC com histórico, trabalhamos com faculdades de todo brasil, tudo no mais absoluto sigilo.
Temos as mais variadas graduações e tecnólogo (DIREITO, ENGENHARIA, ADMINISTRAÇÃO, VETERINARIA, AGRONÔMIA, TURISMO, CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO, Pedagofia, jornalismo, economia etc…)
Maiores informações pelo e-mail: ………….@………….com.br

Inacreditável. Como tem gente corrupta no nosso país. Imagine o tamanho do esquema para levantar um diploma legal para uma pessoa. Esquema de faculdade, pessoal do MEC e sabe-se mais quantos órgãos públicos envolvidos. Imagine você levando seu animal de estimação para ser cuidado por uma veterinária que comprou o diploma. Inacreditável.

Para relatar aqui no blog vou responder ao e-mail pedindo mais informações.

Veja a imagem do e-mail:

Cadernos de Comunicação Organizacional – Como Escolher uma Agência de Comunicação e Comunicar é preciso

Cadernos de Comunicação Organizacional -
Como Escolher uma Agência de Comunicação

Como Escolher uma Agência de Comunicação é primeiro título da série Cadernos de Comunicação Organizacional, uma publicação da Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom. A coleção que agora se inicia tem o objetivo de oferecer às agências de comunicação e seus interlocutores no mercado textos que difundam conhecimentos práticos sobre a atuação das empresas do setor.

O texto do caderno “Como Escolher uma Agência de Comunicação” foi escrito pelo diretor de comunicação, Pedro Cadina. E mostra os principais passos que uma empresa ou organização deve dar para fazer uma escolha certeira na hora de contratar serviços de comunicação corporativa.

Para chegar ao texto final, o autor utilizou como referências, além da experiência no mercado e da reflexão coletiva no âmbito da Abracom, textos de entidades internacionais. Aqui, no site da Abracom, você encontra versão online para impressão.

A versão impressa está disponível na sede da Abracom para agências associadas efetivas, entidades empresariais e do setor público.

Para chegar à versão atual do Caderno, a Abracom contou com a colaboração da agência Klaumonforma, que fez o design gráfico, do ilustrados Faoza Monteiro e da Stil Graf.

DOWNLOAD
(CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO E ESCOLHA “SALVAR COMO…”

Cadernos de Comunicação Organizacional – Comunicar é preciso

As Organizações Não Governamentais terão a partir do dia 5 de dezembro, uma importante ferramenta par auxiliar na sua comunicação com a mídia. A Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom, lança o caderno “Comunicar é Preciso – Como Ongs podem se comunicar melhor com a Imprensa”, organizado pela jornalista Janine Saponara, coordenadora do grupo de trabalho sobre Terceiro Setor da entidade. O evento de lançamento será realizado a partir das 19h, no auditório do Centro Brasileiro Britânico, que fica na rua Ferreira de Araújo, 741, em São Paulo, com palestra sobre a importância da comunicação para as Ongs que será feita pelo fundador e coordenador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira.

O caderno “Comunicar é preciso é o segundo volume da série Cadernos de Comunicação Organizacional, publicada pela Abracom. No primeiro volume, o tema foi “Como contratar uma agência de comunicação”.

Transferência de know how

O caderno destinado às Ongs foi organizado a partir do trabalho de pesquisa feito pelo grupo da Abracom que debate temas ligados à comunicação no Terceiro Setor. A publicação é destinada aos gestores de Ongs, com o objetivo de indicar caminhos para que o contato das organizações com a imprensa seja feito de modo mais direto e objetivo. Segundo a coordenadora do grupo de trabalho da Abracom, Janine Saponara, “o objetivo do caderno é contribuir para reduzir a exclusão da fonte, que vivemos hoje, pois a imprensa – não só por sua culpa – entrevista sempre as mesmas ongs”. O Grupo considerou de extrema importância transferir seus conhecimentos para as organizações que não têm recursos e para as quais a imprensa é um público fundamental público fundamental para o sucesso de suas iniciativas.

DOWNLOAD
(CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO E ESCOLHA “SALVAR COMO…”
Mensagem

Viagem na irrealidade cotidiana – Critica sobre o livro de Umberto Eco

Viagem na irrealidade cotidiana

Critica sobre o livro de Umberto Eco.

O falso absoluto.

Umberto Eco faz uma critica ferrenha ao falso, a copia. Ele descreve intensamente museus e lugares, principalmente nos Estados Unidos, que servem especificamente como estoques de copias “autenticas” de obras primas que estão em museus da Europa. Comenta ainda a construção de um castelo na Califórnia que foi importado da Europa, cada tijolo numerado e reconstruído em seu local atual e preenchido com obras de arte reais e copias não para o bem da arte mas para o prestigio que esta proporciona.
Eco ainda critica a Disney, seja ela a Disneyworld ou a Disneylandia, falando sobre museus de cera, aonde os autômatos são tão reais que as pessoas se perdem no meio delas, e os cenários ecológicos repletos de animais, que não são de verdade, pois se fossem não estariam ali, ainda nesse contexto, Eco contrapõe o zoológico e a Disney, pois no zoológico as pessoas se contagiam com a idéia de proteção que este proporciona e que apesar de muitas vezes os visitantes não conseguirem ver os animais, pois estes estão dormido ou se escondendo, preferem não ver os animais de verdade do que saber que aquele crocodilo na Disney não passa de um robô, que cumpre um papel definido muitas vezes.
O conceito de real thing, ou seja, sempre o real por mais que não seja, ou seja uma copia autenticada nos mínimos detalhes que sem uma plaqueta de cobre embaixo explicitando que a obra é uma copia, não seria possível saber se é o original ou não, ele ainda descreve uma estatua de cobre grega que não é, obvio, a original, mas sim uma copia da autentica “copia” romana, então se você não pode ter o original então que tenha a copia, mas se nem esta é possível pois o original se perdeu no tempo, então tenha a copia da copia da relíquia, sendo que esta primeira copia já atingiu o status de relíquia pois o original já se perdeu.
Ainda tem mais, alias a própria palavra “mais” já é um conceito que merece ser trabalhado, more, que é um jeito de dizer “ainda” sob a forma de mais, não se diz “o programa continua daqui a pouco” e sim more to come. Não se diz me da ainda um pouco de café ou outro café mas sim more coffe. o cigarro não é mais comprido, é more. E isso serve para argumentar a copia, a copia perfeita do oval room, da casa branca e as reconstruções de praças aztecas onde o objeto verdadeiro e a estatua de cera do azteca se fundem em um continuum que o visitante não é estimulado a decifrar.
É a fortress of solitude, para quem não sabe é a casa do super homem no polo norte, é aonde ele guarda suas memórias perfeitamente enclausuradas em cristais, copias fieis de fatos e pessoas que conheceu e encontrou, o museu de recordações, e esse modelo se aproxima da realidade no momento que você percebe que o museu de cera, que serve para guardar o conhecimento humano, ainda que por réplicas fidelíssimas, não passam de fortalezas de solidão.
E como não comparar tudo isso com um recurso usado para entreter e como ciência também, a holografia, quer dizer, você olha de um angulo e vê uma imagem mas quando vira a foto, vê tudo que esta escondido atras, sob nova perspectiva, mas quando olha de cima vê que é simplesmente um papel que pelo uso de lasers foi capaz de reter uma imagem tridimensional e coloca-la em uma mídia bidimensional, e o que os museus de cera fazem quando colocam a ultima ceia de michelangelo em forma de cera, e o espectador pode ver as costas de Jesus, e seu perfil. A obra perde seu valor, apesar da tridimensionalidade adicionar um conjunto completamente novo de signos, empobrece a obra, pois o espectador perde o poder de abstrair ele mesmo essa tridimensionalidade, é não para por ai, existe uma versão de cera da monalisa, quer dizer, esta replica em cera mata todo o trabalho de da Vinci, o escorso, o sorriso, todas as reflexões e analises da obra já feitas vão por água a baixo quando esta é colocada para fora do quadro. Isto tudo são as wunderkammer, ou câmaras das maravilhas, difundidas na civilização barroca alemã.

Que você possa viver numa época interessante.

Já diziam os chineses quando queriam maldizer alguém. Esse capitulo trata da época em que vivemos, sob uma outra perspectiva, não a do falso absoluto, mas sim do neofeudalismo.
Qualquer dia desses, em qualquer lugar do mundo onde haja um engarrafamento de carros, existirá um que será lembrado como o maior de todos, e que por coincidência, nesse engarrafamento estarão operadores da torre de controle de um grande aeroporto, e que esses não conseguirão chegar ao seu destino, e que os operários que lá estão, vencidos pelo cansaço, errarão e passarão as informações erradas para as aeronaves em vôo, e que duas dessas colidirão e cairão sobre a rede elétrica que alimenta a mesma cidade aonde o engarrafamento não permitiu os operadores de chegarem ao seu destino, e haverá um blackout imenso que durará dias, e que por coincidência, isso ocorrerá em uma cidade aonde neva e estará nevando exatamente nesse dia toneladas de neve, impedindo o reparo da rede elétrica, e o blackout que durará dias, durará semanas, e as pessoas para se aquecerem começarão a queimar tudo que for possível, e começaram incêndios intermináveis, que os bombeiros não poderão apagar, pois não poderão chegar aos locais dos mesmos, e as pessoas começaram a ficar sem suprimentos e portanto, saquearão as lojas e supermercados, e seus donos para se defenderem empregarão um numero jamais visto de armas de fogo gerando uma violência interminável que resultara em mortes por assassinato, frio, fome, e no final, depois de semanas de caos, quando a neve derreter, a rede elétrica tiver sido reparada, haverão tantos corpos jogados aos milhares nos acostamentos e calçadas que uma nova peste que se nutriu desse enorme contingente de mortos emergira matando mais uma porção da população. A vida política fragmentada em milícias mercenárias deixará de existir dando lugar a subsistemas autonomos do poder central e uma nova administração de justiça autônoma se encarregará de escolher seus culpados. A nova Idade Média já esta ai…
São as grandes corporações, e seus vassalos, os estados, que vez em quando impõe uma imagem de estado absoluto, mas todos sabemos que estes são apenas empregados das grandes corporações multinacionais que ditam os destinos do mundo.

Os heróis verdadeiros são sempre arrastados pelas circunstancias.

Nunca escolhem, pois se pudessem escolheriam não ser heróis. Nesse capitulo, Umberto Eco ensaia sobre a religião, o coração do estado, seus governantes e os terroristas.
Eco fala que a religião, e no livro exemplifica bem usando experiências próprias que teve em contato com o candomblé em São Paulo e no Rio de Janeiro que essa religião afro-brasileira esta mudando de mãos, pais de santo louros e de olhos azuis já são vistos conduzindo trabalhos, Eco ainda fala sobre o respeito dessa religião pelas outras. O pai de santo de São Paulo foi o que expressou isso melhor quando disse: “estamos fazendo somente política da boa vizinhança” que dizer, eles reconhecem Jesus e o diabo mas não trabalham com eles. Eco se mostra muito curioso pelas cerimonias e de qual orixá ele é filho, tanto na visão do pai de santo de São Paulo com para o do Rio, Eco é filho de Oxalá, uma revelação que o deixou um tanto frustrado pois ele não sentiu confiança no pai de santo carioca.
O coração do estado, seus governantes e os terroristas. Aqui Eco exprime uma visão tremendamente critica, ligada com o conceito do segundo capitulo, ou seja, o neofeudalismo, quando diz que todos são parte do mesmo, quer dizer, eco diz que a ação dos terroristas, por mais que cause danos a uma companhia aérea ou a uma fabrica, provoca lucros para os jornais e jornalistas, quer dizer é um toma lá da cá em que os governantes simplesmente controlam em prol das multinacionais, alias a política planetária agora é controlada por essas mesmas industrias que lucram em cima de atos terroristas, e o que fazer com aqueles que morrem nesse contexto, vitimas de assassinatos, são casualidades de guerra. Mas e a punição para aqueles que cometem esses crimes, deve ser igual, então o que fazer com um meliante que rapta seu filho e abusa sexualmente dele, então você tem o direito de abusar dele também? E se tivesse, tiraria proveito dele, quer dizer, transformar o ser humano criminoso em meio de comunicação, então ele perde a qualidade de humano. E você, caso se utiliza-se do seu direito de devolver na mesma moeda, seria menos humano também, pois também seria transformado em meio da comunicação, então aquela velha historia de direitos humanos, mas primeiro os mais humanos valeria em qualquer ocasião. E isso se aplica ao aborto também, afinal quem de nos pode dizer se um aglomerado de células pode ser chamado ser humano ou não. Se esta vida que se forma já esta ligada as regras da sociedade.

Quem controla o país?

Hoje em dia, quem controla os meios de comunicação, o poder imprimido nas mídias de massa é enorme, até ai todos sabemos disso, mas aonde está a novidade? Nesses últimos tempos temos visto a proliferação da TV a cabo, a neotv, que não vem para substituir a tevê comum, mas sim atualizar o discurso desta de uma maneira regionalista. A TV comum é muito abrangente em nível territorial mas pouco profunda nos assuntos das comunidades, e ela tenta disfarçar que ela leva esse conhecimento até o telespectador, mas generalizando para todos os meios de comunicação de massa, quando você tem um veiculo que atinge uma grande população de diferentes níveis sociais e diferentes níveis de instrução, o veiculo perde sua capacidade de ter opinião própria e passa a ter a opinião da massa, já a neotv não tem este problema pois ela se foca em uma região e se aprofunda em um publico somente, tornando assim a ter opinião própria.
Eco ainda fala nesse capitulo da massificação do esporte e da banalização com que este é vendido, apesar de Eco não ter a menor afinidade com a pelota como ele mesmo fala, ele faz uma critica muito mordaz mas pertinente quando a comercialização, principalmente do futebol, mas não deixa os jogos olímpicos de lado, como ele mesmo fala, é mais fácil filmar um corredor fazendo aquilo que faz de melhor do que colocar atores para correr, pois nesse caso o convencimento da massa seria mínimo, Eco ainda faz uma critica a própria figura do atleta, ele o considera um instrumento, um meio para o patrocinador fazer dinheiro, “o atleta é um monstro, é a gueixa de pé apertado e atrofiado destinado a instrumentalização total.”

Um cent.

Eco discorre no final do capitulo sobre a falsificação e o consenso, pegando o gancho que ele mesmo deixou no final do primeiro capitulo. O sistema telefônico americano é muito interessante, Eco conta uma pequena historia de quando conversando com um colega em uma universidade da Califórnia este pede emprestado 10 cent., Eco empresta o dinheiro para que seu colega ligue para Roma, é isso ai, ROMA. Então alguns minutos depois seu colega volta com a resposta que buscara e os 10 cents. de volta. Como? As multinacionais americanas (pelo menos são as citadas) tem um código telefônico onde essas ligações são debitadas diretamente em suas contas, mas isso não é a parte interessante, o que nos interessa é o fato das multinacionais perceberem este roubo e ficarem imóveis perante o mesmo, alguns milhares de dólares a mais e ninguém sai perdendo, sabe porque? Porque custaria muito mais procurar os fraudadores, incrível não? E não Itália que o xerox de um livro chega a custar o dobro do livro, mas se você tirar em cem pessoas o perco cai 4 vezes. Então as editoras ao invés de vender o livro por um preço, o vendem pelo dobro, sabendo que somente as bibliotecas o compraram e que o resto será xerocado, diminuindo assim os custos de produção e distribuição! E o caso que mais me espantou, nos Estados Unidos, durante uma época as pessoas quando pagavam suas contas telefônicas com cheque, colocavam um cent. a mais, ninguém pode ser incriminado por pagar a mais, mas as companhias telefônicas são obrigadas a devolver o dinheiro, e o custo é muito alto para imprimir alguns milhares de cheques de um cent. para a devolução, as companhias foram para a TV implorar para que os consumidores parassem com esta brincadeira. Quanto poder a massa tem e não sabe se comunicar, porque não é dona dos meios de comunicação.

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

Assim muitos locais sociais do trabalho em rede começaram começados por alguém que diz, hey, eu penso que estes retrato/canção/faixa/o que quer que é grande e eu quero compartilhar d com meus amigos….e antes que você puder dizer MySpace que a pessoa tem milhares de “amigos” quem são também passionate em sua opinião que o retrato/canção/faixa/o que quer que na pergunta é grande.

Ter amigos é grande; realmente, é. Nós não estamos de encontro aos amigos no menos. Ter uma rede da sustentação que possa o suportar acima de encontro a um mar da dúvida é grande, demasiado. Se você pensar que o laço que um `amarelo da fita em volta da árvore Ole do carvalho é a mais melhor canção produziu sempre, um quarto virtual completamente dos amigos que tranquilizam o que você é direita impulsionará sua confiança como nada mais.

O problema é, uma rede social dos povos like-minded que concordam com você não faz a coisa que você é todo que concorda sobre verdadeiro. Tudo que significa é que há um grupo dos povos que estão em torno de concordar com você. “Você é absolutamente estrondo-aproximadamente nessa canção” tem echos ominous do “ampère-hora, o emperor, que o terno olha positivamente dashing em você.” E quando você começa pensar que é verdadeiro porque você está começando assim que pode cursos positivos da rede, você é furado dentro grupo-pensa, e há um risco real de careening descontroladamente fora das estradas de uma realidade objetiva mais amplamente compartilhada.

O que todas as redes necessit-e eu sociais incluímos a rede social que revolve em torno de ThinkFree nesta indicação-está uma maneira spice acima da conversação com o inesperado, o serendipitous. Tudo que faz exame realmente é um miúdo a dizer “mas mom, o emperor não está desgastando nenhuma roupa,” e realidade inunda a cena. Nós necessitamos nossas redes sociais não apenas suportar-nos e reaffirm, mas desafiar-nos e testar nossas opinião e opiniões.

Às vezes é mais instructive distante para procurar para fora as opiniões dos povos que discordam com o que nós estamos pensando. Nós podemos nunca vir ao redor ver coisas sua maneira, mas nós podemos aprender mais sobre nos, nossas posições, e as coisas sobre que nós sentem passionate. E aquela é uma coisa boa.

Nós pudemos mesmo concordar que é uma coisa grande.

Que você pensa?

Tag

http://blog.thinkfree.com/2007/07/10/the-dark-side-of-social-networking-unenlightenment/

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ONLINE – ead, elearning, e-learning

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ONLINE 

  1. Neil Postman e o “Tecnopólio”
  2. Walter Ong: a escrita é uma tecnologia
  3. Levy e as “tecnologias da inteligência”
  4. Levy: oralidade, escrita e informática
  5. Levy e a “inteligência coletiva”
  6. Levy e o “espaço do saber”
  7. Levy e a cibercultura
  8. Levy e a conexão planetária
  9. Howard Rheingold e a “comunidade virtual”
  10. Tiffin & Rajasingham: parcimônia em design instrucional
  11. Kenneth Bruffee e a aprendizagem colaborativa
  12. Otto Peters: a Educação a Distância em Transição
  13. Michael Moore e a Teoria da Distância Transacional
  14. Dillon & Greene e os estilos de aprendizagem
  15. Greville Rumble e a economia da Educação a Distância

fonte: http://www.aquifolium.com.br/educacional/fundamentos

curso muito bom