Web 3.0

Como também quero ajudar a dar referência sobre conceitos da cibercutura, segue alguns comentários sobre a WEB 3.0:

Web 3.0

por Jeffrey Zeldman

O Google, com a cooperação de renomadas bibliotecas, têm digitalizado livros para torná-los encontráveis. A prática excita os futuristas mas aborrece algumas editoras. Por necessidade, a digitalização cria cópias virtuais. As editoras reclamam que tal cópia viola os direitos autorais, mesmo que o conteúdo do livro esteja escondido do público. A Biblioteca Pública de Nova York, um dos parceiros do Google no projeto, recentemente organizou um debate público sobre o assunto.

Foi enquanto eu esperava por este debate que meu desconforto com a recente onda de um emergente gênero de desenvolvimento web se tornou num ódio mortal.

 fonte: http://alabrasil.blogspot.com/2006/02/web-30.html

Web 3.0?

Published November 14th, 2006

Terminada a conferência Web2.0 em São Francisco há menos de uma semana levantou-se já uma discussão interessante sobre o fim do próprio conceito de web2.0.
Nicholas Carr congrega indícios do primeiro assalto e um artigo de John Markoff no New York Times reforça o argumento – a era da ligação entre espaços web sem qualquer leitura de sentido terminou.
Agora vem aí a coisa seguinte, a Web3.0, em que – promete-se – o objectivo é acrescentar uma camada de sentido ao que já existe na web, tornando-a menos num catálogo e mais numa espécie de guia. fonte: http://atrium.wordpress.com/2006/11/14/web-30/ 

Chega! Não vou falar mais de WEB 2.0!

Quer dizer, vou falar, mas bem menos. Já perdeu a graça. Hoje todo mundo fala de WEB 2.0. Revistas, jornais, programas de TV e empresas. Todo mundo já fez uma matéria ou deu um pitaco sobre ela.

Como este blog tenta apresentar tendências, vamos conversar sobre outra coisa. Sobre WEB 3.0. O conceito é novo, tanto que nem existe tópico na Wikipedia. Pelo que percebi, existem quatro visões do que será a WEB 3.0. No final, todas devem se unir:


fonte: http://72.14.209.104/search?q=cache:ky6w6OY-tBYJ:z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2006_44.html#post_18671344

Da Web 3.0 à World Wide Database

Os cientistas e muitas companhias trabalham diariamente para encontrar novos modos de extrair inteligência dos bilhões de documentos que formam a web. O objetivo é acrescentar mais sentido aos dados, atribuindo maior inteligência às máquinas para que elas não apenas sigam comandos, mas possam dar respostas mais significativas quando, por exemplo, se está à procura de um assunto específico. O projeto de Tim Berners-Lee – Semântica Web, que vem sendo chamada Web 3.0 – vai nesta direção, mas, é um esforço que ainda está na infância, como afirma John Markoff em uma matéria publicada neste domingo (12/11) no The New York Times na qual discute os novos rumos para a web e o impacto comercial que poderão ter as novas aplicações nas mais diversas áreas.

fonte: http://gjol.blogspot.com/2006/11/da-web-30-world-wide-database_13.html

Web 3.0

A web 2.0 ainda surpreende o povão, mas a web 3.0 já é pensada nos bastidores desde quando serviços como blogs, o YouTube ou o MySpace se tornaram febre mundial. São fatos razoavelmente bem compreendidos de que a web 1.0 é a que você lê e a web 2.0 é aquele onde você lê e escreve. Mesmo que essa seja uma visão muito, mas muito simples e limitada do todo.

Apesar de ser uma novidade, existem vários textos que podem ser encontrados com o Google sobre a web 3.0, inclusive em português. Todos os textos ainda são conjecturas, como esse meu texto que você lê. Mas hoje eu encontrei uma visão “de escrever” sobre a web3.0 que realmente me agradou. Infelizmente esse link é restrito aos assinantes do UOL, mas quem puder ler, clique aqui, vale apena, mesmo que não concorde com tudo que está escrito lá.

fonte: http://jfmitre.blogspot.com/2006/11/web-30.html

Web 3.0?

Há quem diga que a Web 3.0 será a web das Widgets.

Eu gosto de pensar que a Web 3.0 será algo com mais impacto do que widgets. A Web 2.0 foi uma mudança radical feita com ferramentas que já usávamos á anos.
Então agora que a W3C fez sair um work draft chamado Widgets 1.0, cada vez mais parece que a Web 3.0 será comandada pelo uso de widgets.

Mas gostava que fosse algo mais…

fonte: http://blue.muiomuio.net/web-30/

Web 3.0

No começo eram páginas estáticas aplicando o conceito de hypertexto contendo links para outras páginas ao redor da rede, formando um emaranhado de informações cruzadas a que se convencionou chamar de teia: a web.

Então veio a explosão multimídia, e junto com ela a exploração comercial ostensiva. Novos e velhos modelos de negócio se estabeleceram online. E em paralelo, grande parte dos sistemas corporativos passaram a ser desenvolvidos com a mesma tecnologia: sistemas distribuídos, “thin clients”, etc. Em paralelo, a popularização do computador como um eletrodoméstico permitiu que o mundo “todo” se plugasse na rede.

Essa era a web em sua “versão 1.0″.

fonte: http://knowledge-bbs.blogspot.com/2006/03/web-30.html

Olá,

Vocês já leram sobre a Web 3.0? Segue link do New York Times:
http://www.nytimes.com/2006/11/12/business/12web.html?_r=1&oref=slogin

Comentários muito interessantes no blog do Nicholas Carr:
http://www.roughtype.com/archives/2006/11/welcome_web_30.php

Um resumo do que vem por aí:

The classic example of the Web 2.0 era is the "mash-up" — for example,
connecting a rental-housing Web site with Google Maps to create a new, more
useful service that automatically shows the location of each rental listing.

In contrast, *the Holy Grail for developers of the semantic Web is to build
a system that can give a reasonable and complete response to a simple
question like: "I'm looking for a warm place to vacation and I have a budget
of $3,000. Oh, and I have an 11-year-old child."*

fonte:  http://www.listas.unicamp.br/pipermail/ead-l/2006-November/009116.html

Chegou a Web 3.0? Criar PDF Versão para impressão E-mail

Quando a Web 2.0 ainda não estabilizou, quer na definição concreta ou nos modelos de negócio, John Markoff escreve no “New York Times” um artigo sobre a web 3.0, “uma Web guiada pelo senso comum” em que se “acrescenta uma camada de entendimento por cima da Web actual que a tornará menos um catálogo e mais um guia”.
O artigo foi criticado em vários blogues.
Em paralelo, a revista Wired publicou um trabalho sobre o lado empresarial da Web 2.0, falando de algumas “pequenas empresas que fornecem produtos de nicho” . fonte: http://congresso.apdc.pt/blog-oficial/uma-revolucao-chamada-web-2.0/chegou-a-web-3.0.html

Web 3.0 – Por Joi Ito, Investidor da Rede

Investidores da web, diz ter parado de pôr dinheiro na rede:
O japonês Joichi Ito (ou Joi Ito) ajudou a fundar empresas pontocom bem-sucedidas e, agora, é um dos principais investidores por trás do site Technorati, que mede o impacto de blogs, e da Mozilla, empresa que faz o navegador Firefox. Mas parou de apostar na web.

fonte: http://brazilbusiness.biz/2006/07/03/web-30-por-joi-ito-investidor-da-rede/

Redes sociais compõem valiosos bancos de dados

29/11/200609h17

Redes sociais compõem valiosos bancos de dados

da Folha de S.Paulo

Por mais atraentes que possam parecer, as comunidades virtuais escondem sua parcela de lado negro da Força. Além de poderosas ferramentas de entretenimento e de interatividade, elas também servem aos interesses das empresas que as mantêm, que passam a ter um enorme banco de dados sobre seus usuários.

“Esse conhecimento concerne não apenas à identidade dos indivíduos mas também ao seu valor econômico potencial, às suas preferências de consumo, às suas tendências e inclinações comportamentais, à sua capacidades profissionais, aos riscos a que estão sujeitos e às doenças que podem vir a desenvolver”, explica em artigo a pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro Fernanda Bruno.

“Vale ainda notar que o principal objetivo não é tanto saber sobre um usuário especificamente identificável, mas usar um conjunto de informações pessoais para agir sobre outros indivíduos”, completa Bruno.

Catalogando

Prova do potencial desse armazém de dados pessoais foi dada por Orkut Buyukkokten, anos antes que o engenheiro de software originasse a popular rede Orkut. Em parceria com outros dois pesquisadores, Buyukkokten criou o Club Nexus, uma comunidade on-line baseada na Universidade de Stanford cujo propósito era usar a rede social para desvendar traços comportamentais e interações entre seus usuários.

O estudo analisou ações e preferências de seus 2.469 membros, que originaram 10.119 ligações entre si. Os dados também serviram para estabelecer relações entre a forma como os membros se descrevem e seus gostos (veja ao lado) e ligar hobbies a interesses de estudo.

A maioria dos usuários que gosta de ficar em casa se interessa por história, enquanto os que assistem muito à TV estudam relações internacionais.

Dos que se consideram inteligentes, 69% têm na filosofia seu tema de adoração. Os bem-sucedidos se identificam com ciências da computação, e os que se acham atraentes preferem ciências políticas. Quem se denomina esquisito aprecia matemática e física, e os criativos se interessam por design de produtos e por língua inglesa –esta última também tema de preferência de quem se considera sexy.

Outra conclusão da pesquisa é que interesses em comum são um fator de forte influência para a constituição de amizades.

Para medir o grau de conexão entre as pessoas que compartilham os mesmos gostos, os pesquisadores criaram um índice que mede a força das associações. A taxa relaciona o número de membros que dizem se interessar por determinado assunto ou atividade e o número de ligações estabelecidas entre eles. Assim, averiguaram que os apreciadores de dança de salão estabelecem uma relação mais forte entre si do que os que gostam de acampamentos: 1,61 contra 1,11.

A ligação entre pessoas que têm pouco em comum, por outro lado, se mostrou uma importante ferramenta para encurtar as distâncias entre os participantes da comunidade. Também contribuem para isso os indivíduos sociáveis, que aglutinam vários grupos de interesse.

Leia mais

  • Redes virtuais enfrentam problemas na Justiça

  • Especial

  • Leia o que já foi publicado sobre o Google e o Ministério Público
  • fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21079.shtml
  • Internet reconfigura mapa-mundi

    Além das guerras, das migrações massivas, das intermináveis estradas e das devastações, um outro fenômeno, este tecnológico, está mudando a geografia humana da Terra. Sim, a internet, que nesta semana está comemorando 35 anos. Um quase nada de tempo na história da civilização humana sobre a superfície do planeta. Mas é isto o que está indicando o novo mapa-mundi editado pela National Geographic.

    Para o coordenador da obra, o cartógrafo-chefe da National Geographic, Allen Carroll, “esse ritmo de mudanças deve-se principalmente a dois fatores: uma população que cresce em velocidade acelerada e a uma economia cada vez mais globalizada”.

    A nova edição do atlas da da principal revista popular de geografia do mundo é composta por 416 páginas e pesa 3,2 quilos! O próprio atlas disponível no site já é, por si só, uma viagem, ainda que é um pouco lenta. Além de permitir visualizar os tradicionais mapas políticos e administrativos e, naturalmente, os geográficos com uma série de recursos avançados, a edição da NG permite ver os mapas da tecnologia: como estão distribuídos os cabos de fibra ótica pelo mundo, como estão disseminados os servidores pelos vários continentes. Ou seja, há uma boa base de dados para pesquisas na área das novas tecnologias de informação.
    Confira também a matéria da Reuters.

    fonte: http://intermezzo-weblog.blogspot.com/2004_10_01_intermezzo-weblog_archive.html