smARThistory – museu da historia da arte interativo

SmARThistory – museu da historia da arte interativo

referências: Miriam Salles, meiroca.com,

telaarthistory

Pra quem sabe inglês, ama arte e sua historia smARThistory é a propria Historia da arte interativa online em forma de linha do tempo.

É possivel navegar entre os varios periodos historicos na linha do tempo, da antiquidade ate’ a era contemporanea. Já contém imagens de mais de 200 obras de arte. Pode-se navegar por estilo, e artista.

SmARThistory foi concebido por Beth Harris e Steven Zucker para ser um recurso dinâmico para o estudo da História da Arte: uma alternativa aos livros de Arte  que os autores consideravam muito caros e poucos atrativos e aos recursos na web geralmente pouco interativos, que não exploram as redes sociais ou são protegidos por senhas. Leia o resto deste post »

Governo de Minas adota pacote Google educacional

Governo de Minas adota pacote Google educacional

Google App

O Google fez o anúncio oficial (dia 1 de junho) do acordo que foi fechado com o governo de Minas Gerais.  Segundo o Meio e Mensagem, 2,5 milhões de estudantes da rede pública do Estado utilizarão os aplicativos do Google durante o processo de aprendizado.

Na verdade, esses aplicativos são o Google Apps Education Edition. É uma suíte, um conjunto de aplicativos da Google voltado para instituições educacionais. É semelhante a outros conjuntos de aplicativos da empresa de busca voltados para empresas.

Google Docs, Gmail, Google Talks,

ferramenta de fórum online e para criação de sites fazem parte do pacote, além de ferramentas de compartilhamento de vídeos.

Esse pacote de aplicativos foi criado em 2006 com para que permitisse a colaboração entre estudantes,

além da possibilidade de poder acessar o conteúdo educacional de qualquer computador.

Dependendo dos recursos, há versões pagas e gratuitas.

Ademais, existem concorrentes, ainda que pequenos, à vista, como o Wiggio, lançado em 2008 por estudantes da Cornell University.

O Google Apps Education Edition já é utilizado pelas universidades de Arizona e de Utah, entre outras, além de algumas escolas da região de Nova York, nos EUA.

No Brasil, o acordo é pioneiro.

fonte: Blog Tiado Dória

+ link da notícia na secretaria de educação de minas

M-learning mobile learning

Quinn [Quinn 2000] considera que m-learning é o “e-learning por meio de equipamentos computacionais móveis: palms, dispositivos com Windows CE e até mesmo telefone celular”.

Chabra [Chabra 2002] define como m-learning “a habilidade de receber educação a qualquer tempo, em qualquer lugar e por meio de qualquer dispositivo”.

Harris [Harris 2001] acredita que m-learning é o “o ponto no qual a computação móvel e o e-learning se interceptam para produzir uma experiência de aprendizado a qualquer tempo e em qualquer lugar”.

Entre os benefícios já identificados para o m-learning estão a flexibilidade ainda maior, em termos de tempo e espaço, comparativamente ao e-learning. Experiências de aprendizado que podem ser realizadas enquanto o aluno se desloca nos transportes urbanos ou durante o breve tempo de um lanche são constantemente citadas como situações possíveis no contexto do m-learning.

Outra questão sobre o uso de equipamentos móveis no aprendizado é que o estudo sai de locais tipicamente destinados para esse fim – bibliotecas, laboratórios e o cômodo da casa onde a estante e o computador se localizam – e passa a estar em qualquer local no vasto ambiente em que vive e se move o aluno: a cozinha, o jardim, a casa do amigo, a praia ou o consultório médico [InkPen 1998]. Nesse sentido, ao invés de o aluno ir até o local onde se estuda, é o estudo que o acompanha no vai-e-vem.

Com a ampliação do alcance da rede de computadores, a comunicação entre os alunos e deles com os professores pode se dar ainda mais amiúde, já que o período em que se está “fora do ar” diminui. Assim sendo, tanto no tempo quanto no espaço, a distinção clara entre o local e a hora de aula e o local e a hora do lazer ou trabalho se desfaz. Os professores também ganham enorme flexibilidade, além de poderem acompanhar mais de perto o aluno, seja conversando com ele ou mediante monitoração das atividades já realizadas.

Outra vantagem é que alunos e professores podem fazer estudos em determinados locais e transmitir as respectivas anotações e fotos, diretamente, aos demais professores e colegas. Isso pode acontecer de maneira prevista, como numa visita a uma floresta ou a um forte militar, ou de maneira casual, quando um objeto ou situação diferente é observado ao longo de um caminho habitual. Chabra também menciona como vantagem do m-learning a facilidade de uso dos equipamentos e o custo mais baixo em relação aos desktops [Chabra 2002].

Inglês On-line – GRATUITO

Inglês On-line para Crianças (todos, adultos também) GRATUITO

Mingoville é um curso on-line gratuito, divertido e interactivo, com personagens animadas (os flamingos), que disponibiliza ferramentas virtuais de aprendizagem para ajudar as crianças a aprender a Língua Inglesa, através de jogos, canções, exercícios, etc.

O ambiente virtual está disponível em 32 línguas e contribui para facilitar a aprendizagem das crianças a melhorar as suas capacidades ao nível da escrita, gramática, ortografia e pronúncia.

O Mingoville disponibiliza uma área específica para os pais, com algumas informações úteis, bem como um manual de apoio para qualquer educador. Também oferece uma área específica para as escolas, com licenças que permitem os professores, planear e administrar cursos de Inglês on-line para os seus alunos, tendo a possibilidade de armazenar todas as actividades elaboradas.

Para poder usufruir deste curso, basta efectuar um registo colocando alguns dados de identificação. Depois, é só aceder ao Mingoville e explorar esta ferramenta interactiva.

Fonte: educ@tic

PARA ACESSAR AQUI

As possibilidades das redes de aprendizagem

As possibilidades das redes de aprendizagem*



Hoje temos um número significativo de professores desenvolvendo projetos e atividades mediados por tecnologias. Mas a grande maioria das escolas e professores ainda está tateando sobre como utilizá-las adequadamente. A apropriação das tecnologias pelas escolas passa por três etapas, até o momento. Na primeira, as tecnologias são utilizadas para melhorar o que já se vinha fazendo, como o desempenho, a gestão, para automatizar processos e diminuir custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Cria uma página na Internet com algumas ferramentas de pesquisa e comunicação, divulga textos e endereços interessantes, desenvolve alguns projetos, há atividades no laboratório de informática, mas mantém intocados estrutura de aulas, disciplinas e horários. Na terceira, que começa atualmente, com o amadurecimento da sua implantação e o avanço da integração das tecnologias, as universidades e escolas repensam o seu projeto pedagógico, o seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades a distância combinadas as presenciais.

Os professores, em geral, ainda estão utilizando as tecnologias para ilustrar aquilo que já vinham fazendo, para tornar as aulas mais interessantes. Mas ainda falta o domínio técnico-pedagógico que lhes permitirá, nos próximos anos, modificar e inovar os processos de ensino e aprendizagem.

As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Na presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off-line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola), que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender.

As redes também estão provocando mudanças profundas na educação a distância (EAD). Antes a EAD era uma atividade muito solitária e exigia muita auto-disciplina. Agora, com as redes, a EAD continua como uma atividade individual, combinada com a possibilidade de comunicação instantânea, de criar grupos de aprendizagem, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal.

A educação presencial está incorporando tecnologias, funções, atividades que eram típicas da educação a distância, e a EAD está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação.

 

Blogs e Flogs

Quando focamos mais a aprendizagem dos alunos do que o ensino, a publicação da produção deles se torna fundamental. Recursos como o portfólio, onde os alunos organizam o que produzem e o disponibilizam para consultas, são cada vez mais utilizados. Os blogs, fotologs e videologs são recursos muito interativos de publicação com possibilidade de fácil atualização e participação de terceiros.

Os blogs, flogs (fotologs ou videologs) são utilizados mais pelos alunos que pelos professores, principalmente como espaço de divulgação pessoal, de mostrar a identidade, onde se misturam narcisismo e exibicionismo (em diversos graus). Atualmente há um uso crescente dos blogs por professores dos vários níveis de ensino, incluindo o universitário. Os blogs permitem a atualização constante da informação pelo professor e pelos alunos, favorecem a construção de projetos e pesquisas individuais e em grupo, a divulgação de trabalhos. Com a crescente utilização de imagens, sons e vídeos, os flogs têm tudo para explodir na educação e integrarem-se com outras ferramentas tecnológicas de gestão pedagógica. As grandes plataformas de educação a distância ainda não descobriram e incorporaram o potencial dos blogs e flogs.

A possibilidade dos alunos se expressarem, tornarem suas idéias e pesquisas visíveis, confere uma dimensão mais significativa aos trabalhos e pesquisas acadêmicos. A Internet possui hoje inúmeros recursos que combinam publicação e interação, através de listas, fóruns, chats, blogs. Existem portais de publicação mediados, onde há algum tipo de controle e existem outros abertos, baseados na colaboração de voluntários. O site www.wikipedia.org/ traz um dos esforços mais notáveis no mundo inteiro de divulgação do conhecimento. Milhares de pessoas contribuem para a elaboração de enciclopédias sobre todos os temas, em várias línguas. Qualquer pessoa pode publicar e editar o que outras pessoas colocaram. Só em português foram divulgados mais de 30 mil artigos na wikipedia. Com todos os problemas envolvidos, a idéia de que o conhecimento pode ser co-produzido e divulgado é revolucionária e nunca antes tinha sido tentada da mesma forma e em grande escala.

 

A escola em conexão com o mundo

A escola com as redes eletrônicas se abre para o mundo, o aluno e o professor se expõem, divulgam seus projetos e pesquisas, são avaliados por terceiros, positiva e negativamente. A escola contribui para divulgar as melhores práticas, ajudando outras escolas a encontrar seus caminhos. A divulgação hoje faz com que o conhecimento compartilhado acelere as mudanças necessárias, agilize as trocas entre alunos, professores, instituições. A escola sai do seu casulo, do seu mundinho e se torna uma instituição onde a comunidade pode aprender contínua e flexivelmente. Destaco, por exemplo, a importância do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) de Chicago, que disponibiliza todo o conteúdo dos seus cursos em várias línguas, facilitando o acesso de centenas de milhares de alunos e professores a materiais avançados e sistematizados, disponíveis on-line http://www.universiabrasil.net/mit/. Alunos, professores, a escola e a comunidade se beneficiam. Atualmente, a maior parte das teses e dos artigos apresentados em congressos estão publicados na Internet. O estar no virtual não é garantia de qualidade (esse é um problema que dificulta a escolha), mas amplia imensamente as condições de aprender, de acesso, de intercâmbio, de atualização. Tanta informação dá trabalho e nos deixa ansiosos e confusos. Mas é muito melhor do que acontecia antes da Internet, quando só uns poucos privilegiados podiam viajar para o exterior e pesquisar nas grandes bibliotecas especializadas das melhores universidades. Hoje podemos fazer praticamente o mesmo sem sair de casa.

Os professores podem ajudar o aluno incentivando-o a saber perguntar, a enfocar questões importantes, a ter critérios na escolha de sites, de avaliação de páginas, a comparar textos com visões diferentes. Os professores podem focar mais a pesquisa do que dar respostas prontas, ou aulas todas acabadas. Podem propor temas interessantes e caminhar dos níveis mais simples de investigação para os mais complexos; das páginas mais coloridas e estimulantes para as mais abstratas; dos vídeos e narrativas concretas para os contextos mais abrangentes e assim ajudar a desenvolver um pensamento arborescente, com rupturas sucessivas e uma reorganização semântica contínua.

Uma das formas mais interessantes de desenvolver pesquisa em grupo na Internet é o webquest. Trata-se de uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Internet. Resolver uma webquest é um processo de aprendizagem atraente, porque envolve pesquisa, leitura, interação, colaboração e criação de um novo produto a partir do material e idéias obtidas. A webquest propicia a socialização da informação: por estar disponível na Internet, pode ser utilizada, compartilhada e até reelaborada por alunos e professores de diferentes partes do mundo. O problema da pesquisa não está na Internet, mas na maior importância que a escola dá ao conteúdo programático do que à pesquisa como eixo fundamental da aprendizagem.

O processo de mudança será mais lento do que muitos imaginam. Iremos mudando aos poucos, tanto no presencial como na educação a distância. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão prontos para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade.

 Ensinar com as novas mídias será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial. A Internet é um novo meio de comunicação, ainda incipiente, mas que pode ajudar-nos a rever, a ampliar e a modificar muitas das formas atuais de ensinar e de aprender.

*José Manuel Moran - Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância – jmmoran@usp.br

Arthur C Clarke – autor, pequisador …. 2001 odisséia no espaço e outros +

Arthur C. Clarke

Arthur C. Clarke

Arthur Charles Clarke, mais conhecido como Arthur C. Clarke (Minehead, Somerset, 16 de dezembro de 1917) é um escritor e inventor britânico, autor de obras de divulgação científica e de ficção científica, como por exemplo os contos The Sentinel, A Estrela, A muralha das Trevas, As Canções da Terra Distante e os romances 2001: Uma Odisséia no Espaço, 2010: Uma Odisséia no Espaço 2, 2061: Uma Odisséia no Espaço 3, 3001: A Odisséia Final, Encontro com Rama, O Enigma de Rama, O Jardim de Rama, A Revelação de Rama, As Fontes do Paraíso, O Berço dos Super-Humanos, A Cidade e as Estrelas.

Desde pequeno mostrou sua fascinação pela astronomia, a ponto de, utilizando um telescópio caseiro, desenhar um mapa da Lua. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu na Royal Air Force (Força Aérea Real britânica) como especialista em radares, envolvendo-se no desenvolvimento de um sistema de defesa por radar, sendo uma peça importante do êxito na batalha da Inglaterra. Depois, estudou Física e Matemática no King’s College de Londres.

Talvez sua contribuição de maior importância seja o conceito de satélite geoestacionário como futura ferramenta para desenvolver as telecomunicações. Ele propôs essa idéia em um artigo científico intitulado “Can Rocket Stations Give Worldwide Radio Coverage?”, publicado na revista Wireless World em Outubro de 1945. A órbita geoestacionária também é conhecida, desde então, como órbita Clarke.

Desde 1956 vive em Colombo, no Sri Lanka (antigo Ceilão), em parte devido a seu interesse pela fotografia e exploração submarina.

Teve dois de seus romances levados ao cinema, 2001: Uma Odisséia no Espaço (br/pt) dirigido por Stanley Kubrick (1968) e 2010: O ano em que faremos contato (br) 2010: O ano do contacto (pt) dirigido por Peter Hyams (1984), sendo o primeiro considerado um ícone tão importante da ficção científica mundial que especialistas lhe atribuem forte influência sobre a maioria dos filmes do gênero que lhe sucederam.

Sinopse

A origem do Homem e sua escalada ao Espaço, neste clássico adaptado ao cinema a partir do conto que deu origem a este livro. Uma anomalia magnética na lua leva integrantes de sua colônia à descoberta de um monolito, que ao ser tocado pelo sol envia uma mensagem em direção a Júpter.
Reeditado por Master Uchiha

 

Encontro Com Rama

Sinopse

Primeiramente detectado como asteróide 31/439 pelo radar, quando ainda se encontrava além da órbita de Júpiter, logo os computadores deduziram, com base na força do eco, ter ele diâmetro de 40 quilômetros. E mais: que havia cem anos não se descobria no espaço nenhum gigante de tal porte. Aí começa a dupla trajetória, a de Rama e a da aventura, do mistério, ambas posicionadas na rigorosa exatidão científica do autor. E o que dá especial validade ao livro é esse entrecruzar constante de ficção científica e ciência.

 

3001 A Odisséia Final

Sinopse

Conclusão de 2001 Uma Odisséia no Espaço.
Em 3001, inacreditavelmente, a raça humana sobreviveu, temerosa do
trio de monolitos que domina o sistema solar. Então, surge um lampejo único de esperança. O corpo de Frank Poole, que se acreditava morto havia mil anos, é recuperado dos gélidos confins da galáxia… Neste livro, Arthur C. Clarke leva a maior e mais bem-sucedida série de ficção científica de todos os tempos a sua conclusão magnífica e imprevisível. Ele dá um brilhante salto de mil anos para o futuro, a fim de revelar uma verdade que só agora podemos compreender. Esta é uma história que somente ele saberia contar.

 

OS AXIOMAS DE ZURIQUE, como ficar rico fácil e com sabedoria

OS  AXIOMAS  DE  ZURIQUE

Por Max Gunter (Ed. Record, 14a. edição, 2005)

1. Do Risco

  • Um emprego estável e seguro nunca deixará você rico.

  • Se você gosta de pouco risco, também ganhará pouco dinheiro.

  • Preocupação não é doença, mas sinal de saúde. Se você não está preocupado, não está arriscando o bastante.

  • Só invista no que você achar que realmente vale a pena.

  • Não diversifique muito sua carteira de ações: de um a quatro papéis é o máximo que você consegue acompanhar de perto, evitando surpresas desagradáveis.

2. Da Ganância

  • Realize o lucro o mais cedo possivel.
  • Não seja ganancioso, querendo sempre ganhar mais. Chegando ao limite que você estabeleceu, caia fora rápido.

3. Da Esperança

  • Quando o barco começar a afundar, não reze: abandone-o depressa.
  • Não fique esperando melhorar: seja rápido.
  • Use o indice da Standard and Poors 500 como referência.

4. Das Previsões

  • Não acredite em previsões alheias: geralmente estão furadas.
  • Não acredite em oráculos e gurus. Eles erram mais do que acertam.

5. Dos Padrões

  • O comportamento humano, a causa das oscilações na Bolsa, é imprevisivel e caótico.
  • Não acredite em correlações. No máximo, valem para um pequeno periodo de tempo.
  • A História não se repete nunca. As situações são sempre diferentes.
  • Não existem padrões que se repetem nem fórmulas milagrosas. O caos é a regra.
  • O fator mais poderoso de sucesso é a sorte.
  • Não acredite em frases como “hoje é meu dia de sorte”.

6. Da Mobilidade

  • Não lance raizes: elas tolhem o seu movimento.
  • Nunca se apegue a coisas materiais: apegue-se somente a pessoas.
  • Não tenha sentimentos como saudades ou lealdade a uma empresa.
  • Se aparecer algo mais atraente, mude rápido de posição.

7. Da Intuição

  • Só se pode confiar num palpite se puder ser racionalmente explicado.
  • Nunca confunda palpite com esperança, nem razão com emoção.

8. Da Religião e do Ocultismo

  • É improvável que entre os desígnios de Deus para o Universo, se inclua o de tornar você rico.
  • Não acredite em ocultismo.
  • Se astrologia funcionasse, os astrólogos seriam ricos.
  • Não se enriquece rezando.
  • Não precisa exorcizar uma superstição: apenas divirta-se com ela.

9. Do Otimismo e do Pessimismo

  • Otimismo significa esperar o melhor, mas confiança significa saber como se lidar com o pior.
  • Jamais faça uma jogada baseado apenas no otimismo.
  • Antes de pôr seu dinheiro num negócio, pergunte antes como pulará fora se der errado.

10. Do Consenso

  • Fuja da opinião da maioria: geralmente está errada.
  • Mas a opinião do rebanho às vezes está correta.
  • Não embarque nas especulações em moda.
  • Uma boa hora de comprar pode ser quando ninguém quer comprar.
  • Uma boa hora de vender pode ser quando ninguém quer vender.
  • A maioria das pessoas acredita em clichês e ditados: e essa maioria também não é rica.
  • Não se deixe pressionar pela opinião da maioria: tenha a sua própria.
  • Seja desconfiado como Descartes, e ganhe dinheiro como ele.

11. Da Teimosia

  • Se não deu certo na primeira vez, não insista de novo: esqueça.
  • A emoção espanta a razão.
  • Jamais raciocine com “preços médios”: use sempre o preço realmente pago.
  • Não fique obcecado com negócio que deu errado nem tente “recuperar a perda”: escolha outro.

12. Do Planejamento

  • Planejamento de longo prazo gera a perigosa crença de que o futuro está sob controle.
  • Nunca leve a sério o planejamento: o mundo é caótico e imprevisivel.
  • Fuja de investimentos de longo prazo e de seguros de vida.
  • No máximo, você poderá prever uma semana na frente. Além disso, é o caos.

compro vendo – diploma universitário e tecnólogo – !?!?

hoje me deparei com a seguinte mensagem em minha caixa de e-mails: Diploma Universitário em apenas 15 dias!!!Todos reconhecidos pelo MEC com histórico, trabalhamos com faculdades de todo brasil, tudo no mais absoluto sigilo.
Temos as mais variadas graduações e tecnólogo (DIREITO, ENGENHARIA, ADMINISTRAÇÃO, VETERINARIA, AGRONÔMIA, TURISMO, CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO, Pedagofia, jornalismo, economia etc…)
Maiores informações pelo e-mail: ………….@………….com.br

Inacreditável. Como tem gente corrupta no nosso país. Imagine o tamanho do esquema para levantar um diploma legal para uma pessoa. Esquema de faculdade, pessoal do MEC e sabe-se mais quantos órgãos públicos envolvidos. Imagine você levando seu animal de estimação para ser cuidado por uma veterinária que comprou o diploma. Inacreditável.

Para relatar aqui no blog vou responder ao e-mail pedindo mais informações.

Veja a imagem do e-mail:

Cadernos de Comunicação Organizacional – Como Escolher uma Agência de Comunicação e Comunicar é preciso

Cadernos de Comunicação Organizacional -
Como Escolher uma Agência de Comunicação

Como Escolher uma Agência de Comunicação é primeiro título da série Cadernos de Comunicação Organizacional, uma publicação da Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom. A coleção que agora se inicia tem o objetivo de oferecer às agências de comunicação e seus interlocutores no mercado textos que difundam conhecimentos práticos sobre a atuação das empresas do setor.

O texto do caderno “Como Escolher uma Agência de Comunicação” foi escrito pelo diretor de comunicação, Pedro Cadina. E mostra os principais passos que uma empresa ou organização deve dar para fazer uma escolha certeira na hora de contratar serviços de comunicação corporativa.

Para chegar ao texto final, o autor utilizou como referências, além da experiência no mercado e da reflexão coletiva no âmbito da Abracom, textos de entidades internacionais. Aqui, no site da Abracom, você encontra versão online para impressão.

A versão impressa está disponível na sede da Abracom para agências associadas efetivas, entidades empresariais e do setor público.

Para chegar à versão atual do Caderno, a Abracom contou com a colaboração da agência Klaumonforma, que fez o design gráfico, do ilustrados Faoza Monteiro e da Stil Graf.

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(CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO E ESCOLHA “SALVAR COMO…”

Cadernos de Comunicação Organizacional – Comunicar é preciso

As Organizações Não Governamentais terão a partir do dia 5 de dezembro, uma importante ferramenta par auxiliar na sua comunicação com a mídia. A Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom, lança o caderno “Comunicar é Preciso – Como Ongs podem se comunicar melhor com a Imprensa”, organizado pela jornalista Janine Saponara, coordenadora do grupo de trabalho sobre Terceiro Setor da entidade. O evento de lançamento será realizado a partir das 19h, no auditório do Centro Brasileiro Britânico, que fica na rua Ferreira de Araújo, 741, em São Paulo, com palestra sobre a importância da comunicação para as Ongs que será feita pelo fundador e coordenador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira.

O caderno “Comunicar é preciso é o segundo volume da série Cadernos de Comunicação Organizacional, publicada pela Abracom. No primeiro volume, o tema foi “Como contratar uma agência de comunicação”.

Transferência de know how

O caderno destinado às Ongs foi organizado a partir do trabalho de pesquisa feito pelo grupo da Abracom que debate temas ligados à comunicação no Terceiro Setor. A publicação é destinada aos gestores de Ongs, com o objetivo de indicar caminhos para que o contato das organizações com a imprensa seja feito de modo mais direto e objetivo. Segundo a coordenadora do grupo de trabalho da Abracom, Janine Saponara, “o objetivo do caderno é contribuir para reduzir a exclusão da fonte, que vivemos hoje, pois a imprensa – não só por sua culpa – entrevista sempre as mesmas ongs”. O Grupo considerou de extrema importância transferir seus conhecimentos para as organizações que não têm recursos e para as quais a imprensa é um público fundamental público fundamental para o sucesso de suas iniciativas.

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(CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO E ESCOLHA “SALVAR COMO…”
Mensagem

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

O lado escuro do trabalho em rede social: Unenlightenment

Assim muitos locais sociais do trabalho em rede começaram começados por alguém que diz, hey, eu penso que estes retrato/canção/faixa/o que quer que é grande e eu quero compartilhar d com meus amigos….e antes que você puder dizer MySpace que a pessoa tem milhares de “amigos” quem são também passionate em sua opinião que o retrato/canção/faixa/o que quer que na pergunta é grande.

Ter amigos é grande; realmente, é. Nós não estamos de encontro aos amigos no menos. Ter uma rede da sustentação que possa o suportar acima de encontro a um mar da dúvida é grande, demasiado. Se você pensar que o laço que um `amarelo da fita em volta da árvore Ole do carvalho é a mais melhor canção produziu sempre, um quarto virtual completamente dos amigos que tranquilizam o que você é direita impulsionará sua confiança como nada mais.

O problema é, uma rede social dos povos like-minded que concordam com você não faz a coisa que você é todo que concorda sobre verdadeiro. Tudo que significa é que há um grupo dos povos que estão em torno de concordar com você. “Você é absolutamente estrondo-aproximadamente nessa canção” tem echos ominous do “ampère-hora, o emperor, que o terno olha positivamente dashing em você.” E quando você começa pensar que é verdadeiro porque você está começando assim que pode cursos positivos da rede, você é furado dentro grupo-pensa, e há um risco real de careening descontroladamente fora das estradas de uma realidade objetiva mais amplamente compartilhada.

O que todas as redes necessit-e eu sociais incluímos a rede social que revolve em torno de ThinkFree nesta indicação-está uma maneira spice acima da conversação com o inesperado, o serendipitous. Tudo que faz exame realmente é um miúdo a dizer “mas mom, o emperor não está desgastando nenhuma roupa,” e realidade inunda a cena. Nós necessitamos nossas redes sociais não apenas suportar-nos e reaffirm, mas desafiar-nos e testar nossas opinião e opiniões.

Às vezes é mais instructive distante para procurar para fora as opiniões dos povos que discordam com o que nós estamos pensando. Nós podemos nunca vir ao redor ver coisas sua maneira, mas nós podemos aprender mais sobre nos, nossas posições, e as coisas sobre que nós sentem passionate. E aquela é uma coisa boa.

Nós pudemos mesmo concordar que é uma coisa grande.

Que você pensa?

Tag

http://blog.thinkfree.com/2007/07/10/the-dark-side-of-social-networking-unenlightenment/

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ONLINE – ead, elearning, e-learning

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ONLINE 

  1. Neil Postman e o “Tecnopólio”
  2. Walter Ong: a escrita é uma tecnologia
  3. Levy e as “tecnologias da inteligência”
  4. Levy: oralidade, escrita e informática
  5. Levy e a “inteligência coletiva”
  6. Levy e o “espaço do saber”
  7. Levy e a cibercultura
  8. Levy e a conexão planetária
  9. Howard Rheingold e a “comunidade virtual”
  10. Tiffin & Rajasingham: parcimônia em design instrucional
  11. Kenneth Bruffee e a aprendizagem colaborativa
  12. Otto Peters: a Educação a Distância em Transição
  13. Michael Moore e a Teoria da Distância Transacional
  14. Dillon & Greene e os estilos de aprendizagem
  15. Greville Rumble e a economia da Educação a Distância

fonte: http://www.aquifolium.com.br/educacional/fundamentos

curso muito bom

pai da internet: Marshall Maluhan = educação, comunicação, Understanding Media, Os meios de comunicação como extensões do homem

Criador da idéia de “aldeia global” , Marshall MacLuhan trouxe para a educação novo enfoque, baseado em suas teorias sobre comunicação. “Uma rede mundial de ordenadores tornará acessível, em alguns minutos, todo o tipo de informação aos estudantes do mundo inteiro”. Em tempos de internet, essa frase é óbvia. Quando foi dita, há 25 anos atrás, parecia extraída de um livro de ficção. O autor canadense foi chamado de sonhador a louco, conforme a simpatia que suas idéias provocavam. Em 1964, McLuhan publicou um livro chamado “Understanding Media”, que, em português ganhou o título de “Os meios de comunicação como extensões do homem”.

Marshall McLuhan

Marshall McLuhan

“Criador da idéia de “aldeia global” trouxe para a educação novo enfoque, baseado em suas teorias sobre comunicação. “Uma rede mundial de ordenadores tornará acessível, em alguns minutos, todo o tipo de informação aos estudantes do mundo inteiro”. Em tempos de internet, essa frase é óbvia. Quando foi dita, há 25 anos atrás, parecia extraída de um livro de ficção. O autor, um canadense chamado Marshall McLuhan, foi chamado de sonhador a louco, conforme a simpatia que suas idéias provocavam. Em1964, McLuhan publicou um livro chamado Understanding Media, que, em português ganhou o título de Os meios de comunicação como extensões do homem.

Ao publicá-lo, talvez não imaginasse que estava lançando um dos clássicos da comunicação – mais discutido do que lido, mais desprezado do que estudado. A grande novidade do autor em relação à educação é o enfoque, baseado em suas teorias sobre comunicação – mais uma vez, adiantando-se à criação de um campo de estudos, Comunicação e Educação, que só seria explorado na década dos 90. “Em nossas cidades, a maior parte da aprendizagem ocorre fora da sala de aula. A quantidade de informações transmitidas pela imprensa excede, de longe, a quantidade de informações transmitidas pela instrução e textos escolares”, explica McLuhan, em seu livro Revolução na Comunicação.

McLuhan propõe que, até o surgimento da televisão, vivíamos na “galáxia de Gutemberg” onde todo o conhecimento era visto apenas em sua dimensão visual. Sua idéia é simples: antigamente, o conhecimento era transmitido oralmente, por lendas, histórias e tradições. Quando Gutemberg inventou a imprensa, permitiu que o conhecimento fosse mais difundido. Mas, por outro lado, reduziu a comunicação a um único aspecto, o escrito. “Antes da imprensa, o jovem aprendia ouvindo, observando, fazendo. A aprendizagem tinha lugar fora da aula”, explica o autor. Lauro de Oliveira Lima, um dos maiores especialistas brasileiros em Jean Piaget mostra, em Mutações em Educação Segundo McLuhan, que “o professor brasileiro não atingiu sequer a utilização do livro. Comporta-se ainda como o ‘lector’ medieval que recitava papiros e pergaminhos para uma platéia analfabeta”.

Crítico feroz da escola tradicional, o autor canadense aponta os defeitos do sistema atual, que, segundo ele, prefere criticar a mídia, em vez de utilizá-la como aliada na educação. “Poucos estudantes conseguem adquirir proficiência na análise de um jornal. Ainda menos têm capacidade para discutir com inteligência um filme.” Irônico, afirma que “a educação escolar tradicional dispõe de um impressionante acervo de meios próprios para suscitar em nós o desgosto por qualquer atividade humana, por mais atraente que seja na partida”.

Um erro, em sua concepção, é a orientação da escola com vistas exclusivas ao mercado de trabalho. “A educação era, até agora, uma tarefa relativamente simples: bastava descobrir as necessidades da máquina social e depois recrutar e formar o pessoal que a elas correspondesse”, explica o autor no livro de Oliveira Lima. Mais do que a matéria extraída de livros, afirma McLuhan, o ponto de partida para a educação é a vontade do aluno em aprender. “Onde o interesse do estudante já estiver focalizado, aí se encontra o ponto natural de elucidação de seus problemas e interesses”, completa. “A educação escolar tradicional suscita em nós o desgosto por qualquer atividade humana” Um de seus mais famosos conceitos é o de “aldeia global”. Em seu livro O meio é a massagem afirma que “a nova interdependência eletrônica cria o mundo à imagem de uma aldeia global”.

Quando ele falou isso, a coisa mais parecida com internet que existia eram as redes de computadores militares norte-americanas. Computador pessoal era apenas um sonho, distante. A evolução tecnológica deixa, aqui, de ser mera coadjuvante na vida social: o que é dito é condicionado pela maneira como se diz. O próprio meio passou a ser a principal atração, a informação. Muitas das páginas que estão na internet, por exemplo, poderiam ser livros ou revistas, mas, segundo McLuhan, tornam-se interessantes justamente por que estão em um novo meio de comunicação. Isso não significa, é claro, ser passivo diante da mídia. “A tarefa educativa não é fornecer, unicamente, os instrumentos básicos da percepção, mas também desenvolver a capacidade de julgamento e discriminação através da experiência social corrente”, diz o autor.

Uma das mais curiosas idéias de McLuhan é a de que “os meios de comunicação são extensões do homem”. Assim como se usa uma pinça para aumentar a precisão das mãos e uma chave de fenda para girar um parafuso, os meios de comunicação seriam, na verdade, extensões dos sentidos do homem. Os óculos, por exemplo, são extensões do olho, a roupa é uma extensão da pele, a roda do carro é uma extensão do pé. Com a internet, não deixa de ser curioso se falar em “relações virtuais”, como se as máquinas fossem realmente capazes de sentir e pensar pelos seus operadores. Muito antes de alguém falar em “aspectos lúdicos da educação”, McLuhan já dizia que o estudo deveria ser uma atividade divertida. A escola, para ele, ainda não tinha percebido essa realidade óbvia. E completa: “É ilusório supor que existe qualquer diferença básica entre entretenimento e educação. Sempre foi verdade que tudo o que agrada ensina mais eficazmente”.

O pajé da aldeia global Herbert Marshall McLuhan nasceu em 1911, no Canadá. Formado pela Universidade de Manitoba, lecionou em diversas faculdades de seu país até conseguir o Ph.D. em Cambridge, em 1942. Tornou-se professor titular de literatura na Universidade de Toronto em 1952, cargo que exerceu durante toda a sua vida. Autor de inúmeros artigos para revistas científicas, tornou-se mundialmente famoso em 1964 ao publicar Understanding Media, onde expunha suas teses sobre a tecnologia e o conhecimento. Acumulando prêmios, defensores e inimigos, McLuhan publicou outros livros divulgando suas idéias, mantendo sempre a linha polêmica até sua morte, em 1980.”

fonte:Revista Educação (nº 46, 10/2001) – Maria Isabel Moura Nascimento. GT: Campos Gerais-PR-Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG
retirado de: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/glossario/verb_b_marshall_mcluhan.htm

parte 2

Marshall McLuhan

Debate televisivo muito interessante(pena que sem tradução), do ano de 1968 entre Marshall McLuhan e Norman Mailer. Trechos desta conversa e outras entrevistas podem ser encontradas no livro “McLuhan por McLuhan” – Ed. Ediouro

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Uma conversa bem “fria”(o conceito de “frio” citado, vem da idéia de que o termo frio na gíria, faz referência a envolvimento e participação e a televisão como meio exige participação dos telespectadores para preencherem as lacunas que outros meios “quentes”, como o rádio e cinema não necessitam.), como gostava de classificar McLuhan, este que seria um dentre os diversos conceitos e aforismos deste que foi sem dúvida alguma o maior estudioso da interferência dos meios de comunicação e das tecnologias nos seres humanos.

McLuhan, canadense, nascido em 1911 em Edmonton e professor da lingua inglesa (profundo estudioso de lingüistica e literatura – como ele próprio se classificava: “Sou professor de literatura, falo sobre livros de manhã à noite”) faleceu em 1980, sem ter conhecido a internet surgida quase 15 anos depois, e mesmo assim criou conceitos complexos verdadeiramente proféticos durante as décadas de 50 e 60 sobre os meios, enfatizando que “o meio é a mensagem” e estabelecendo a idéia das “aldeias globais”, para especificar a tendência dos novos meios de comunicação de provocar uma implosão e um envolvimento de todo o globo.

Entenda-se que isso nunca foi colocado por McLuhan como algo positivo, já que diversas vezes durante sua vida ele expressou que o fato de se estudar algo tão profundamente como ele fazia com a comunicação, era mais para “entender o mecanismo para poder proteger-se dele e de seus efeitos nocivos”.

Também sempre procurou mostrar em suas obras que a forma mais fácil para sairmos do ambiente ao qual estamos condicionados e perceber como as tecnologias e as extensões nos modificaram é através da arte e da literatura(adorava James Joyce, Eliot, Pound, Rimbaud, Baudelaire, sempre citados), já que o artista e o escritor são os únicos que conseguem captar as mudanças ocorridas em nosso ambiente, retratando-as como uma forma de escape.

Mas isso é muito pouco perto de tudo o que Marshall McLuhan disse e escreveu. Uma leitura em suas obras pode ajudar-nos a compreender não somente sobre os meios de comunicação, mas também sobre o próprio mundo em que vivemos.

Abaixo alguns livros e editoras encontrados a venda pela internet(Português e Inglês):

Título: Marshall McLuhan
Autor: Gordon, Terrence W.
Editora: GINGKO PR INC

Título: McLuhan and Baudrillard
Autor: Genosko, Gary
Editora: Routledge

Título: Mcluhan por Mcluhan
Autor: Stephanie Mcluhan; David Staines
Editora: Ediouro

Título: Meios de Comunicação Como Extensões do Homem, os
Autor: Marshall Mcluhan
Editora: Cultrix

Título: Mutações em Educação Segundo Mcluhan
Autor: Lauro de Oliveira Lima
Editora: Vozes

Título: Understanding Media
Autor: Mcluhan, Marshall
Editora: MIT PR

Título: Marshall Mcluhan
Autor: Genosko, Gary
Editora: Routledge

Título: McLuhan
Autor: Marchessault, Janine
Editora: SAGE PUBNS

Título: Mechanical Bride
Autor: Mcluhan, Marshall
Editora: GINGKO PR INC

Título: The Book of Probes
Autor: Mcluhan, Marshall
Editora: GINGKO PR INC

Título: The Legacy of McLuhan
Autor: Strate, Lance
Editora: HAMPTON PR

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