COMUNIDADE VIRTUAL
Segundo Howard Rheingold, as comunidades virtuais são agregações sociais que emergem da Rede quando existe um número suficiente de pessoas, em discussões suficientemente longas, com suficientes emoções humanas, para formar teias de relações pessoais em ambientes virtuais, alterando de algum modo o Eu dos que nele participam. A possibilidade da comunidade virtual vem da intersecção de três tecnologias: o computador, o telefone e o software conhecido como internet – que é, na realidade, o sistema operativo para a rede telefónica digitalizada. O telefone providencia comunicações em dois sentidos e uma infraestrutura para ligar globalmente; o computador digitaliza e armazena informação, e providencia um interface ao utilizador; a internet permite aos computadores utilizarem o sistema telefónico. À medida que o sistema telefónico se torna também digital, links de grande largura de banda estão também acessíveis por todo o lado, aumentando o potencial deste novo híbrido tecnológico.O termo comunidade virtual sugere aparentemente comunidades que só existem no ciberespaço. Mas implica, mais exactamente, uma nova forma de ligação que passa a existir no meio de, ou entre, comunidades no espaço real, biológico, ligando-as e estendendo-as, trazendo mesmo novas comunidades reais para o seu contacto. É um alargamento da comunidade pela adição de um novo espaço de interacção, espaço virtual onde fluxos expandidos de relações solidárias podem ser criados. É um curto passo a fusão do espaço mental de indivíduos de um modo que expande o próprio conceito de comunidade.Mas que futuro terá esta comunidade?
Comunidade virtual
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Uma comunidade virtual é uma comunidade que estabelece relações num espaço virtual através de meios de comunicação a distância. Se caracteriza pela aglutinação de um grupo de indivíduos com interesses comuns que trocam experiências e informações no ambiente virtual.
Um dos principais fatores que potencializam a criação de comunidades virtuais é a dispersão geográfica dos membros. O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs minimizam as dificuldades relacionadas a tempo e espaço, promovendo o compartilhamento de informações e a criação de conhecimento coletivo.
——–
Criando comunidades virtuais
Conheça os princípios fundamentais para iniciar e fomentar comunidades no ambiente web
Partindo-se da premissa que a tecnologia utilizada em uma iniciativa de Gestão do Conhecimento é o meio (e não o fim), a relação entre os usuários e o ambiente virtual nos parece de extrema importância. Essa relação se torna ainda mais crucial quando estamos tratando de comunidades virtuais, onde a colaboração, a descentralização de procedimentos (gestão de conteúdo e usuários), a integração entre os diversos tipos de usuários e a gestão desse ambiente são elementos determinantes para seu sucesso.
fonte: http://www.intranetportal.com.br/comunidade/cc_2
Construindo comunidades virtuais (parte 1)
Mais do que um artigo, este é praticamente um manual didático, sério e conciso sobre como construir comunidades virtuais, escrito por um dos responsáveis pelo Slashdot.
Este texto é uma tradução do artigo Building online communities, feita por Juliano Spyer, com a autorização e assistência do autor, editor técnico da O’Reilly Network. chromatic é também co-autor do manual “Running Weblogs with Slash”.
Veja a parte final do artigo: Construindo comunidades virtuais: conduta
fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/08/18/construindo-comunidades-virtuais-parte-1/
O Animador de Comunidades Virtuais
![]()
Jurema Sampaio-Ralha
Não costumo fazer afirmações com base em “achismos”, e, por isso, queria poder embasar o que penso e digo, adequadamente, antes de manifestar o que, sem isso, seria somente uma opinião. Não é para ser nenhum paper nem artigo, mas, como prometi, seguem, abaixo, algumas delas (as que consegui localizar hoje), mas creio que dá p/ embasar bem o que significa quando falo em “animador”.
fonte: http://www.escola2000.org.br/pesquise/texto/textos_art.aspx?id=70
COMUNIDADES VIRTUAIS PRECISAM DE ANIMADORES DA INTELIGÊNCIA COLETIVA
Entrevista concedida ao portal da UVB (Universidade Virtual Brasileira)
Wilson Azevedo
Wilson Azevedo é diretor da Aquifolim Educacional e consultor técnico-pedagógico do Senai. Nesta entrevista exclusiva à uvb.br, afirma que comunidades virtuais precisam de animadores, não de normas. “O segredo não está nem em normas, nem em tecnologia, está em pessoas, educadores capacitados para atuarem como animadores da inteligência coletiva em comunidades virtuais.”
fonte: http://www.aquifolium.com.br/educacional/artigos/entruvb.html
![]()
O ambiente Comunidades Virtuais de Aprendizagem tem o objetivo de socializar as produções e pesquisas que vem sendo desenvolvidas pelos bolsistas de iniciação científica, alunos dos cursos de Pedagogia, Design e Análise de Sistemas do Campus I – UNEB e pelos mestrandos em Educação e Contemporaneidade (UNEB) e Modelagem Computacional (FVC/CEPPEV), vinculados aos Grupos de Pesquisa do CNPq e coordenados por Lynn Alves.
http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/
Comunidades Virtuais de Aprendizagem baseadas na Teoria de Interação Social de Piaget e suportadas por redes peer-to-peer
www.cinted.ufrgs.br/renote/mar2004/artigos/11-comunidades_virtuais.pdf
COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: ESPAÇOS DE
DESENVOLVIMENTO DE SOCIALIDADES, COMUNICAÇÃO E CULTURA
http://www.pucsp.br/tead/n1a/artigos%20pdf/artigo1.pdf